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	<title>Arquivos Inclusão - Paratodos</title>
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	<description>Por um mundo que ninguém fica para trás</description>
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		<title>Quem quer ser mais igual que os outros?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Codeço]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2017 18:09:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carla Codeço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faz tempo que não escrevo. Não estou conseguindo parar pra organizar o pensamento e passar pro papel. Não faltam pensamentos, nem papel, mas tranquilidade sim. Tenho tido ideias de textos mas estas ficam pairando na minha cabeça apenas e não consigo parar e escrever.  <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/quem-quer-ser-mais-igual-que-os-outros/">Continuar lendo<span> Quem quer ser mais igual que os outros?</span></a></p>
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<p>Faz tempo que não escrevo. Não estou conseguindo parar pra organizar o pensamento e passar pro papel. Não faltam pensamentos, nem papel, mas tranquilidade sim. Tenho tido ideias de textos mas estas ficam pairando na minha cabeça apenas e não consigo parar e escrever. A ideia deste texto estava assim, na minha cabeça. Até que ontem eu vi esta matéria no jornal e não pude deixar de passar para o papel.<br />
Lá estava eu tentando relaxar durante umas curtas férias para retornar com as baterias recarregadas e pronta para voltar para rotina puxada.<br />
Relaxada em um dos ambientes de estar do hotel, vejo ao lado um livreto e pego para ler sem compromisso. Uma ótima oportunidade de esvaziar a cabeça para que o tão cobiçado ócio criativo possa tomar conta de mim e fazer seu precioso trabalho.<br />
Começo a ler apenas juntando as letras e as palavras, sem me preocupar em armazenar informação, justamente fazendo o contrário, deixando que a informação entrasse e saísse sem que nada ficasse retido. Pouco texto, alternado com imagens lindas e relaxantes&#8230;. E lá fui eu.<br />
Até que certas expressões foram ficando entaladas. Entravam e não saíam e iam formando um engarrafamento de ideias incômodas. O folheto de fácil leitura era um folheto de propaganda de uma rede de hotéis com fotos de lugares relaxantes que qualquer pessoa adoraria conhecer e passar uns dias. Mas o texto, em vez de marketear que é um lugar maravilhoso ao qual ninguém resiste, que agrada a gregos e troianos, faz justamente o marketing contrário. Vende que aqueles lugares são exclusivos. Exclusivos para poucos. Só para poucos escolhidos. Apenas para poucos merecedores.<br />
Aquilo foi me incomodando de tal forma que larguei o danado do livreto e fui caminhar em busca de outra atividade que fosse de fato relaxante. Já sei! Vou relaxar num sofá e ver um episódio de um seriado leve e alegre. Achei o sofá perfeito para os meus planos e quando fui me ajeitar para sentar, o que vejo? Uma almofada fofa, cuja estampa copiava pituras do século XVI e XVII à lá Jean-Baptiste Debret. Pinturas antigas com cenas de escravos. Olho em volta e não é apenas uma almofadinha num canto. São todas! Todas as almofadas têm estampas com cenas de escravidão. Juntando com as palavras do famigerado livreto “privilégio exclusivo” benefícios exclusivos”, minha cabeça começou a ferver novamente. Um período de nossa história triste e violenta que deve ser lembrado apenas como algo que nunca mais queremos repetir está ali, enfeitando o estar relaxante. Será que busca agradar a quem? Aos senhores de escravos? Onde estamos? Que situação é esta?<br />
Sim, sabemos que em nosso país a desigualdade social é gritante. Mas que marketing é este que considera isso como valor? Que marketing é esse que te oferece algo que só você pode ter, deixando explícito que muitos querem, mas não podem. Será que isso é um valor para muita gente? Pra mim, não. Acabou com minha tentativa de relaxamento.<br />
Mas o que isto tem a ver com inclusão? Tudo! Sempre que acharmos que alguns apenas podem, alguns apenas têm direito, todo e qualquer motivo é motivo para excluirmos outras pessoas de nosso convívio, de nosso ambiente. Quando deveríamos reconhecer que todos somos seres humanos e temos direito de estarmos sempre todos com todos.</p>
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		<title>Vencemos todos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2016 21:45:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paratodos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já era lei: educação é um direito de todos. Seja lá como você for. Mas um grupo bem grande de escolas particulares não gostou nem um pouco da Lei Brasileira de Inclusão que lhe obriga, com todas as letras, a receber, sem cobrar a mais por isso, alunos com deficiência física ou intelectual ou qualquer transtorno psíquico - os tais alunos de inclusão.  <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/vencemos-todos/">Continuar lendo<span> Vencemos todos</span></a></p>
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<p>Já era lei: educação é um direito de todos. Seja lá como você for. Mas um grupo bem grande de escolas particulares não gostou nem um pouco da Lei Brasileira de Inclusão que lhe obriga, com todas as letras, a receber, sem cobrar a mais por isso, alunos com deficiência física ou intelectual ou qualquer transtorno psíquico &#8211; os tais alunos de inclusão. Então, alguns colégios fizeram birra, bateram o pé e foram se ver com a Justiça. Foram lá no Supremo argumentar que inclusão é inconstitucional. E, enquanto a decisão não saía, algumas escolas se valiam da esperança. Da esperança de que, com argumentos imorais, levariam de volta indivíduos para seus originais guetos da exclusão. E, nesse compasso de espera, colocaram vários alunos em banho-maria e pouco foi feito para que a lei se fizesse valer em sala de aula.</p>
<div>
<div>Até que o jogo virou. Numa decisão de abrir aquela Champagne escondida no armário, o STF disse não às escolas. Vale agora o escrito: estudar já não é favor. As portas das escolas voltaram a se abrir. Ou melhor: foram abertas. Estão escancaradas para qualquer um. Venceu a ética. Venceu o respeito. Vencemos todos.</div>
<div></div>
<div>Para entender melhor o que aconteceu nesta semana, leia a seguir uma nota publicada pelo Prioridade Absoluta, do Institulo Alana &#8211; nosso parceiro. E vamos comemorar!</div>
<div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<h1>STF nega pedido de escolas particulares para cobrar mais de alunos com deficiência</h1>
<div></div>
</div>
<div>O <strong>Supremo Tribunal Federal (STF)</strong> negou nesta quinta-feira (9) a <strong>Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI)</strong> que pleiteava a liberação de<strong>cobrança adicional de escolas privadas a alunos com deficiência</strong>. O Tribunal converteu a decisão da medida cautelar em julgamento definitivo, considerando a ação improcedente. Com isso, escolas particulares estão impedidas de cobrarem o adicional.<br />
Edson Fachin, relator do processo, argumentou que as escolas não devem privar pessoas com deficiência da convivência com os demais alunos, e que é dever da instituição de ensino “ensinar, incluir e conviver”. À exceção de Marco Aurélio, os outros ministros acompanharam o voto do relator. Luiz Fux criticou a postura discriminatória presente na educação brasileira, “o preconceito é a pior das deficiências e as escolas estão lotadas delas”, disse durante seu voto.<br />
A ADI 5357 foi movida pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) e questionava dispositivos da Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146 de 2015). A norma, que entrou em vigor em janeiro de 2016, prevê obrigações às instituições particulares de ensino regular e veda a cobrança de valores adicionais de estudantes com deficiência, em mensalidades, anuidades e matrículas.</div>
</div>
<div></div>
<div>
<div><b>Veja também:</b><br />
– <a href="http://prioridadeabsoluta.org.br/noticias/entenda-o-que-muda-com-o-estatuto-da-pessoa-com-deficiencia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Entenda o que mudou na Educação Inclusiva com a com a Lei Brasileira de Inclusão<br />
</a>&#8211; <a href="http://prioridadeabsoluta.org.br/noticias/educacao-inclusiva-o-que-fazer-em-caso-de-violacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Educação inclusiva: o que fazer em caso de violação</a></div>
</div>
<div></div>
<div>
<div>A <a href="http://prioridadeabsoluta.org.br/areas-de-atuacao/educacao-inclusiva/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">educação inclusiva</a> no Brasil é um direito de toda pessoa com deficiência, consagrado desde a promulgação da Constituição Federal em 1988 e ratificado com a incorporação da Convenção Internacional sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência em 2008. A Lei Brasileira de Inclusão consolida essa obrigação para todos os estabelecimentos de ensino no País.<br />
“A Educação Inclusiva é uma diretriz educacional definida pelo Governo Federal que contribui para a aprendizagem e socialização das crianças com deficiência, pois evita sua segregação em escolas especializadas, além de ser positiva para todas as pessoas envolvidas no processo educacional”, explica Isabella Henriques, diretora do Instituto Alana e coordenadora do Projeto Prioridade Absoluta. “Entendemos que a Lei Brasileira de Inclusão reforça o direito à educação inclusiva e está perfeitamente de acordo com a Constituição Federal ao consolidar o dever de as escolas particulares também aceitarem alunos com deficiência”, esclarece.</div>
</div>
</div>
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		<title>⁠⁠⁠Inclusão? Cadê?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Codeço]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Apr 2016 15:58:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carla Codeço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje se fala muito em inclusão. Assunto da hora. Principalmente depois da aprovação da LBI (Lei Brasileira de Inclusão) e de todo o alvoroço que a implementação da lei causou nas escolas. Vemos reportagens, posts nas redes sociais, e o assunto como bandeira de marketing&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/%e2%81%a0%e2%81%a0%e2%81%a0inclusao-cade/">Continuar lendo<span> ⁠⁠⁠Inclusão? Cadê?</span></a></p>
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<p>Hoje se fala muito em inclusão. Assunto da hora. Principalmente depois da aprovação da LBI (Lei Brasileira de Inclusão) e de todo o alvoroço que a implementação da lei causou nas escolas. Vemos reportagens, posts nas redes sociais, e o assunto como bandeira de marketing em algumas escolas. Mas será que esta inclusão existe de fato ou é apenas uma película que recobre a comunidade escolar? Olhando de cima ela tá lá, mas se mergulharmos, cadê?!</p>
<p>A convivência com outros alunos com deficiência hoje é muito comum. Estas crianças saíram das escolas especiais e estão lá, junto com todo mundo. Todos juntos e misturados, o que é ótimo. Mas, mesmo com toda esta convivência, as pessoas com deficiência acabam não fazendo parte de fato do cotidiano dos demais. São filtradas. Ficam retidas a uma convivência superficial. Filtrados pelos colegas de turma, filtrados pelos professores, filtrados pelos responsáveis dos alunos típicos e às vezes até mesmo pelos seus familiares. A convivência que existe é uma convivência cenográfica. Existe apenas no cenário escolar. O dia a dia das pessoas com deficiência e suas particularidades é tão distante da vivência da maioria que é mais fácil fingir que ela não está ali. Infelizmente, este assunto ainda incomoda e por isso fica invisível.<br />
Como é possível que com tantos holofotes em como fazer a inclusão, em como se adaptar à LBI, na preparação da equipe pedagógica, etc e tal a cruel invisibilidade continue ali?! Presente todo santo dia? Quanto mais evidente é, mais difícil enxergar. Nas reuniões de turma de escola ainda não se fala sobre a mediação, apesar de os mediadores estarem inseridos dentro de sala no convívio direto com todos os alunos. É como se elas não existissem. Na reunião de pais ouve-se falar de como está o desenvolvimento escolar da turma mas você não reconhece seu filho em nenhuma frase de todo o discurso da professora. É como se ele não fizesse parte da turma. Ao pensar numa festa para os coleguinhas de escola dos filhos muitas famílias deixam de convidar as crianças com deficiência mesmo com a convivência diária. É como se não fizessem parte do grupo. Escolas que planejam excursões escolares e excluem os alunos com deficiência destes passeios. É como se não fossem alunos.</p>
<p>Quanto mais incomoda, mais invisível fica. Só quando estas pessoas forem vistas com respeito serão reconhecidos seus direitos e a convivência se dará de maneira verdadeira, com a formação dos devidos vínculos, de forma natural. Com o reconhecimento do outro como pessoa de direitos. É que a invisibilidade vai dar lugar à amizade, à confiança, à empatia.</p>
<p>Infelizmente, ainda hoje, os assuntos relativos àinclusão ainda são tratados de forma velada, envolvendo apenas os &#8220;interessados&#8221;. Mas peraí, não somos nós todos interessados neste assunto no final das contas?! Sim, porque mesmo que você não tenha alguma deficiência ou um parente próximo com deficiência, você mesmo tem suas particularidades, não é?  Pode ser um ritmo mais acelerado ou mais lento que seus colegas de trabalho,  pode ser alto o bastante para ter que abaixar para passar em determinados lugares ou largo o bastante para se sentir desconfortável numa cadeira de cinema, pode não enxergar um palmo adiante do seu nariz sem seus óculos de miopia.</p>
<p>É preciso falar abertamente sobre inclusão.  É preciso falar abertamente sobre as diferenças. Afinal, uma sociedade que acolha a todos é essencial. Precisamos parar de achar que ela já existe apenas porque seu filho tem um coleguinha com deficiência em sua turma. E precisamos construí-la já! Esta construção começa nos núcleos familiares e nas escolas. Só através da educação para a diversidade esta construção será possível. O que você está fazendo para que todos caibam no seu TODOS*?</p>
<hr />
<h6>
(Frase final inspirada no livro “Quem cabe no seu todos?” de Claudia Werneck)</h6>
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		<title>Famílias, uni-vos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2016 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois da férias, vem as águas de março. A realidade invade, sem filtro, a sala e escancara: as aulas começaram efetivamente neste mês. E, se tem um conselho pra gente dar nesse início de ano é o seguinte: família, uni-vos. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/familia-uni-vos/">Continuar lendo<span> Famílias, uni-vos</span></a></p>
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<p>Depois da férias, vem as águas de março. A realidade invade, sem filtro, a sala e escancara: as aulas começaram efetivamente neste mês.<br />
E, se tem um conselho pra gente dar nesse início de ano é o seguinte: família, uni-vos. Seja a sua de inclusão ou não.<br />
Quer mais tinta na quadra nova? Quer botar música na escola? Quer mudar o uniforme? Quer mais inclusão? Juntem-se! Juntos, sois mais fortes!<br />
Se estamos falando de inclusão, vão aqui algumas dicas &#8211; que já têm dado certo pra muita gente:<br />
1) Procure saber se na sala do seu filho tem mais gente de inclusão. Em seguida, verifique se tem na série em questão.<br />
2) Se puder, seja ainda mais abrangente. Amplie a sua busca para o ciclo de ensino do seu filho.<br />
3) Crie um grupo de zap. E troquem informações. Dividam mesmo. Compartilhem experiências, troquem figurinhas. Se algo não deu certo com um aluno, é bom saber. E, se deu, por que não repetir?<br />
4) Que tal marcar reuniões periódicas fora da escola? Esses encontros são ótimos para o grupo se fortalecer, entender em que pé está a inclusão na escola e ainda se conhecer.<br />
5) Envolvam pais que não sejam de inclusão. Muitos sequer imaginam as dores e delicias do mundo da inclusão. E você pode se surpreender com aqueles que gostariam de participar.<br />
6) Por fim, converse sempre com a escola. Não em tom de guerra, mas de paz. Pois, se o tom não for de parceria mútua, pense em mudar de escola. Afinal, família e escola precisam querer a mesma coisa: o bem do aluno.<br />
Longo é o caminho, mas ele fica mais curto, mais suave, quando todos pensamos juntos. Olhe pro seu filho, mas olhe pro lado também: pode estar no colega de sala a ideia que pode ajudar, e muito, o seu filho.</p>
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		<title>Diálogo</title>
		<link>https://www.paratodos.net.br/dialogo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ciça Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2016 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[diálogo no escuro]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[museu histórico nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Paratodos esteve na mostra&#160;Diálogo no Escuro &#8211; Rio. Durante 45 minutos ficamos sem enxergar absolutamente nada. Iniciamos o percurso. Éramos em oito e a experiência provocou diferentes reações. Uns queriam acelerar o passo e descobrir logo o que estava pela frente. Outros pensaram em&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/dialogo/">Continuar lendo<span> Diálogo</span></a></p>
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<p>O <strong>Paratodos</strong> esteve na mostra&nbsp;<strong>Diálogo no Escuro &#8211; Rio</strong>. Durante 45 minutos ficamos sem enxergar absolutamente nada. Iniciamos o percurso. Éramos em oito e a experiência provocou diferentes reações. Uns queriam acelerar o passo e descobrir logo o que estava pela frente. Outros pensaram em voltar prá trás em busca da luz. Afinal, não estamos acostumados a não enxergar. E isto nos provoca medo e insegurança. Levando-nos a um lugar onde nunca estivemos.<br />
É justamente este o objetivo do projeto <a href="https://www.ingressorapido.com.br/compras/?id=46495&amp;gclid=CKGClou-tssCFQ6BkQodhNIAPQ#!/">&#8220;Diálogo no Escuro&#8221;</a>. Após 140 cidades de 40 países, chega finalmente ao Rio de Janeiro. A experiência multi-sensorial leva um grupo de visitantes munidos de bengalas a descobrir o que está no caminho. Sempre orientados por um guia cego que vai através da voz comandando o grupo todo. São quatro cenários em três ambientes que simulam a cidade.<br />
No trajeto, muitos tropeços e vários esbarrões acontecem. No nosso grupo são muitas crianças, mas difícil ainda. Somos obrigados a usar nossos outros sentidos, audição, tato e o olfato. Somos impelidos a pensar no outro, a pensar como as pessoas cegas fazem no seu dia a dia. Se colocar no lugar do outro nos faz repensar o nosso próprio lugar.<br />
Ao final, ainda no escuro, sentamos para conversar. Nesta hora, por incrível que pareça, foi o momento que mais senti falta da claridade. Preferi andar no escuro a falar no breu. Não ver o rosto do outro enquanto falamos, me afligiu muito mais. Pudemos perguntar sobre o projeto e sobre a vida da nossa guia.<br />
Lucas, onze anos, perguntou como ela usava o dinheiro. A guia rapidamente respondeu: &#8220;uso o dinheiro como todo mundo, para comprar o que eu preciso&#8221;. E sem perder o fôlego, continuou: &#8221; mas acho que você quer saber como faço para diferenciar as notas, correto?&#8221;. Assim que ele confirmou, ela prosseguiu dizendo que em casa com alguém separava as notas em diferentes locais na carteira. E que depois, na rua, precisava confiar nas pessoas ao receber o troco.<br />
Fomos pra casa refletindo. Pensando no outro, pensando nesta questão da confiança. E como diziam no release &#8220;o passeio pode durar pouco menos de uma hora, mas os efeitos dele, podem durar a vida toda&#8221;. Não deixem de ir!<br />
<strong>DIÁLOGO NO ESCURO</strong><br />
<strong>local:</strong> Museu Histórico Nacional. Praça Marechal Âncora, s/nº &#8211; Centro (3299-0324)<br />
quando: Ter a sex, das 10h às 17:30m. Sáb e dom, das 14h às 18h.<br />
<b>Meia Entrada:</b> Estudantes, Pessoa com deficiência e um acompanhante, Idosos (pessoas com mais de 60 anos), jovens pertencentes a famílias de baixa renda, com idades de 15 a 29 anos, Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes estadual e municipais, Professores da rede pública estadual e das redes municipais de ensino.<br />
Ingressos <a href="https://www.ingressorapido.com.br/compras/?id=46495&amp;gclid=CKGClou-tssCFQ6BkQodhNIAPQ#!/">aqui</a>.<br />
Para maiores informações, visite o&nbsp;<a href="http://www.dialogonoescuro.com.br/">website</a> ou <a href="https://www.facebook.com/dialogonoescuro/">Facebook</a>.<br />
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		<title>É dada a largada!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Codeço]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2016 14:42:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carla Codeço]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É dada a largada! O ano letivo de 2016 começou com a Lei Brasileira de Inclusão em vigor nos calcanhares das escolas. Agora, em março, estamos em plena velocidade. Não há como voltar. Pernas pra que te quero! <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/e-dada-a-largada/">Continuar lendo<span> É dada a largada!</span></a></p>
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<p>É dada a largada! O ano letivo de 2016 começou com a Lei Brasileira de Inclusão em vigor nos calcanhares das escolas. Agora, em março, estamos em plena velocidade. Não há como voltar. Pernas pra que te quero!<br />
As escolas correm. Não podemos negar, é verdade, que algumas tentaram correr da obrigação. No espírito “esperança é a última que morre” muitas escolas ficaram aguardando o resultado da liminar no supremo que tentava neutralizar, acabar ou adiar com a obrigação das escolas terem que educar a TODOS.<br />
Mas há também aqueles que estão na vanguarda das boas práticas. Muitas escolas correm atrás do passivo e se empenham em fazer um bom trabalho. De verdade! E as notícias se espalham. Promovem cursos de especialização para o corpo docente, contratam mediadores para os alunos que precisam, adaptam o material pedagógico, fazem planejamento individualizado.<br />
Mas, infelizmente, nem tudo são flores. Algumas escolas escolheram fazer um mínimo. Aliás este mínimo que estão fazendo agora, em 2016, já deveria estar sendo feito desde sempre. Desde a matrícula do primeiro aluno com alguma questão em toda a sua existência escolar. Parece que estão se fazendo de mortas. Esperando que a lei “pegue”. Se negando a reconhecer que independente de qualquer lei, é apenas uma questão de humanidade. E humanidade é algo que não pode faltar quando pensamos em sociedade, não é mesmo? Se pensarmos em escolas então&#8230;! Estas trabalham formando seres humanos. Espera-se que com valores.<br />
Então pessoal, vamos seguindo mais fortes em 2016. Caso a escola do seu filho não seja uma das que está cumprindo lindamente o protocolo, se organize, fale com os outros pais da escola. A parceria das famílias com as escolas é essencial para que esta escola que queremos possa existir. Vamos arregaçar as mangas e construir juntos esta escola de qualidade para todos. Uma sociedade inclusiva beneficia a todos. De verdade!</p>
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		<title>&#8220;Qual o lugar das diferenças no mundo de hoje?&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2015 18:16:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[sinagoga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um evento de inclusão numa sinagoga. Isso é, no mínimo, curioso. Quebradas as barreiras e mesmo os preconceitos, lá estavam judeus, em sua maioria naturalmente, com católicos, espíritas, budistas, evangélicos, ateus e o que mais de crença ou não crença aparecesse por ali. Todos juntos lotando um espaço de fé. Porque, sim, é preciso ter fé na nossa humanidade. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/qual-o-lugar-das-diferencas-no-mundo-de-hoje/">Continuar lendo<span> &#8220;Qual o lugar das diferenças no mundo de hoje?&#8221;</span></a></p>
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<p>Um evento de inclusão numa sinagoga. Isso é, no mínimo, curioso. Quebradas as barreiras e mesmo os preconceitos, lá estavam judeus, em sua maioria naturalmente, com católicos, espíritas, budistas, evangélicos, ateus e o que mais de crença ou não crença aparecesse por ali. Todos juntos lotando um espaço de fé. Porque, sim, é preciso ter fé na nossa humanidade.</p>
<p>Mas o foco não era a religião. Então, por cerca de duas horas, mais de cem pessoas &#8211; professores, mediadores, gestores de escolas, pais de filhos com deficiência, pais, simplesmente, estudantes e demais interessados no assunto &#8211; se sentaram para refletir sobre a pergunta central do encontro: &#8220;Qual o lugar das diferenças no mundo de hoje?&#8221;. E muitas foram as respostas oferecidas.<br />
Na roda de conversa, conduzida pelo Paratodos, o tema da invisibilidade da pessoa com deficiência foi imediatamente tocado por Rosana Kohl Bines. Com delicadeza, a professora da PUC recorreu à vida de Jorge Luis Borges e fechou com citações de Clarice Lispector.</p>
<p><a href="http://www.paratodos.site/CLONE2/wp-content/uploads/2015/08/qual-o-lugar-das-diferencas-no-mundo-de-hoje2.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-42325" src="http://www.paratodos.site/CLONE2/wp-content/uploads/2015/08/qual-o-lugar-das-diferencas-no-mundo-de-hoje2.jpg" alt="" width="660" height="495" srcset="https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2015/08/qual-o-lugar-das-diferencas-no-mundo-de-hoje2.jpg 660w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2015/08/qual-o-lugar-das-diferencas-no-mundo-de-hoje2-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em seguida, foi a vez de Rafael Bronz, do Liessin, tratar da inclusão na escola recorrendo a teóricos como Zygmunt Bauman e Edgar Morin. Daniel Becker lembrou que somos todos imperfeitos, há deficiências mais e menos explícitas e certamente todos vamos lidar com nossas deficiências um dia. O pediatra falou ainda das expectativas, que não precisam ser baixas para pessoas com deficiência. Por fim, Thelma Polon, do Eliezer, disse que o caminho para se ter inclusão na escola perpassa pelo investimento. Em equipe, em profissionais que acreditam que a inclusão é um valor. No encontro, houve espaço também para alunos do grêmio do Eliezer se pronunciarem em defesa de uma educação menos conteudista e mais alinhada ao potencial de cada um, criticando fortemente a educação nos atuais moldes.  <a href="https://paratodosinclusao.files.wordpress.com/2015/08/11949630_10200791350303154_965737597_n.jpg"><br />
</a></p>
<div>
<div></div>
<div>Ninguém saiu do evento com roteiros a seguir ou manuais a divulgar em suas vidas. Saímos com a certeza de que para incluir, seja lá em que campo for, é preciso, primeiramente, ter vontade. Em seguida, acreditar que é possível. E, tentar, e errar, e tentar novamente, e errar de novo, para, então, acertar.</div>
</div>
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		<title>Carta aberta aos donos e diretores de escolas privadas do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2015 15:17:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[defificência]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[educação inclusiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último dia 3 de agosto, a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a obrigatoriedade de assegurar educação aos estudantes com deficiência, alegando ser inconstitucional a Lei Brasileira de Inclusão em seu artigo 28&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/carta-aberta-aos-donos-e-diretores-de-escolas-privadas-do-pais/">Continuar lendo<span> Carta aberta aos donos e diretores de escolas privadas do país</span></a></p>
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<p>No último dia 3 de agosto, a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a obrigatoriedade de assegurar educação aos estudantes com deficiência, alegando ser inconstitucional a Lei Brasileira de Inclusão em seu artigo 28 (que estabelece ser dever das escolas particulares efetivar matrícula sem qualquer cobrança extra para os alunos com deficiência). Imaginamos, naturalmente, que os senhores e senhoras, donos e/ou diretores de escola, estão cientes disso, dado que a entidade os representa. Em caso de desconhecimento, basta olhar no site da entidade e verão logo a petição inicial da empreitada.<br />
Então, ficamos intrigadas por aqui e gostaríamos muito de saber qual o objetivo da recente ação ajuizada no STF. Ora, se os senhores não podem arcar com estes custos (sim, esta é a alegação), talvez devam estudar e pensar numa forma de acomodar custos,  já que falamos de EDUCAÇÃO. Quando falamos em Educação estamos falando de concessão de um serviço público e não de um serviço qualquer. Estamos falando de vocação e desejo em contribuir com a formação de cidadãos.<br />
Gostaríamos de saber também como pretendem, na prática, viabilizar a proposta de vocês. Visto que nem todas as deficiências são visíveis, será necessário implementar provas e testes de habilidade para estabelecer quais crianças estarão aptas a frequentar suas escolas, correto? Visto que nem todas as deficiências são de nascença, também será necessário um plano para expulsar estas crianças no momento que se adquire uma deficiência, certo? E, na hora de dividir as criancinhas, aquelas com superdotação ficam dentro ou fora da sua escola? Hummm, elas podem elevar a nota do Enem&#8230;  Será criado um filtro de cidadania, que determinará que cidadãos têm direito à educação e que cidadãos não têm tantos direitos assim. E o que farão com estes alunos que não passarem no filtro? Serão descartados como resíduos tóxicos de uma indústria? Cidadãos fadados a não terem vida produtiva em sociedade?<br />
É preciso pensar também nos demais alunos. Estes alunos que escaparam do descarte. O que estarão ensinando de fato para estes alunos? Que, primeiramente, é possível driblar leis e há sempre brechas e jeitinhos para seguir ou não uma regra. E mais. Que existem categorias de cidadãos e que eles estão dentro da categoria de privilegiados. Que existem pessoas que têm direitos e deveres; e outras, apenas deveres. E que o mundo é feito de perfeições fugazes e superficiais.<br />
De todo modo, não ensinarão sobre diversidade e diferenças. Como pretendem dizer às crianças que seus amigos, vizinhos ou até mesmo irmãos não poderão frequentar a escola deles? Claro, será fácil, desde que a família possa pagar o dobro ou até o triplo do que as demais famílias pagam, este aluno passará automaticamente a ter direito de estar ali, com seus pares.<br />
Restam os alunos com deficiência e sem condições financeiras. O que será feito deles? É preciso traçar um plano para estes alunos-resíduos. Afinal todos dividiremos o mesmo espaço em sociedade. Já pensou no incômodo? Ou usarão o bom e velho recurso de vassoura e tapete para varrer e esconder o que lhes incomoda?<br />
Uma ação como essa bate de frente com as transformações por que passam a educação no país &#8212; mudanças, aliás, muitas vezes capitaneadas por experiências de vanguarda de muitas escolas particulares. Vejam os números. Nos últimos 15 anos, o Brasil vivenciou avanços notáveis na educação inclusiva: as matrículas de alunos com deficiência, transtornos de desenvolvimento e altas habilidades mais que dobraram entre 1998 e 2013. O país não apenas conseguiu colocar mais dessas crianças na escola, mas também ampliou a presença delas nas escolas regulares. Em 1998, o Censo Escolar do MEC registrava 337 mil matrículas de alunos com algum tipo de deficiência, sendo que apenas 13% deles conviviam nas mesmas salas de aula com os demais. A imensa maioria estava nas escolas especiais ou em classes separadas. Em 2013, o total de alunos com deficiência matriculados em escolas da educação básica chegou a cerca de 843 mil, e o percentual de incluídos em classes comuns passou para 77%.<br />
É um caminho sem volta, senhores e senhoras.<br />
Só é inclusão, se for #paratodos.</p>
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		<title>Grupo de Pais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Codeço]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2015 15:07:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carla Codeço]]></category>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Paratodos tem um convite para lhe fazer. Venha participar do nosso Grupo de Pais. Tivemos quatro encontros no primeiro semestre e agora, no segundo, serão mais quatro. Nossa ideia é criar uma rede de apoio mútuo onde possamos trocar experiências e criar novas estratégias para&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/grupo-de-pais/">Continuar lendo<span> Grupo de Pais</span></a></p>
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<div>O Paratodos tem um convite para lhe fazer. Venha participar do nosso Grupo de Pais. Tivemos quatro encontros no primeiro semestre e agora, no segundo, serão mais quatro. Nossa ideia é criar uma rede de apoio mútuo onde possamos trocar experiências e criar novas estratégias para lidar com questões ligadas à deficiência. Conversaremos sobre os temas abaixo:</div>
<div></div>
<div><strong>19/08 &#8211; Como conversar com amigos e familiares sobre a questão da deficiência?</strong><br />
<strong> <span class="text_exposed_show"> 30/09 &#8211; Gestão da agenda da criança com deficiência<br />
28/10 &#8211; Distinguindo medicação de medicalização<br />
02/12 &#8211; Desafios da participação em eventos sociais</span></strong></div>
<div>Local: Praia de Botafogo, 228/ 2o andar<br />
Centro de Convenções (Evento do Centron)Horário: 19:30 às 21:30Valor: R$60,00 por encontro<br />
ou R$200, pelos 4 encontrosInscrições: grupodepais@eminclusao.com.br<br />
30 vagas por encontroSe precisar de mais alguma informação, não hesite em mandar um e-mail pra gente: paratodos@paratodos.net.br</div>
<div>Será muito importante que você esteja conosco!</div>
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		<title>Bronca de quê?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2015 17:11:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome de Down]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.paratodos.net.br/bronca-de-que/">Bronca de quê?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.paratodos.net.br">Paratodos</a>.</p>
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<div      class="vc_row wpb_row section vc_row-fluid " style=' text-align:left;'><div class=" full_section_inner clearfix"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element ">
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			<div><em>Por Fabiana Ribeiro</em></div>
<div></div>
<div style="text-align: left;">Quatro jovens &#8212; uma patricinha, uma certinha filha de pais liberais, um insatisfeito com a escolha profissional e outro que se vê angustiado pela pressão dos pais &#8212; resolvem se juntar a um protesto. Mesmo sem sequer saberem do que se tratava o movimento. Com suas demandas em cartazes, como Wi-fi livre e mais tolerância dos pobres com os ricos, o quarteto se vê como os únicos a participar da manifestação solitária de Guilherme, um jovem com síndrome de Down que deseja ser livre. Esse é o enredo de Bronca de quê? &#8212; peça que fica, em cartaz, no Teatro das Artes, no Shopping da Gávea, até início de agosto. Sob a direção de Ernesto Piccolo, a peça é voltada especialmente para o público jovem e toca em temas como inclusão, sexualidade, diferenças e família. No último domingo, o Paratodos organizou um grupo, de cerca de 40 pessoas, para assistir ao espetáculo.</div>
<div></div>
<div>Com texto simples e linguagem bastante acessível ao público jovem, a peça nos joga no colo estereótipos que carregamos o tempo todo conosco (e dos quais devemos nos livrar urgentemente). E o maior estereótipo é justamente desconstruído com Guilherme. Se a expectativa era de que Guilherme, por ter Síndrome de Down, fosse bobo, inconveniente e sem aptidões e maiores talentos, essa conjectura é frustrada. Para ele, os adjetivos se mostravam outros: irreverente, inteligente, bem articulado e totalmente consciente de seus direitos.</div>
<div></div>
<div>A peça é um convite ao debate. Toca na ferida da inclusão social. Pode se mostrar como início de uma conversa sobre diversidade, tolerância, amizade e solidão. E tantos outros temas que vem junto no pacote da deficiência. Enfim, pede uma pizza depois da sessão &#8212; o que o grupo organizado pelo Paratodos fez após o evento.</div>
<div></div>
<div>Há ainda uma desconstrução de estereótipos mais profunda do que a que vem pela ficção. E dessa vez não é Guilherme que nos afronta com nossas próprias convicções, mas o ator que o interpreta, Pedro Baião. Pedro, 24 anos, é prova viva que, sim, uma pessoa com deficiência pode ter uma profissão e se sair muito bem nela. Basta ter oportunidades. Oportunidades que começam, de pequeno, na escola. É uma escola inclusiva que permitirá que mais Pedros e Marias, seja lá como eles são, consigam ser aquilo que desejam ser.</div>
<div></div>
<div>Talvez assim, com mais diversidade nas escolas, com mais pessoas de todos jeitos chegando ao mercado de trabalho, nós não surpreendamos com a atuação de Pedro no tablado. Quem sabe nós não batamos palmas a cada aparição de Pedro no palco do teatro. Porque a salva de palmas a cada fim de cena sela o nosso preconceito. A cada &#8220;Uh, uh!&#8221; para Pedro fora de hora, estamos dizendo &#8220;nossa, ele consegue, bravo!&#8221;. E por que não conseguiria? Em vez disso, vamos valorizar o seu talento e não a sua síndrome. Enxergar a pessoa e não a sua deficiência.</div>
<div></div>
<div>Longa é a caminhada. Até lá, uma salva de palmas a Pedro. No fim do espetáculo. De pé. Porque, sim, sua atuação em todas as cenas merece homenagens.</div>

		</div> 
	</div> </div></div></div></div></div><div      class="vc_row wpb_row section vc_row-fluid " style=' text-align:left;'><div class=" full_section_inner clearfix"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">	<div class="vc_empty_space"  style="height: 32px" ><span
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		</span></div>


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			<a class="qode-prettyphoto qode-single-image-pretty-photo" data-rel="prettyPhoto[rel-37236-2973202212]" href="https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2015/07/bronca-de-que2.jpg" target="_self"><div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img width="719" height="960" src="https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2015/07/bronca-de-que2.jpg" class="vc_single_image-img attachment-large" alt="" loading="lazy" title="bronca-de-que2" srcset="https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2015/07/bronca-de-que2.jpg 719w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2015/07/bronca-de-que2-225x300.jpg 225w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2015/07/bronca-de-que2-600x800.jpg 600w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2015/07/bronca-de-que2-700x935.jpg 700w" sizes="(max-width: 719px) 100vw, 719px" longdesc="https://www.paratodos.net.br?longdesc=43126&amp;referrer=37236" id="longdesc-return-43126" /></div></a>
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