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	<title>Arquivos deficiência - Paratodos</title>
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	<description>Por um mundo que ninguém fica para trás</description>
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		<title>Quem quer ser mais igual que os outros?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Codeço]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2017 18:09:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Faz tempo que não escrevo. Não estou conseguindo parar pra organizar o pensamento e passar pro papel. Não faltam pensamentos, nem papel, mas tranquilidade sim. Tenho tido ideias de textos mas estas ficam pairando na minha cabeça apenas e não consigo parar e escrever.  <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/quem-quer-ser-mais-igual-que-os-outros/">Continuar lendo<span> Quem quer ser mais igual que os outros?</span></a></p>
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<p>Faz tempo que não escrevo. Não estou conseguindo parar pra organizar o pensamento e passar pro papel. Não faltam pensamentos, nem papel, mas tranquilidade sim. Tenho tido ideias de textos mas estas ficam pairando na minha cabeça apenas e não consigo parar e escrever. A ideia deste texto estava assim, na minha cabeça. Até que ontem eu vi esta matéria no jornal e não pude deixar de passar para o papel.<br />
Lá estava eu tentando relaxar durante umas curtas férias para retornar com as baterias recarregadas e pronta para voltar para rotina puxada.<br />
Relaxada em um dos ambientes de estar do hotel, vejo ao lado um livreto e pego para ler sem compromisso. Uma ótima oportunidade de esvaziar a cabeça para que o tão cobiçado ócio criativo possa tomar conta de mim e fazer seu precioso trabalho.<br />
Começo a ler apenas juntando as letras e as palavras, sem me preocupar em armazenar informação, justamente fazendo o contrário, deixando que a informação entrasse e saísse sem que nada ficasse retido. Pouco texto, alternado com imagens lindas e relaxantes&#8230;. E lá fui eu.<br />
Até que certas expressões foram ficando entaladas. Entravam e não saíam e iam formando um engarrafamento de ideias incômodas. O folheto de fácil leitura era um folheto de propaganda de uma rede de hotéis com fotos de lugares relaxantes que qualquer pessoa adoraria conhecer e passar uns dias. Mas o texto, em vez de marketear que é um lugar maravilhoso ao qual ninguém resiste, que agrada a gregos e troianos, faz justamente o marketing contrário. Vende que aqueles lugares são exclusivos. Exclusivos para poucos. Só para poucos escolhidos. Apenas para poucos merecedores.<br />
Aquilo foi me incomodando de tal forma que larguei o danado do livreto e fui caminhar em busca de outra atividade que fosse de fato relaxante. Já sei! Vou relaxar num sofá e ver um episódio de um seriado leve e alegre. Achei o sofá perfeito para os meus planos e quando fui me ajeitar para sentar, o que vejo? Uma almofada fofa, cuja estampa copiava pituras do século XVI e XVII à lá Jean-Baptiste Debret. Pinturas antigas com cenas de escravos. Olho em volta e não é apenas uma almofadinha num canto. São todas! Todas as almofadas têm estampas com cenas de escravidão. Juntando com as palavras do famigerado livreto “privilégio exclusivo” benefícios exclusivos”, minha cabeça começou a ferver novamente. Um período de nossa história triste e violenta que deve ser lembrado apenas como algo que nunca mais queremos repetir está ali, enfeitando o estar relaxante. Será que busca agradar a quem? Aos senhores de escravos? Onde estamos? Que situação é esta?<br />
Sim, sabemos que em nosso país a desigualdade social é gritante. Mas que marketing é este que considera isso como valor? Que marketing é esse que te oferece algo que só você pode ter, deixando explícito que muitos querem, mas não podem. Será que isso é um valor para muita gente? Pra mim, não. Acabou com minha tentativa de relaxamento.<br />
Mas o que isto tem a ver com inclusão? Tudo! Sempre que acharmos que alguns apenas podem, alguns apenas têm direito, todo e qualquer motivo é motivo para excluirmos outras pessoas de nosso convívio, de nosso ambiente. Quando deveríamos reconhecer que todos somos seres humanos e temos direito de estarmos sempre todos com todos.</p>
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		<title>Vencemos todos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2016 21:45:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já era lei: educação é um direito de todos. Seja lá como você for. Mas um grupo bem grande de escolas particulares não gostou nem um pouco da Lei Brasileira de Inclusão que lhe obriga, com todas as letras, a receber, sem cobrar a mais por isso, alunos com deficiência física ou intelectual ou qualquer transtorno psíquico - os tais alunos de inclusão.  <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/vencemos-todos/">Continuar lendo<span> Vencemos todos</span></a></p>
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<p>Já era lei: educação é um direito de todos. Seja lá como você for. Mas um grupo bem grande de escolas particulares não gostou nem um pouco da Lei Brasileira de Inclusão que lhe obriga, com todas as letras, a receber, sem cobrar a mais por isso, alunos com deficiência física ou intelectual ou qualquer transtorno psíquico &#8211; os tais alunos de inclusão. Então, alguns colégios fizeram birra, bateram o pé e foram se ver com a Justiça. Foram lá no Supremo argumentar que inclusão é inconstitucional. E, enquanto a decisão não saía, algumas escolas se valiam da esperança. Da esperança de que, com argumentos imorais, levariam de volta indivíduos para seus originais guetos da exclusão. E, nesse compasso de espera, colocaram vários alunos em banho-maria e pouco foi feito para que a lei se fizesse valer em sala de aula.</p>
<div>
<div>Até que o jogo virou. Numa decisão de abrir aquela Champagne escondida no armário, o STF disse não às escolas. Vale agora o escrito: estudar já não é favor. As portas das escolas voltaram a se abrir. Ou melhor: foram abertas. Estão escancaradas para qualquer um. Venceu a ética. Venceu o respeito. Vencemos todos.</div>
<div></div>
<div>Para entender melhor o que aconteceu nesta semana, leia a seguir uma nota publicada pelo Prioridade Absoluta, do Institulo Alana &#8211; nosso parceiro. E vamos comemorar!</div>
<div>
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<div>
<h1>STF nega pedido de escolas particulares para cobrar mais de alunos com deficiência</h1>
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</div>
<div>O <strong>Supremo Tribunal Federal (STF)</strong> negou nesta quinta-feira (9) a <strong>Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI)</strong> que pleiteava a liberação de<strong>cobrança adicional de escolas privadas a alunos com deficiência</strong>. O Tribunal converteu a decisão da medida cautelar em julgamento definitivo, considerando a ação improcedente. Com isso, escolas particulares estão impedidas de cobrarem o adicional.<br />
Edson Fachin, relator do processo, argumentou que as escolas não devem privar pessoas com deficiência da convivência com os demais alunos, e que é dever da instituição de ensino “ensinar, incluir e conviver”. À exceção de Marco Aurélio, os outros ministros acompanharam o voto do relator. Luiz Fux criticou a postura discriminatória presente na educação brasileira, “o preconceito é a pior das deficiências e as escolas estão lotadas delas”, disse durante seu voto.<br />
A ADI 5357 foi movida pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) e questionava dispositivos da Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146 de 2015). A norma, que entrou em vigor em janeiro de 2016, prevê obrigações às instituições particulares de ensino regular e veda a cobrança de valores adicionais de estudantes com deficiência, em mensalidades, anuidades e matrículas.</div>
</div>
<div></div>
<div>
<div><b>Veja também:</b><br />
– <a href="http://prioridadeabsoluta.org.br/noticias/entenda-o-que-muda-com-o-estatuto-da-pessoa-com-deficiencia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Entenda o que mudou na Educação Inclusiva com a com a Lei Brasileira de Inclusão<br />
</a>&#8211; <a href="http://prioridadeabsoluta.org.br/noticias/educacao-inclusiva-o-que-fazer-em-caso-de-violacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Educação inclusiva: o que fazer em caso de violação</a></div>
</div>
<div></div>
<div>
<div>A <a href="http://prioridadeabsoluta.org.br/areas-de-atuacao/educacao-inclusiva/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">educação inclusiva</a> no Brasil é um direito de toda pessoa com deficiência, consagrado desde a promulgação da Constituição Federal em 1988 e ratificado com a incorporação da Convenção Internacional sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência em 2008. A Lei Brasileira de Inclusão consolida essa obrigação para todos os estabelecimentos de ensino no País.<br />
“A Educação Inclusiva é uma diretriz educacional definida pelo Governo Federal que contribui para a aprendizagem e socialização das crianças com deficiência, pois evita sua segregação em escolas especializadas, além de ser positiva para todas as pessoas envolvidas no processo educacional”, explica Isabella Henriques, diretora do Instituto Alana e coordenadora do Projeto Prioridade Absoluta. “Entendemos que a Lei Brasileira de Inclusão reforça o direito à educação inclusiva e está perfeitamente de acordo com a Constituição Federal ao consolidar o dever de as escolas particulares também aceitarem alunos com deficiência”, esclarece.</div>
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</div>
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		<title>⁠⁠⁠Inclusão? Cadê?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Codeço]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Apr 2016 15:58:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carla Codeço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje se fala muito em inclusão. Assunto da hora. Principalmente depois da aprovação da LBI (Lei Brasileira de Inclusão) e de todo o alvoroço que a implementação da lei causou nas escolas. Vemos reportagens, posts nas redes sociais, e o assunto como bandeira de marketing&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/%e2%81%a0%e2%81%a0%e2%81%a0inclusao-cade/">Continuar lendo<span> ⁠⁠⁠Inclusão? Cadê?</span></a></p>
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<p>Hoje se fala muito em inclusão. Assunto da hora. Principalmente depois da aprovação da LBI (Lei Brasileira de Inclusão) e de todo o alvoroço que a implementação da lei causou nas escolas. Vemos reportagens, posts nas redes sociais, e o assunto como bandeira de marketing em algumas escolas. Mas será que esta inclusão existe de fato ou é apenas uma película que recobre a comunidade escolar? Olhando de cima ela tá lá, mas se mergulharmos, cadê?!</p>
<p>A convivência com outros alunos com deficiência hoje é muito comum. Estas crianças saíram das escolas especiais e estão lá, junto com todo mundo. Todos juntos e misturados, o que é ótimo. Mas, mesmo com toda esta convivência, as pessoas com deficiência acabam não fazendo parte de fato do cotidiano dos demais. São filtradas. Ficam retidas a uma convivência superficial. Filtrados pelos colegas de turma, filtrados pelos professores, filtrados pelos responsáveis dos alunos típicos e às vezes até mesmo pelos seus familiares. A convivência que existe é uma convivência cenográfica. Existe apenas no cenário escolar. O dia a dia das pessoas com deficiência e suas particularidades é tão distante da vivência da maioria que é mais fácil fingir que ela não está ali. Infelizmente, este assunto ainda incomoda e por isso fica invisível.<br />
Como é possível que com tantos holofotes em como fazer a inclusão, em como se adaptar à LBI, na preparação da equipe pedagógica, etc e tal a cruel invisibilidade continue ali?! Presente todo santo dia? Quanto mais evidente é, mais difícil enxergar. Nas reuniões de turma de escola ainda não se fala sobre a mediação, apesar de os mediadores estarem inseridos dentro de sala no convívio direto com todos os alunos. É como se elas não existissem. Na reunião de pais ouve-se falar de como está o desenvolvimento escolar da turma mas você não reconhece seu filho em nenhuma frase de todo o discurso da professora. É como se ele não fizesse parte da turma. Ao pensar numa festa para os coleguinhas de escola dos filhos muitas famílias deixam de convidar as crianças com deficiência mesmo com a convivência diária. É como se não fizessem parte do grupo. Escolas que planejam excursões escolares e excluem os alunos com deficiência destes passeios. É como se não fossem alunos.</p>
<p>Quanto mais incomoda, mais invisível fica. Só quando estas pessoas forem vistas com respeito serão reconhecidos seus direitos e a convivência se dará de maneira verdadeira, com a formação dos devidos vínculos, de forma natural. Com o reconhecimento do outro como pessoa de direitos. É que a invisibilidade vai dar lugar à amizade, à confiança, à empatia.</p>
<p>Infelizmente, ainda hoje, os assuntos relativos àinclusão ainda são tratados de forma velada, envolvendo apenas os &#8220;interessados&#8221;. Mas peraí, não somos nós todos interessados neste assunto no final das contas?! Sim, porque mesmo que você não tenha alguma deficiência ou um parente próximo com deficiência, você mesmo tem suas particularidades, não é?  Pode ser um ritmo mais acelerado ou mais lento que seus colegas de trabalho,  pode ser alto o bastante para ter que abaixar para passar em determinados lugares ou largo o bastante para se sentir desconfortável numa cadeira de cinema, pode não enxergar um palmo adiante do seu nariz sem seus óculos de miopia.</p>
<p>É preciso falar abertamente sobre inclusão.  É preciso falar abertamente sobre as diferenças. Afinal, uma sociedade que acolha a todos é essencial. Precisamos parar de achar que ela já existe apenas porque seu filho tem um coleguinha com deficiência em sua turma. E precisamos construí-la já! Esta construção começa nos núcleos familiares e nas escolas. Só através da educação para a diversidade esta construção será possível. O que você está fazendo para que todos caibam no seu TODOS*?</p>
<hr />
<h6>
(Frase final inspirada no livro “Quem cabe no seu todos?” de Claudia Werneck)</h6>
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		<title>Diálogo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ciça Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2016 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
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		<category><![CDATA[diálogo no escuro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Paratodos esteve na mostra&#160;Diálogo no Escuro &#8211; Rio. Durante 45 minutos ficamos sem enxergar absolutamente nada. Iniciamos o percurso. Éramos em oito e a experiência provocou diferentes reações. Uns queriam acelerar o passo e descobrir logo o que estava pela frente. Outros pensaram em&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/dialogo/">Continuar lendo<span> Diálogo</span></a></p>
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<p>O <strong>Paratodos</strong> esteve na mostra&nbsp;<strong>Diálogo no Escuro &#8211; Rio</strong>. Durante 45 minutos ficamos sem enxergar absolutamente nada. Iniciamos o percurso. Éramos em oito e a experiência provocou diferentes reações. Uns queriam acelerar o passo e descobrir logo o que estava pela frente. Outros pensaram em voltar prá trás em busca da luz. Afinal, não estamos acostumados a não enxergar. E isto nos provoca medo e insegurança. Levando-nos a um lugar onde nunca estivemos.<br />
É justamente este o objetivo do projeto <a href="https://www.ingressorapido.com.br/compras/?id=46495&amp;gclid=CKGClou-tssCFQ6BkQodhNIAPQ#!/">&#8220;Diálogo no Escuro&#8221;</a>. Após 140 cidades de 40 países, chega finalmente ao Rio de Janeiro. A experiência multi-sensorial leva um grupo de visitantes munidos de bengalas a descobrir o que está no caminho. Sempre orientados por um guia cego que vai através da voz comandando o grupo todo. São quatro cenários em três ambientes que simulam a cidade.<br />
No trajeto, muitos tropeços e vários esbarrões acontecem. No nosso grupo são muitas crianças, mas difícil ainda. Somos obrigados a usar nossos outros sentidos, audição, tato e o olfato. Somos impelidos a pensar no outro, a pensar como as pessoas cegas fazem no seu dia a dia. Se colocar no lugar do outro nos faz repensar o nosso próprio lugar.<br />
Ao final, ainda no escuro, sentamos para conversar. Nesta hora, por incrível que pareça, foi o momento que mais senti falta da claridade. Preferi andar no escuro a falar no breu. Não ver o rosto do outro enquanto falamos, me afligiu muito mais. Pudemos perguntar sobre o projeto e sobre a vida da nossa guia.<br />
Lucas, onze anos, perguntou como ela usava o dinheiro. A guia rapidamente respondeu: &#8220;uso o dinheiro como todo mundo, para comprar o que eu preciso&#8221;. E sem perder o fôlego, continuou: &#8221; mas acho que você quer saber como faço para diferenciar as notas, correto?&#8221;. Assim que ele confirmou, ela prosseguiu dizendo que em casa com alguém separava as notas em diferentes locais na carteira. E que depois, na rua, precisava confiar nas pessoas ao receber o troco.<br />
Fomos pra casa refletindo. Pensando no outro, pensando nesta questão da confiança. E como diziam no release &#8220;o passeio pode durar pouco menos de uma hora, mas os efeitos dele, podem durar a vida toda&#8221;. Não deixem de ir!<br />
<strong>DIÁLOGO NO ESCURO</strong><br />
<strong>local:</strong> Museu Histórico Nacional. Praça Marechal Âncora, s/nº &#8211; Centro (3299-0324)<br />
quando: Ter a sex, das 10h às 17:30m. Sáb e dom, das 14h às 18h.<br />
<b>Meia Entrada:</b> Estudantes, Pessoa com deficiência e um acompanhante, Idosos (pessoas com mais de 60 anos), jovens pertencentes a famílias de baixa renda, com idades de 15 a 29 anos, Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes estadual e municipais, Professores da rede pública estadual e das redes municipais de ensino.<br />
Ingressos <a href="https://www.ingressorapido.com.br/compras/?id=46495&amp;gclid=CKGClou-tssCFQ6BkQodhNIAPQ#!/">aqui</a>.<br />
Para maiores informações, visite o&nbsp;<a href="http://www.dialogonoescuro.com.br/">website</a> ou <a href="https://www.facebook.com/dialogonoescuro/">Facebook</a>.<br />
<img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-37918" src="https://paratodosinclusao.files.wordpress.com/2016/03/aaeaaqaaaaaaaat4aaaajgrmyjhknwm1ltrknzqtngzlzc04mmmyltblytu4m2vimzqyza.jpg" alt="AAEAAQAAAAAAAAT4AAAAJGRmYjhkNWM1LTRkNzQtNGZlZC04MmMyLTBlYTU4M2ViMzQyZA" width="698" height="400"></p>
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		<title>É dada a largada!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Codeço]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2016 14:42:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carla Codeço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É dada a largada! O ano letivo de 2016 começou com a Lei Brasileira de Inclusão em vigor nos calcanhares das escolas. Agora, em março, estamos em plena velocidade. Não há como voltar. Pernas pra que te quero! <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/e-dada-a-largada/">Continuar lendo<span> É dada a largada!</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.paratodos.net.br/e-dada-a-largada/">É dada a largada!</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.paratodos.net.br">Paratodos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Audima Widget Injection -->
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<p>É dada a largada! O ano letivo de 2016 começou com a Lei Brasileira de Inclusão em vigor nos calcanhares das escolas. Agora, em março, estamos em plena velocidade. Não há como voltar. Pernas pra que te quero!<br />
As escolas correm. Não podemos negar, é verdade, que algumas tentaram correr da obrigação. No espírito “esperança é a última que morre” muitas escolas ficaram aguardando o resultado da liminar no supremo que tentava neutralizar, acabar ou adiar com a obrigação das escolas terem que educar a TODOS.<br />
Mas há também aqueles que estão na vanguarda das boas práticas. Muitas escolas correm atrás do passivo e se empenham em fazer um bom trabalho. De verdade! E as notícias se espalham. Promovem cursos de especialização para o corpo docente, contratam mediadores para os alunos que precisam, adaptam o material pedagógico, fazem planejamento individualizado.<br />
Mas, infelizmente, nem tudo são flores. Algumas escolas escolheram fazer um mínimo. Aliás este mínimo que estão fazendo agora, em 2016, já deveria estar sendo feito desde sempre. Desde a matrícula do primeiro aluno com alguma questão em toda a sua existência escolar. Parece que estão se fazendo de mortas. Esperando que a lei “pegue”. Se negando a reconhecer que independente de qualquer lei, é apenas uma questão de humanidade. E humanidade é algo que não pode faltar quando pensamos em sociedade, não é mesmo? Se pensarmos em escolas então&#8230;! Estas trabalham formando seres humanos. Espera-se que com valores.<br />
Então pessoal, vamos seguindo mais fortes em 2016. Caso a escola do seu filho não seja uma das que está cumprindo lindamente o protocolo, se organize, fale com os outros pais da escola. A parceria das famílias com as escolas é essencial para que esta escola que queremos possa existir. Vamos arregaçar as mangas e construir juntos esta escola de qualidade para todos. Uma sociedade inclusiva beneficia a todos. De verdade!</p>
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		<title>Grupo de Pais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Codeço]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2015 15:07:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carla Codeço]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Paratodos tem um convite para lhe fazer. Venha participar do nosso Grupo de Pais. Tivemos quatro encontros no primeiro semestre e agora, no segundo, serão mais quatro. Nossa ideia é criar uma rede de apoio mútuo onde possamos trocar experiências e criar novas estratégias para&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/grupo-de-pais/">Continuar lendo<span> Grupo de Pais</span></a></p>
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<div>O Paratodos tem um convite para lhe fazer. Venha participar do nosso Grupo de Pais. Tivemos quatro encontros no primeiro semestre e agora, no segundo, serão mais quatro. Nossa ideia é criar uma rede de apoio mútuo onde possamos trocar experiências e criar novas estratégias para lidar com questões ligadas à deficiência. Conversaremos sobre os temas abaixo:</div>
<div></div>
<div><strong>19/08 &#8211; Como conversar com amigos e familiares sobre a questão da deficiência?</strong><br />
<strong> <span class="text_exposed_show"> 30/09 &#8211; Gestão da agenda da criança com deficiência<br />
28/10 &#8211; Distinguindo medicação de medicalização<br />
02/12 &#8211; Desafios da participação em eventos sociais</span></strong></div>
<div>Local: Praia de Botafogo, 228/ 2o andar<br />
Centro de Convenções (Evento do Centron)Horário: 19:30 às 21:30Valor: R$60,00 por encontro<br />
ou R$200, pelos 4 encontrosInscrições: grupodepais@eminclusao.com.br<br />
30 vagas por encontroSe precisar de mais alguma informação, não hesite em mandar um e-mail pra gente: paratodos@paratodos.net.br</div>
<div>Será muito importante que você esteja conosco!</div>
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		<title>Costurando, juntos, a colcha da inclusão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2015 11:31:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você tem um filho com deficiência. Então, cabe a você levantar a bandeira da inclusão e mudar o mundo. Junte-se a quem está mais ou  menos na mesma situação  e movam, juntos, as montanhas. Certo? Mais ou menos. Não tem de ser assim. Incluir pode ser como&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/costurando-juntos-a-colcha-da-inclusao/">Continuar lendo<span> Costurando, juntos, a colcha da inclusão</span></a></p>
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<div style="text-align: left;">Você tem um filho com deficiência. Então, cabe a você levantar a bandeira da inclusão e mudar o mundo. Junte-se a quem está mais ou  menos na mesma situação  e movam, juntos, as montanhas. Certo? Mais ou menos. Não tem de ser assim. Incluir pode ser como costurar uma colcha de retalhos, onde cada pedacinho é único e indispensável.</div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div>A inclusão não precisa ser uma demanda apenas de quem tem deficiência ou algum parente com algum tipo de deficiência. Ela pode ser uma bandeira de qualquer um. Ela pode ser levantada por quem está em desacordo com a invisibilidade de algumas crianças dentro da escola ou com o descaso que muitos jovens enfrentam ao longo da vida. Ela pode aparecer quando você reclamar que uma pessoa com<br />
cadeira de rodas não conseguiu entrar num restaurante porque as instalações estão inadequadas. &#8220;Francamente, seu gerente&#8230;&#8221; Ela pode surgir quando você defender de questionamentos ao redor aquele pai que, com seu filho com autismo, se colocou na fila preferencial do supermercado. &#8220;Francamente, dona Maria&#8230;&#8221; Ela pode vir à tona quando você mandar um bilhete na agenda para entender o porquê de, no livro com a produção dos alunos, o trabalho de Ciclano, com paralisia, ter ficado de fora. &#8220;Francamente,  professora&#8230;&#8221; Fácil, né? Não. Difícil pra caramba.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>Difícil porque tem a ver com encarar o mundo por uma outra perspectiva. Pela lógica do outro. De um outro tido, muitas vezes, como menor, desimportante, quase invisível. Significa sair do seu mundo, daquela zona do conforto do umbigo e olhar diretamente para aquele que você viraria os olhos na rua. Significa entender o que dói nesse outro. Uma dor que pode vir da indiferença, da negligência ou da falta de amparo. Significa ter mais interesse por aquele que não é o seu par. Significa se expor. Significa se posicionar. Sem piedade do outro, nem de si próprio.</div>
<div></div>
<div>Sigo em frente. Tenho esperanças.</div>
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		<title>Silvia P i l z&#8230;Silvia P l e e a a s e !!!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2015 19:20:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Convidado]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Silvia Pilz]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome de Down]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Heidi Gorenstein Nigri* Semana caótica na minha vida, resultado de várias outras semanas elaborando uma importante decisão, justamente por sopesar certos valores aos quais temos que nos voltar. Eis que, no meu último dia de trabalho na empresa, em meio ao caos da despedida,&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/silvia-p-i-l-z-silvia-p-l-e-e-a-a-s-e/">Continuar lendo<span> Silvia P i l z&#8230;Silvia P l e e a a s e !!!</span></a></p>
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<h6>Por <span class="gI"><span class="gD">Heidi Gorenstein Nigri</span></span>*<br />
Semana caótica na minha vida, resultado de várias outras semanas elaborando uma importante decisão, justamente por sopesar certos valores aos quais temos que nos voltar. Eis que, no meu último dia de trabalho na empresa, em meio ao caos da despedida, olho para o lado e vejo minha colega de trabalho chorando. Corrija-se, minha amiga, há muito deixou de ser apenas uma colega.<br />
Estava tão compenetrada tentando finalizar minhas tarefas, que apenas olhei rapidamente para ela, vi que enxugava as lágrimas por debaixo das lentes dos óculos. Ela balbuciou de forma consternada algo que apenas entendi como&#8230; &#8220;Como pode! As pessoas escrevem cada coisa! Como pode?&#8221;&#8230;. Sem observar melhor e ainda completamente imersa no trabalho, disse, sem voltar-me para ela: &#8220;Por que você lê? Parei de ler coisas que me incomodam muito”. Bem, a vida continuou acontecendo naquele dia louco, nada mais vi, senão a mim.<br />
No dia seguinte, alguém postou um comentário negativo sobre uma &#8216;crônica&#8217; (?) de uma tal de Silvia Pilz. A Silvia. Blogueira do Jornal O Globo. A jornalista e cronista que diz o que pensa. O que pensa.<br />
Minha amiga tem uma filha com síndrome de Down. Pude compartilhar o afogamento daquelas lágrimas.<br />
Imediatamente um diálogo interno se construiu em torno daquele texto podre. Ora, se a Sra. Silvia escreve num jornal de grande porte expressando levianamente seus preconceitos, não há motivos para intimidar meus pensamentos aqui, certo?<br />
Sra. Silvia, acho que me enquadro no seu padrão de conforto. Sou branca, bochechas rosas, sorriso Colgate, altura normal, advogada bem graduada, moro na zona sul, enfim, bem &#8220;normal&#8221;, aquela que passa despercebida, sabe?<br />
Sra. Silvia, você me assusta, pessoas como você me dão medo. De verdade. E, como não sou covarde, não pretendo disfarçar meu estranhamento.<br />
Então, você está cansada do &#8220;politicamente correto&#8221;, seria isso? Qual seria seu desejo? A liberdade de apontar para o anão e dizer: &#8220;Olha ali o anão? Credo!&#8221; Ou, quem sabe, você quer fingir não ver alguém a quem facilmente chamaria de retardado? Ou, quem sabe, você quer voltar a cantar: “Olha a nega do cabelo duro”, durante seu banho de verão? Ou, quem sabe, você gostaria de perguntar aos pais brancos, aqueles que adotaram um mini-afrodescendente da moda, se havia mais de um modelo onde eles adquiriram?<br />
Sra. Silvia, não, não entendi o que você pensa. Você pensa?<br />
Sequer procurei ler qualquer outra coisa que você escreveu ou escreve, por mais “legalzinha” que seja. Porque você me assusta de cara. Porque o que você tenta desabafar queixosamente sobre a “exagerada” época do “politicamente correto”, eu chamo de educação, eu chamo de ser humano. A educação que me esforço diariamente para dar ao meu filho, aos seus amigos, tratando abertamente e ESCLARECIDAMENTE de inclusão, de homofobia, de racismo, de tolerância, de ser humano, de respeitar, sim, as diferenças, as variedades, as necessidades e as capacidades individuais. Por isso, considero uma ofensa pessoal ter um jornal do porte d&#8217; O Globo prestando um desserviço, remunerando alguém como você para deseducar meu filho, para minar meus esforços, manifestando seu preconceito descaradamente sob o cínico manto da palavra “polemizar”. Tsc Tsc Tsc.<br />
Sra. Silvia, já que você está cansada do que é “politicamente correto”, o que se enquadra no meu conceito de educação, permita-me pegar uma carona no seu sentimento, deixando minha educação de lado para lhe mandar &#8230;. Não, não, sou covarde&#8230;<br />
Veja, estamos todos livres para sermos &#8220;deseducados&#8221;, é uma questão de assumirmos as consequências.<br />
É o que sempre tento ensinar e assimilar.</h6>
<h6></h6>
<hr>
<h6>
<span class="gI"><span class="gD">Heidi Gorenstein Nigri</span></span> tem 40 anos, é advogada graduada pela UFRJ e tem um filho adolescente.</h6>
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		<title>Eu fiz a minha escolha, e você?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Codeço]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2014 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carla Codeço]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pois é, a vida tem dessas coisas: quando achamos que estamos no controle de tudo, é exatamente quando somos chamados a relembrar que não. Que o pouco controle que temos é ilusório. Vivemos como que numa montanha russa. Não sabemos se no próximo instante nos espera uma guinada ou uma queda súbita. Puro sabor de aventura. Afinal, que graça teria viver, se tudo fosse programado e já soubéssemos de antemão o que está por vir? <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/eu-fiz-a-minha-escolha-e-voce/">Continuar lendo<span> Eu fiz a minha escolha, e você?</span></a></p>
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<p>Pois é, a vida tem dessas coisas: quando achamos que estamos no controle de tudo, é exatamente quando somos chamados a relembrar que não. Que o pouco controle que temos é ilusório. Vivemos como que numa montanha russa. Não sabemos se no próximo instante nos espera uma guinada ou uma queda súbita. Puro sabor de aventura. Afinal, que graça teria viver, se tudo fosse programado e já soubéssemos de antemão o que está por vir?<br />
Vivendo intensamente constatei que estou grávida. Mais um presente para dar ainda mais sabor à vida. Uma nova gestação num momento de vida em que vinha me dedicando muito aos outros e tão pouco a mim mesma. Priorizando os filhos, o marido, o trabalho, escrever, os grupos de discussão sobre síndrome de Down. Recebi o impacto da iminente mudança brusca. Parada obrigatória. Parada para me concentrar em mim mesma.<br />
E mergulhei com tudo nesta nova aventura. Quando começo a vivenciar a nova experiência, algumas interações com outras pessoas me chamam atenção. Comentários ressaltando a minha co-ra-gem. Mas, hein, que coragem? Cheguei a ouvir numa conversa a referência à fulana que teve seu primeiro filho com Down e, mesmo assim, teve a coragem de ter mais um. “Corajosa ela, né?” Confesso que demorei a entender. Depois da breve explicação, fiquei com a pulga atrás da orelha, pensando, pensando&#8230; Então, sou corajosa por estar grávida, apesar, friso, apesar de já ser mãe de uma criança com deficiência. É essa a definição para muitas pessoas de mãe-coragem.<br />
Porém, seria coragem mesmo? Fez-me pensar nessa ilusão do controle absoluto novamente. Afinal, filho é filho. A gente não escolhe. Ou melhor: não deveria escolher. Há os que explicam: “Mas ela está arriscando. E se nascer outro filho com deficiência? É corajosa por se arriscar a ter dois problemas!” Hã? Problema?! Mas, pense bem, se você tem um filho e ele, em consequência de algum acidente ou sequela de alguma doença, passa a ter alguma deficiência? Ele passa a ser menos filho? Deixa de ser SEU filho? Definitivamente, filho não é problema, tenha ou não tenha alguma deficiência.<br />
Disso tudo, eu tiro uma coisa: sou corajosa. Não por ter mais um filho. Mas por lutar pelos direitos de cada um deles. Por enfrentar os preconceitos de um mundo de tantos iguais. Por não aceitar nenhuma forma de exclusão. Por não acatar estereótipos, estigmas, limites a nenhum deles. Por acreditar no potencial de cada um. Por simplesmente amar cada um dos meus filhos do jeito que são, a despeito do universo a meu redor.<br />
É ilusão achar que temos tudo sobre controle. Pra não dizer que não temos como escolher nada, temos uma escolha a fazer. Escolher viver plenamente ou viver remoendo problemas criados por nós mesmos. Esta escolha, sim, é nossa. Viver é isso: aceitar os desafios e mergulhar de cabeça ou ficar remoendo como poderia ter sido, se nada disso tivesse acontecido a você. Eu fiz a minha. E, se achar que isso é sinal de coragem, tudo bem, meu bem.</p>
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		<title>Quem sou eu?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Codeço]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2014 10:00:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sou mãe de dois. E ser mãe é assim: a gente se preocupa com problemas reais, que estão acontecendo no momento com nossos filhos, mas também se preocupa com problemas futuros. Até mesmo com possibilidades de problemas futuros. Essa sou eu. Mãe, deveras preocupada e antecipadora&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/quem-sou-eu/">Continuar lendo<span> Quem sou eu?</span></a></p>
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<p>Sou mãe de dois. E ser mãe é assim: a gente se preocupa com problemas reais, que estão acontecendo no momento com nossos filhos, mas também se preocupa com problemas futuros. Até mesmo com possibilidades de problemas futuros. Essa sou eu. Mãe, deveras preocupada e antecipadora de problemas.<br />
Pois bem, estava eu antecipando problemas e preocupada, após conversa com a terapeuta de meu filho que está prestes a fazer nove anos e tem síndrome de Down. Conversávamos sobre os sinais de maturidade que ele vem apresentando e que começa a se dar conta de quando, ao interagir com alguém, perceber se é aceito ou não. Se estão rindo junto com ele ou se estão rindo dele. Se o tipo de convívio o valoriza ou o infantiliza. Maturidade e despertar onde o olhar da família e o dele próprio sobre quem ele é não são mais suficientes. É hora de ganhar o mundo e se reconhecer através dos olhos dos pares, através dos olhos dos outros.<br />
E eu comecei a matutar e remoer pensamentos sobre como ele vai lidar com esta nova imagem construída dele mesmo. Se esta imagem fará jus à pessoa maravilhosa que é ou se o reduzirá a uma deficiência.<br />
Eis que um acontecimento me puxa de volta para o agora. Tira-me da batalha com os problemas possíveis, ainda não reais, e me mostra de forma clara que imagem é esta que as pessoas de seu convívio têm dele.<br />
Na turma de 3º ano da qual o Rafael faz parte, houve uma eleição para representante de turma. A princípio os meninos nem poderiam se candidatar já que lideravam o ranking de mau comportamento. Depois de muita reflexão da turma, os meninos foram liberados para participar. Ao Rafael foi perguntado se gostaria de se candidatar a representante de turma. Ao que ele respondeu com firmeza e convicção que sim. Imediatamente a turma se animou e formou torcida organizada comemorando a inciativa do meu rapazinho. O voto foi secreto. Cada criança depositou seu papelzinho na urna. Teve início a apuração dos votos. Rafael aos poucos liderou a disputa se colocando 10 votos à frente do candidato logo atrás dele numa turma de 20 alunos. A cada voto lido a turma gritava o nome dele e torcia. Ganhou em disparada. E não é que o danadinho ainda teve a generosidade de votar, não em si mesmo, mas em seu melhor amigo?!<br />
Estou certa de que neste despertar para o olhar do outro sobre si, meu filho teve, neste dia, a certeza de que é respeitado e admirado do jeitinho que ele é. Tendo Down e enxergando muito pouco. Sendo ele mesmo.</p>
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