Vencedores do Prêmio Paratodos de Inclusão Escolar 2019

  1º lugar

Ana Carolina Kapler Ferreira

Jogos Estaduais Inclusivos de Petrópolis

Petrópolis, Rio de Janeiro

Saiba mais sobre o projeto

Durante uma aula de educação física na escola CIEP Brizolão 137 Cecília Meireles, a turma vivenciou atividades esportivas adaptadas e puderam conhecer diferentes tipos de deficiência. Impactados com a experiência pensaram em jovens que, mesmo gostando de esportes, não poderiam praticá-los. Os alunos visitaram as unidades escolares estaduais de Petrópolis explicando o objetivo e fazendo a inscrição dos alunos com deficiências a fim de que pudessem fazer as adaptações necessárias para as atividades como bocha adaptada, arremesso de peso adaptado, assim com outros equipamentos, materiais e atividades.

A experiência foi tão positiva que pretende-se repeti-la todos os anos, sempre com reavaliações e as devidas adaptações. Segundo a professora Ana Carolina o projeto foi inspirado por uma ex-aluna cadeirante que sempre participou ativamente das aulas de educação física além de vídeos paralímpicos que foram reproduzidos para a turma durante as aulas de educação física.

  2º lugar

Maria Emília Araújo França de Abreu

Atendimento pedagógico domiciliar: a inclusão além dos muros escolares

São Vicente, São Paulo

Saiba mais sobre o projeto

A partir da realidade de dois alunos da escola EMEF Jacob Andrade Câmara que apresentam o laudo de ame (atrofia Muscular espinhal), que são atendidos no APD (atendimento pedagógico domiciliar), a professora realizou atividades como jogos concretos, on-line, aplicativos instalados, a-blinx (acionador de piscadas), leituras de fruição, parceria com a Escola através do aplicativo WhatsApp, Telepatix (teclado inteligente) e livros.

Proporcionar a acessibilidade, trazer a família para este segmento e envolver a Escola, alunos, professores e comunidade fez com que esta experiência tivessem respostas positivas neste ano letivo de 2019. Segundo a professora a parceria com a escola através do WhatsApp, proporcionou aos professores, funcionários e alunos da sala onde são matriculados, conhecer a realidade daqueles que aproveitam ao máximo a oportunidade de estudar e ter esse contato pedagógico.

  3º lugar

Michelle Nunes da Silva

Pensamento Computacional desplugado inclusivo na Ed. Infantil

Manaus, Amazonas

Saiba mais sobre o projeto

A turma participou do Centro Municipal de Educação Infantil Prof. Sofia Soeiro do Nascimento criando o projeto Procurumim onde desenvolveu projetos computacionais como jogos, robôs e programação com o objetivo de criar “cyberspaços desplugados”, envolvendo as brincadeiras e interações de forma inclusiva. João é um aluno cadeirante e motivou diversas adaptações como a turma permanecer sentada na altura do João, realizando brincadeiras como futebol de chão com regras criadas por eles. A professora observa que foi que a turma se adaptou ao João , que procuravam incluir ele, independente da sua deficiência. Tornou-se o João e sua turma, não ao contrário, como  ele tendo que se adaptar aos colegas. Por exemplo, o jogo “João e o pé de feijão na agricultura familiar”  foi criado com materiais leves que fosse jogado no chão ou em mesas baixas por causa da cadeira pequena do João. A professora ainda acrescentar que a experiência se tornou ainda mais interessante quando a  mãe de João, que possui a mesma deficiência do filho,  passou a participar das atividades.

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