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	<title>Arquivos educação - Paratodos</title>
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	<description>Por um mundo que ninguém fica para trás</description>
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		<title>Quem quer ser mais igual que os outros?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Codeço]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2017 18:09:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Faz tempo que não escrevo. Não estou conseguindo parar pra organizar o pensamento e passar pro papel. Não faltam pensamentos, nem papel, mas tranquilidade sim. Tenho tido ideias de textos mas estas ficam pairando na minha cabeça apenas e não consigo parar e escrever.  <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/quem-quer-ser-mais-igual-que-os-outros/">Continuar lendo<span> Quem quer ser mais igual que os outros?</span></a></p>
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<p>Faz tempo que não escrevo. Não estou conseguindo parar pra organizar o pensamento e passar pro papel. Não faltam pensamentos, nem papel, mas tranquilidade sim. Tenho tido ideias de textos mas estas ficam pairando na minha cabeça apenas e não consigo parar e escrever. A ideia deste texto estava assim, na minha cabeça. Até que ontem eu vi esta matéria no jornal e não pude deixar de passar para o papel.<br />
Lá estava eu tentando relaxar durante umas curtas férias para retornar com as baterias recarregadas e pronta para voltar para rotina puxada.<br />
Relaxada em um dos ambientes de estar do hotel, vejo ao lado um livreto e pego para ler sem compromisso. Uma ótima oportunidade de esvaziar a cabeça para que o tão cobiçado ócio criativo possa tomar conta de mim e fazer seu precioso trabalho.<br />
Começo a ler apenas juntando as letras e as palavras, sem me preocupar em armazenar informação, justamente fazendo o contrário, deixando que a informação entrasse e saísse sem que nada ficasse retido. Pouco texto, alternado com imagens lindas e relaxantes&#8230;. E lá fui eu.<br />
Até que certas expressões foram ficando entaladas. Entravam e não saíam e iam formando um engarrafamento de ideias incômodas. O folheto de fácil leitura era um folheto de propaganda de uma rede de hotéis com fotos de lugares relaxantes que qualquer pessoa adoraria conhecer e passar uns dias. Mas o texto, em vez de marketear que é um lugar maravilhoso ao qual ninguém resiste, que agrada a gregos e troianos, faz justamente o marketing contrário. Vende que aqueles lugares são exclusivos. Exclusivos para poucos. Só para poucos escolhidos. Apenas para poucos merecedores.<br />
Aquilo foi me incomodando de tal forma que larguei o danado do livreto e fui caminhar em busca de outra atividade que fosse de fato relaxante. Já sei! Vou relaxar num sofá e ver um episódio de um seriado leve e alegre. Achei o sofá perfeito para os meus planos e quando fui me ajeitar para sentar, o que vejo? Uma almofada fofa, cuja estampa copiava pituras do século XVI e XVII à lá Jean-Baptiste Debret. Pinturas antigas com cenas de escravos. Olho em volta e não é apenas uma almofadinha num canto. São todas! Todas as almofadas têm estampas com cenas de escravidão. Juntando com as palavras do famigerado livreto “privilégio exclusivo” benefícios exclusivos”, minha cabeça começou a ferver novamente. Um período de nossa história triste e violenta que deve ser lembrado apenas como algo que nunca mais queremos repetir está ali, enfeitando o estar relaxante. Será que busca agradar a quem? Aos senhores de escravos? Onde estamos? Que situação é esta?<br />
Sim, sabemos que em nosso país a desigualdade social é gritante. Mas que marketing é este que considera isso como valor? Que marketing é esse que te oferece algo que só você pode ter, deixando explícito que muitos querem, mas não podem. Será que isso é um valor para muita gente? Pra mim, não. Acabou com minha tentativa de relaxamento.<br />
Mas o que isto tem a ver com inclusão? Tudo! Sempre que acharmos que alguns apenas podem, alguns apenas têm direito, todo e qualquer motivo é motivo para excluirmos outras pessoas de nosso convívio, de nosso ambiente. Quando deveríamos reconhecer que todos somos seres humanos e temos direito de estarmos sempre todos com todos.</p>
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		<title>Vencemos todos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2016 21:45:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já era lei: educação é um direito de todos. Seja lá como você for. Mas um grupo bem grande de escolas particulares não gostou nem um pouco da Lei Brasileira de Inclusão que lhe obriga, com todas as letras, a receber, sem cobrar a mais por isso, alunos com deficiência física ou intelectual ou qualquer transtorno psíquico - os tais alunos de inclusão.  <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/vencemos-todos/">Continuar lendo<span> Vencemos todos</span></a></p>
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<p>Já era lei: educação é um direito de todos. Seja lá como você for. Mas um grupo bem grande de escolas particulares não gostou nem um pouco da Lei Brasileira de Inclusão que lhe obriga, com todas as letras, a receber, sem cobrar a mais por isso, alunos com deficiência física ou intelectual ou qualquer transtorno psíquico &#8211; os tais alunos de inclusão. Então, alguns colégios fizeram birra, bateram o pé e foram se ver com a Justiça. Foram lá no Supremo argumentar que inclusão é inconstitucional. E, enquanto a decisão não saía, algumas escolas se valiam da esperança. Da esperança de que, com argumentos imorais, levariam de volta indivíduos para seus originais guetos da exclusão. E, nesse compasso de espera, colocaram vários alunos em banho-maria e pouco foi feito para que a lei se fizesse valer em sala de aula.</p>
<div>
<div>Até que o jogo virou. Numa decisão de abrir aquela Champagne escondida no armário, o STF disse não às escolas. Vale agora o escrito: estudar já não é favor. As portas das escolas voltaram a se abrir. Ou melhor: foram abertas. Estão escancaradas para qualquer um. Venceu a ética. Venceu o respeito. Vencemos todos.</div>
<div></div>
<div>Para entender melhor o que aconteceu nesta semana, leia a seguir uma nota publicada pelo Prioridade Absoluta, do Institulo Alana &#8211; nosso parceiro. E vamos comemorar!</div>
<div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<h1>STF nega pedido de escolas particulares para cobrar mais de alunos com deficiência</h1>
<div></div>
</div>
<div>O <strong>Supremo Tribunal Federal (STF)</strong> negou nesta quinta-feira (9) a <strong>Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI)</strong> que pleiteava a liberação de<strong>cobrança adicional de escolas privadas a alunos com deficiência</strong>. O Tribunal converteu a decisão da medida cautelar em julgamento definitivo, considerando a ação improcedente. Com isso, escolas particulares estão impedidas de cobrarem o adicional.<br />
Edson Fachin, relator do processo, argumentou que as escolas não devem privar pessoas com deficiência da convivência com os demais alunos, e que é dever da instituição de ensino “ensinar, incluir e conviver”. À exceção de Marco Aurélio, os outros ministros acompanharam o voto do relator. Luiz Fux criticou a postura discriminatória presente na educação brasileira, “o preconceito é a pior das deficiências e as escolas estão lotadas delas”, disse durante seu voto.<br />
A ADI 5357 foi movida pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) e questionava dispositivos da Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146 de 2015). A norma, que entrou em vigor em janeiro de 2016, prevê obrigações às instituições particulares de ensino regular e veda a cobrança de valores adicionais de estudantes com deficiência, em mensalidades, anuidades e matrículas.</div>
</div>
<div></div>
<div>
<div><b>Veja também:</b><br />
– <a href="http://prioridadeabsoluta.org.br/noticias/entenda-o-que-muda-com-o-estatuto-da-pessoa-com-deficiencia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Entenda o que mudou na Educação Inclusiva com a com a Lei Brasileira de Inclusão<br />
</a>&#8211; <a href="http://prioridadeabsoluta.org.br/noticias/educacao-inclusiva-o-que-fazer-em-caso-de-violacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Educação inclusiva: o que fazer em caso de violação</a></div>
</div>
<div></div>
<div>
<div>A <a href="http://prioridadeabsoluta.org.br/areas-de-atuacao/educacao-inclusiva/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">educação inclusiva</a> no Brasil é um direito de toda pessoa com deficiência, consagrado desde a promulgação da Constituição Federal em 1988 e ratificado com a incorporação da Convenção Internacional sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência em 2008. A Lei Brasileira de Inclusão consolida essa obrigação para todos os estabelecimentos de ensino no País.<br />
“A Educação Inclusiva é uma diretriz educacional definida pelo Governo Federal que contribui para a aprendizagem e socialização das crianças com deficiência, pois evita sua segregação em escolas especializadas, além de ser positiva para todas as pessoas envolvidas no processo educacional”, explica Isabella Henriques, diretora do Instituto Alana e coordenadora do Projeto Prioridade Absoluta. “Entendemos que a Lei Brasileira de Inclusão reforça o direito à educação inclusiva e está perfeitamente de acordo com a Constituição Federal ao consolidar o dever de as escolas particulares também aceitarem alunos com deficiência”, esclarece.</div>
</div>
</div>
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		<title>⁠⁠⁠Inclusão? Cadê?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Codeço]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Apr 2016 15:58:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje se fala muito em inclusão. Assunto da hora. Principalmente depois da aprovação da LBI (Lei Brasileira de Inclusão) e de todo o alvoroço que a implementação da lei causou nas escolas. Vemos reportagens, posts nas redes sociais, e o assunto como bandeira de marketing&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/%e2%81%a0%e2%81%a0%e2%81%a0inclusao-cade/">Continuar lendo<span> ⁠⁠⁠Inclusão? Cadê?</span></a></p>
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<p>Hoje se fala muito em inclusão. Assunto da hora. Principalmente depois da aprovação da LBI (Lei Brasileira de Inclusão) e de todo o alvoroço que a implementação da lei causou nas escolas. Vemos reportagens, posts nas redes sociais, e o assunto como bandeira de marketing em algumas escolas. Mas será que esta inclusão existe de fato ou é apenas uma película que recobre a comunidade escolar? Olhando de cima ela tá lá, mas se mergulharmos, cadê?!</p>
<p>A convivência com outros alunos com deficiência hoje é muito comum. Estas crianças saíram das escolas especiais e estão lá, junto com todo mundo. Todos juntos e misturados, o que é ótimo. Mas, mesmo com toda esta convivência, as pessoas com deficiência acabam não fazendo parte de fato do cotidiano dos demais. São filtradas. Ficam retidas a uma convivência superficial. Filtrados pelos colegas de turma, filtrados pelos professores, filtrados pelos responsáveis dos alunos típicos e às vezes até mesmo pelos seus familiares. A convivência que existe é uma convivência cenográfica. Existe apenas no cenário escolar. O dia a dia das pessoas com deficiência e suas particularidades é tão distante da vivência da maioria que é mais fácil fingir que ela não está ali. Infelizmente, este assunto ainda incomoda e por isso fica invisível.<br />
Como é possível que com tantos holofotes em como fazer a inclusão, em como se adaptar à LBI, na preparação da equipe pedagógica, etc e tal a cruel invisibilidade continue ali?! Presente todo santo dia? Quanto mais evidente é, mais difícil enxergar. Nas reuniões de turma de escola ainda não se fala sobre a mediação, apesar de os mediadores estarem inseridos dentro de sala no convívio direto com todos os alunos. É como se elas não existissem. Na reunião de pais ouve-se falar de como está o desenvolvimento escolar da turma mas você não reconhece seu filho em nenhuma frase de todo o discurso da professora. É como se ele não fizesse parte da turma. Ao pensar numa festa para os coleguinhas de escola dos filhos muitas famílias deixam de convidar as crianças com deficiência mesmo com a convivência diária. É como se não fizessem parte do grupo. Escolas que planejam excursões escolares e excluem os alunos com deficiência destes passeios. É como se não fossem alunos.</p>
<p>Quanto mais incomoda, mais invisível fica. Só quando estas pessoas forem vistas com respeito serão reconhecidos seus direitos e a convivência se dará de maneira verdadeira, com a formação dos devidos vínculos, de forma natural. Com o reconhecimento do outro como pessoa de direitos. É que a invisibilidade vai dar lugar à amizade, à confiança, à empatia.</p>
<p>Infelizmente, ainda hoje, os assuntos relativos àinclusão ainda são tratados de forma velada, envolvendo apenas os &#8220;interessados&#8221;. Mas peraí, não somos nós todos interessados neste assunto no final das contas?! Sim, porque mesmo que você não tenha alguma deficiência ou um parente próximo com deficiência, você mesmo tem suas particularidades, não é?  Pode ser um ritmo mais acelerado ou mais lento que seus colegas de trabalho,  pode ser alto o bastante para ter que abaixar para passar em determinados lugares ou largo o bastante para se sentir desconfortável numa cadeira de cinema, pode não enxergar um palmo adiante do seu nariz sem seus óculos de miopia.</p>
<p>É preciso falar abertamente sobre inclusão.  É preciso falar abertamente sobre as diferenças. Afinal, uma sociedade que acolha a todos é essencial. Precisamos parar de achar que ela já existe apenas porque seu filho tem um coleguinha com deficiência em sua turma. E precisamos construí-la já! Esta construção começa nos núcleos familiares e nas escolas. Só através da educação para a diversidade esta construção será possível. O que você está fazendo para que todos caibam no seu TODOS*?</p>
<hr />
<h6>
(Frase final inspirada no livro “Quem cabe no seu todos?” de Claudia Werneck)</h6>
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		<title>Famílias, uni-vos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2016 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois da férias, vem as águas de março. A realidade invade, sem filtro, a sala e escancara: as aulas começaram efetivamente neste mês. E, se tem um conselho pra gente dar nesse início de ano é o seguinte: família, uni-vos. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/familia-uni-vos/">Continuar lendo<span> Famílias, uni-vos</span></a></p>
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<p>Depois da férias, vem as águas de março. A realidade invade, sem filtro, a sala e escancara: as aulas começaram efetivamente neste mês.<br />
E, se tem um conselho pra gente dar nesse início de ano é o seguinte: família, uni-vos. Seja a sua de inclusão ou não.<br />
Quer mais tinta na quadra nova? Quer botar música na escola? Quer mudar o uniforme? Quer mais inclusão? Juntem-se! Juntos, sois mais fortes!<br />
Se estamos falando de inclusão, vão aqui algumas dicas &#8211; que já têm dado certo pra muita gente:<br />
1) Procure saber se na sala do seu filho tem mais gente de inclusão. Em seguida, verifique se tem na série em questão.<br />
2) Se puder, seja ainda mais abrangente. Amplie a sua busca para o ciclo de ensino do seu filho.<br />
3) Crie um grupo de zap. E troquem informações. Dividam mesmo. Compartilhem experiências, troquem figurinhas. Se algo não deu certo com um aluno, é bom saber. E, se deu, por que não repetir?<br />
4) Que tal marcar reuniões periódicas fora da escola? Esses encontros são ótimos para o grupo se fortalecer, entender em que pé está a inclusão na escola e ainda se conhecer.<br />
5) Envolvam pais que não sejam de inclusão. Muitos sequer imaginam as dores e delicias do mundo da inclusão. E você pode se surpreender com aqueles que gostariam de participar.<br />
6) Por fim, converse sempre com a escola. Não em tom de guerra, mas de paz. Pois, se o tom não for de parceria mútua, pense em mudar de escola. Afinal, família e escola precisam querer a mesma coisa: o bem do aluno.<br />
Longo é o caminho, mas ele fica mais curto, mais suave, quando todos pensamos juntos. Olhe pro seu filho, mas olhe pro lado também: pode estar no colega de sala a ideia que pode ajudar, e muito, o seu filho.</p>
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		<title>É dada a largada!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Codeço]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2016 14:42:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carla Codeço]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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		<category><![CDATA[escola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É dada a largada! O ano letivo de 2016 começou com a Lei Brasileira de Inclusão em vigor nos calcanhares das escolas. Agora, em março, estamos em plena velocidade. Não há como voltar. Pernas pra que te quero! <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/e-dada-a-largada/">Continuar lendo<span> É dada a largada!</span></a></p>
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<p>É dada a largada! O ano letivo de 2016 começou com a Lei Brasileira de Inclusão em vigor nos calcanhares das escolas. Agora, em março, estamos em plena velocidade. Não há como voltar. Pernas pra que te quero!<br />
As escolas correm. Não podemos negar, é verdade, que algumas tentaram correr da obrigação. No espírito “esperança é a última que morre” muitas escolas ficaram aguardando o resultado da liminar no supremo que tentava neutralizar, acabar ou adiar com a obrigação das escolas terem que educar a TODOS.<br />
Mas há também aqueles que estão na vanguarda das boas práticas. Muitas escolas correm atrás do passivo e se empenham em fazer um bom trabalho. De verdade! E as notícias se espalham. Promovem cursos de especialização para o corpo docente, contratam mediadores para os alunos que precisam, adaptam o material pedagógico, fazem planejamento individualizado.<br />
Mas, infelizmente, nem tudo são flores. Algumas escolas escolheram fazer um mínimo. Aliás este mínimo que estão fazendo agora, em 2016, já deveria estar sendo feito desde sempre. Desde a matrícula do primeiro aluno com alguma questão em toda a sua existência escolar. Parece que estão se fazendo de mortas. Esperando que a lei “pegue”. Se negando a reconhecer que independente de qualquer lei, é apenas uma questão de humanidade. E humanidade é algo que não pode faltar quando pensamos em sociedade, não é mesmo? Se pensarmos em escolas então&#8230;! Estas trabalham formando seres humanos. Espera-se que com valores.<br />
Então pessoal, vamos seguindo mais fortes em 2016. Caso a escola do seu filho não seja uma das que está cumprindo lindamente o protocolo, se organize, fale com os outros pais da escola. A parceria das famílias com as escolas é essencial para que esta escola que queremos possa existir. Vamos arregaçar as mangas e construir juntos esta escola de qualidade para todos. Uma sociedade inclusiva beneficia a todos. De verdade!</p>
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		<item>
		<title>Escola pra quê?</title>
		<link>https://www.paratodos.net.br/escola-pra-que/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 15:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pare por um momento. E pense: pra que serve a escola? Por que gastar tanto dinheiro na educação do seu filho? Qual é o objetivo final da vida escolar? Entrar na UFRJ, na Unicamp ou na PUC, responderiam uns. Garantir empregos futuros, diriam ainda alguns. Excelentes empregos futuros, corrigiriam outros. Então, seria a escola apenas o caminho seguro para o mundo do trabalho? <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/escola-pra-que/">Continuar lendo<span> Escola pra quê?</span></a></p>
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<div>Pare por um momento. E pense: pra que serve a escola? Por que gastar tanto dinheiro na educação do seu filho? Qual é o objetivo final da vida escolar? Entrar na UFRJ, na Unicamp ou na PUC, responderiam uns. Garantir empregos futuros, diriam ainda alguns. Excelentes empregos futuros, corrigiriam outros. Então, seria a escola apenas o caminho seguro para o mundo do trabalho?</div>
<div></div>
<div>Dia desses, uma amiga justifica a escolha da escola do filho dizendo algo como &#8220;<em>não há espaço para que meu filho não seja alguém da vida&#8221;.</em> Isso ficou me martelando por um bom tempo. Então, é disso que se trata a escola? Ou, ao menos, do que se trata a excelente escola? Pegar a criança pequena e talhá-la no formato de um trabalhador. Qualificado, ora. Muito bem qualificado. A escola é uma formadora, portanto, de trabalhadores que vão atender às demandas de um mercado de trabalho competitivo à beça. É isso?</div>
<div></div>
<div>Pensando assim, os pais não deixam essa função a cabo somente da escola. E, dali Kumon, professor particular, mandarim, <i>coach</i>, sem falar nas recompensas por boas notas, interferência direta das famílias na avaliação do aluno e, claro, das horas a menos de lazer e brincadeiras por estudos cada vez mais cedo. Nem vou discorrer aqui sobre os reflexos das agendas lotadas das crianças ou dos efeitos para muitos das escolas que se orgulham de seus gênios: há uma vasta literatura a respeito desses dois temas feita por gente muito mais capaz do que eu.</div>
<div></div>
<div>&#8220;<em>O mundo não tá fácil e preciso preparar meu filho&#8221;</em>, defendem outros. Assim, desde cedo, na idade em que a escola nem é obrigatória ainda, já se escolhe o colégio pensando em palavras como &#8220;Enem&#8221;, &#8220;mercado de trabalho&#8221;, &#8220;empregabilidade&#8221;, &#8220;disciplina&#8221;, &#8220;faculdade&#8221; e &#8220;sucesso&#8221;. Bom, muito bom. E, assim, eu já traço um futuro bacana (para mim) para meu filho, de 4, 5 anos, faço uma aposta alta na sua felicidade laboral, mas fecho os olhos para o &#8220;como&#8221;. E o meu guri, claro, chega lá.</div>
<div></div>
<div>É claro que a escola tem a ver com futuro. Tem tudo a ver com o futuro. Mas tem a ver também com sonhos, experiência, valores, erros. E não com obediência. Uma escola pode ser o lugar de formar a ética do trabalho, ainda que a família e, para muitos, a religião cumpram bem esse papel, mas também deve ser o endereço de aprender e ensinar. E isso inclui álgebra e cooperação. Física e Artes. História e Música. E, especialmente, viver com tanta gente diferente no mesmo lugar.</div>
<div></div>
<div>A escola não precisa ser apenas o caminho mais longo &#8211; e muitas vezes o mais árduo &#8211; para o mercado de trabalho. Pode ser o lugar onde se dispara o gatilho do pensar. Do pensar criticamente. Do pensar para questionar certezas que nos disseram. Do pensar para formar gente mais ética, responsável e com autonomia. Uma gente capaz de criar seus próprios sonhos, viver seus próprios erros, sem querer somente responder às expectativas da mamãe.</div>
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		<title>Carta aberta aos donos e diretores de escolas privadas do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2015 15:17:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[defificência]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[educação inclusiva]]></category>
		<category><![CDATA[escolas particulares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último dia 3 de agosto, a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a obrigatoriedade de assegurar educação aos estudantes com deficiência, alegando ser inconstitucional a Lei Brasileira de Inclusão em seu artigo 28&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/carta-aberta-aos-donos-e-diretores-de-escolas-privadas-do-pais/">Continuar lendo<span> Carta aberta aos donos e diretores de escolas privadas do país</span></a></p>
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<p>No último dia 3 de agosto, a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a obrigatoriedade de assegurar educação aos estudantes com deficiência, alegando ser inconstitucional a Lei Brasileira de Inclusão em seu artigo 28 (que estabelece ser dever das escolas particulares efetivar matrícula sem qualquer cobrança extra para os alunos com deficiência). Imaginamos, naturalmente, que os senhores e senhoras, donos e/ou diretores de escola, estão cientes disso, dado que a entidade os representa. Em caso de desconhecimento, basta olhar no site da entidade e verão logo a petição inicial da empreitada.<br />
Então, ficamos intrigadas por aqui e gostaríamos muito de saber qual o objetivo da recente ação ajuizada no STF. Ora, se os senhores não podem arcar com estes custos (sim, esta é a alegação), talvez devam estudar e pensar numa forma de acomodar custos,  já que falamos de EDUCAÇÃO. Quando falamos em Educação estamos falando de concessão de um serviço público e não de um serviço qualquer. Estamos falando de vocação e desejo em contribuir com a formação de cidadãos.<br />
Gostaríamos de saber também como pretendem, na prática, viabilizar a proposta de vocês. Visto que nem todas as deficiências são visíveis, será necessário implementar provas e testes de habilidade para estabelecer quais crianças estarão aptas a frequentar suas escolas, correto? Visto que nem todas as deficiências são de nascença, também será necessário um plano para expulsar estas crianças no momento que se adquire uma deficiência, certo? E, na hora de dividir as criancinhas, aquelas com superdotação ficam dentro ou fora da sua escola? Hummm, elas podem elevar a nota do Enem&#8230;  Será criado um filtro de cidadania, que determinará que cidadãos têm direito à educação e que cidadãos não têm tantos direitos assim. E o que farão com estes alunos que não passarem no filtro? Serão descartados como resíduos tóxicos de uma indústria? Cidadãos fadados a não terem vida produtiva em sociedade?<br />
É preciso pensar também nos demais alunos. Estes alunos que escaparam do descarte. O que estarão ensinando de fato para estes alunos? Que, primeiramente, é possível driblar leis e há sempre brechas e jeitinhos para seguir ou não uma regra. E mais. Que existem categorias de cidadãos e que eles estão dentro da categoria de privilegiados. Que existem pessoas que têm direitos e deveres; e outras, apenas deveres. E que o mundo é feito de perfeições fugazes e superficiais.<br />
De todo modo, não ensinarão sobre diversidade e diferenças. Como pretendem dizer às crianças que seus amigos, vizinhos ou até mesmo irmãos não poderão frequentar a escola deles? Claro, será fácil, desde que a família possa pagar o dobro ou até o triplo do que as demais famílias pagam, este aluno passará automaticamente a ter direito de estar ali, com seus pares.<br />
Restam os alunos com deficiência e sem condições financeiras. O que será feito deles? É preciso traçar um plano para estes alunos-resíduos. Afinal todos dividiremos o mesmo espaço em sociedade. Já pensou no incômodo? Ou usarão o bom e velho recurso de vassoura e tapete para varrer e esconder o que lhes incomoda?<br />
Uma ação como essa bate de frente com as transformações por que passam a educação no país &#8212; mudanças, aliás, muitas vezes capitaneadas por experiências de vanguarda de muitas escolas particulares. Vejam os números. Nos últimos 15 anos, o Brasil vivenciou avanços notáveis na educação inclusiva: as matrículas de alunos com deficiência, transtornos de desenvolvimento e altas habilidades mais que dobraram entre 1998 e 2013. O país não apenas conseguiu colocar mais dessas crianças na escola, mas também ampliou a presença delas nas escolas regulares. Em 1998, o Censo Escolar do MEC registrava 337 mil matrículas de alunos com algum tipo de deficiência, sendo que apenas 13% deles conviviam nas mesmas salas de aula com os demais. A imensa maioria estava nas escolas especiais ou em classes separadas. Em 2013, o total de alunos com deficiência matriculados em escolas da educação básica chegou a cerca de 843 mil, e o percentual de incluídos em classes comuns passou para 77%.<br />
É um caminho sem volta, senhores e senhoras.<br />
Só é inclusão, se for #paratodos.</p>
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		<title>Sorria, você está sendo filmado!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Codeço]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2015 16:53:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carla Codeço]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[FACHA]]></category>
		<category><![CDATA[intolerância]]></category>
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		<category><![CDATA[professora]]></category>
		<category><![CDATA[Síndorme de Down]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nós do Paratodos ficamos perplexos ao ler a nota publicada no O Globo sobre um acontecimento lamentável. Uma professora, isso mesmo, PROFESSORA da Faculdade Hélio Alonso &#8211;  FACHA, expressou seus pensamentos de forma leviana frente a uma turma repleta de alunos. Seria, e foi, muita&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/sorria-voce-esta-sendo-filmado/">Continuar lendo<span> Sorria, você está sendo filmado!</span></a></p>
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<p>Nós do Paratodos ficamos perplexos ao ler a nota publicada no O Globo sobre um acontecimento lamentável. Uma professora, isso mesmo, PROFESSORA da Faculdade Hélio Alonso &#8211;  FACHA, expressou seus pensamentos de forma leviana frente a uma turma repleta de alunos.<br />
Seria, e foi, muita ingenuidade da professora, acreditar que seu comentário preconceituoso e impensado ficaria restrito às quatro paredes de uma sala de aula de JORNALISMO. Os alunos estão lá para aprender a discutir e difundir informação. Encontrar assuntos que interessem ao público. Claro, vazou. E agradecemos à tal professora, a oportunidade de usá-la como um conveniente bode expiatório para o exército de preconceituosos que anda por aí.<br />
“Não me venha com um documentário sobre gente com Down, porque podem até achar bonitinho, mas aquilo é horrível, não adianta, odeio ver! Agora, vem aí dez semanas de dr, Dráuzio Varella (no “Fantástico”) com este tema, um saco. Quem quer ver isso?!”<br />
Não contente de fazer um comentário criminoso, (Sim, discriminação é crime!)* ainda o faz frente a uma turma repleta de alunos. Logo ela que deveria estar formando pessoas está contribuindo para multiplicar seu olhar preconceituoso.<br />
Mas o que a incomoda tanto? O que a faz achar tão horrível olhar para outras pessoas com uma condição genética diferente da dela? Muito provavelmente está desprovida de humanidade.<br />
Felizmente um dos alunos teve a firmeza de levantar a voz e discordar da mestra. E a professora, não contente, ainda completa com mais uma frase preconceituosa e de profunda intolerância, dizendo:<br />
“Ah, então você quer um filho com síndrome de Down??”<br />
Como se escolhêssemos nossos filhos na prateleira de um supermercado. Como se escolhêssemos se terá olhos claros, pele morena ou seu tipo de cabelo. Filho é filho e a síndrome de Down faz parte de ser humano. É apenas mais um aspecto possível, que compõe as múltiplas características de uma pessoa.<br />
Penso também nos pais destes alunos. Sim porque certamente haverá inúmeros pais que realmente educam seus filhos de forma correta. Educam seus filhos para a vida em sociedade, esclarecendo sobre inclusão, racismo ou homofobia. Ensinando respeitar as pessoas pelo que são. Independente de suas opiniões, afetos ou capacidades. E esta senhora vem prestar um serviço de deseducação desta forma. Se isto é o que ela fala em público, tenho medo de imaginar que tipo de pensamento ela guarda apenas para si.<br />
Faço um convite a esta professora que ouça ao aluno que discordou dela. Ouça e se deixe educar por ele. Já que, ao menos em relação à humanidade ela não tem nada a ensinar. Quem sabe ela consegue aprender que quem tem síndrome de Down continua sendo gente. Gente bonita, feliz, às vezes rico, às vezes pobre, às vezes negro, às vezes branco, às vezes hétero, às vezes homossexual. Mas é preciso que sejam respeitados SEMPRE.<br />
*Art. 88. Praticar, induzir ou incitar discriminação de pessoa em razão de sua deficiência: Pena &#8211; reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.<br />
Resposta da FACHA, <a href="https://www.facebook.com/FaculdadeFACHA/posts/1022362344481829">publicada </a>no Facebook:</p>
<div class="_5pbx userContent">&#8220;À Comunidade Acadêmica da FACHA,<br />
Quero expressar o meu mais profundo repúdio ao fato ocorrido em sala de aula, no dia de ontem, e envergonhado, com o comportamento, postura e conduta adotados por determinado professor, pedir desculpas a todos que, como eu, se sentiram ofendidos com pensamento tão preconceituoso e totalmente fora dos princípios éticos e morais que regem nossas ações há 44 anos.<br />
Ao longo de sua história de quase cinco décadas, a Facha tem pautado o seu trabalho acadêmico, baseado no respeito aos valores éticos e morais, jamais permitindo qualquer tipo de discriminação, seja ela qual for. O que ocorreu é absolutamente lamentável. Inacreditável.<br />
Lamento profundamente esse mais do que triste episódio e informo que o docente será chamado a se explicar, se é que existem explicações para fato tão repugnante.<br />
Quero, contudo, deixar claro que o pensamento do docente não reflete obviamente o pensamento dos dirigentes da Facha e que cada um responde por seu atos.<br />
Professor Paulo Alonso<br />
Diretor-Geral<br />
FACHA&#8221;</div>
<div></div>
<hr />
<h6>Por Carla Codeço e Carlos Figueiredo</h6>
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		<title>Grupo de Pais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Codeço]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2015 15:07:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carla Codeço]]></category>
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		<category><![CDATA[deficiência]]></category>
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		<category><![CDATA[Inclusão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Paratodos tem um convite para lhe fazer. Venha participar do nosso Grupo de Pais. Tivemos quatro encontros no primeiro semestre e agora, no segundo, serão mais quatro. Nossa ideia é criar uma rede de apoio mútuo onde possamos trocar experiências e criar novas estratégias para&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/grupo-de-pais/">Continuar lendo<span> Grupo de Pais</span></a></p>
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<div>O Paratodos tem um convite para lhe fazer. Venha participar do nosso Grupo de Pais. Tivemos quatro encontros no primeiro semestre e agora, no segundo, serão mais quatro. Nossa ideia é criar uma rede de apoio mútuo onde possamos trocar experiências e criar novas estratégias para lidar com questões ligadas à deficiência. Conversaremos sobre os temas abaixo:</div>
<div></div>
<div><strong>19/08 &#8211; Como conversar com amigos e familiares sobre a questão da deficiência?</strong><br />
<strong> <span class="text_exposed_show"> 30/09 &#8211; Gestão da agenda da criança com deficiência<br />
28/10 &#8211; Distinguindo medicação de medicalização<br />
02/12 &#8211; Desafios da participação em eventos sociais</span></strong></div>
<div>Local: Praia de Botafogo, 228/ 2o andar<br />
Centro de Convenções (Evento do Centron)Horário: 19:30 às 21:30Valor: R$60,00 por encontro<br />
ou R$200, pelos 4 encontrosInscrições: grupodepais@eminclusao.com.br<br />
30 vagas por encontroSe precisar de mais alguma informação, não hesite em mandar um e-mail pra gente: paratodos@paratodos.net.br</div>
<div>Será muito importante que você esteja conosco!</div>
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		<title>Carta ao professor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2014 13:46:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inclusão é caminho sem volta, professor. Não é mais opção da escola ou um encantamento pessoal com a causa. É uma questão de mercado, de formação, de adaptação aos novos tempos. Não tem muito querer, não. Aqui cabem várias analogias, mestre. Lembra quando a internet&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/carta-ao-professor/">Continuar lendo<span> Carta ao professor</span></a></p>
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<p>Inclusão é caminho sem volta, professor. Não é mais opção da escola ou um encantamento pessoal com a causa. É uma questão de mercado, de formação, de adaptação aos novos tempos. Não tem muito querer, não.<br />
Aqui cabem várias analogias, mestre. Lembra quando a internet invadiu as nossas vidas e se multiplicaram por aí cursinhos? Todo mundo, que hoje está na faixa dos 40 anos, teve que se mexer para entender que diabos eram os tais três w´s juntos ou Google ou download. No meu caso, jornalista, precisei não somente entender a nova linguagem, como também fazer cursos – oferecidos ou não pelo jornal onde trabalhei por tantos anos &#8212;  de jornalismo on-line. Ou encarava os novos desafios ou estava fora. Bem, boba que nunca fui, preferi a primeira opção. Menos por amor à profissão, mais pelas contas a pagar&#8230;<br />
Mais recentemente, sustentabilidade entrou na pauta de áreas como engenharia, arquitetura e até lá no direito. É impensável hoje construir um prédio, uma casa, uma fábrica, sem considerar mecanismos para o melhor aproveitamento da água ou de qualquer outro recurso natural, a redução de emissão de gases poluentes ou maneiras de se evitar qualquer tipo de desperdício. Qualquer projeto baseado em abundância está fadado a ficar na gaveta e seu autor, <em>sorry</em>, no limbo dos irresponsáveis.<br />
Agora chegamos ao ponto, professor. Inclusão no magistério corresponde à sustentabilidade para os engenheiros. Não dá mais para fugir do tema. Foi-se o tempo em que os filhos com algum tipo de deficiência ficavam nos porões de casa: os cadeados foram abertos e, querendo ou não, esses alunos estão na sua sala agora. À sua espera. Discursos como “não estou preparado”, “não há cursos disponíveis no mercado”, “eu não sei como lidar com esse tipo de aluno” já não colam mais. E resistir às mudanças é fincar o pé na lama. <em>Sorry again</em>.<br />
Em vez de resistir, adapte-se. Busque cursos. Cobre da escola treinamentos. Leia. Informe-se Ocupe-se, questione. Veja filmes, leia livros, acesse blogs, converse com colegas. Mexa-se. Sinto informar, mas não há métodos prontos, nem cartilhas a seguir. Vai ter de contar com o seu bom senso, a sua força de vontade, a sua capacidade de incluir. Pois você, professor, é o grande agente dessa mudança. Não são os pais, muito menos os alunos. É você. A inclusão está, principalmente, em suas mãos. Se você não a quiser, não adianta baixar norma, regra, lei, nada. Só você tem o poder de trazer para dentro de sala aquele aluno que, anos atrás, não estaria sequer na escola.<br />
Abraçar a causa da inclusão não é, portanto, apenas para os nobres de coração – ainda que tenha muito a ver com isso. É uma questão prática de empregabilidade, de sobrevivência profissional mesmo. Esse professor resistente está com os dias contados. É claro que ainda há muitas escolas que são exclusivas para aqueles considerados indivíduos padrão, com destaque aqui para os colégios religiosos que vivem num verdadeiro dilema ético e moral. Mas, mesmo nesses colégios, o senhor vai ter de se adaptar em algum momento aos novos tempos. Não vai ter jeito. É, como disse, professor, um caminho sem volta.</p>
<script>console.log('Aud01');</script><p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.paratodos.net.br/carta-ao-professor/">Carta ao professor</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.paratodos.net.br">Paratodos</a>.</p>
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