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	<title>Arquivos Eventos - Paratodos</title>
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	<description>Por um mundo que ninguém fica para trás</description>
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		<title>Moradia independente para a pessoa com deficiência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Parente]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Sep 2019 21:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Flavia Parente]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"O objetivo não é estabelecer qual a melhor opção, mas sim avaliar qual a mais adequada para cada pessoa. O critério de escolha deve ser principalmente o desejo do indivíduo com deficiência, que deve ter oportunidade de exercer autonomia e independência." <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/moradia-independente-para-a-pessoa-com-deficiencia/">Continuar lendo<span> Moradia independente para a pessoa com deficiência</span></a></p>
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			<p>Flavia Poppe do <a href="https://www.institutojng.org.br/index" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instituto JNG</a> esteve conosco no nosso grupo de estudos na Puc-Rio neste sábado. A discussão teve como tema: moradia independente para a pessoa com deficiência. Tivemos a participação de pessoas com deficiência, famílias de pessoas com deficiência, representantes do Poder Público, de escolas e da sociedade civil em geral.</p>
<p>Flavia Poppe pode elucidar a diferença entre moradia independente e residência assistida. Respeitando a diversidade, esclareceu que o objetivo não é estabelecer qual a melhor opção, mas sim avaliar qual a mais adequada para cada pessoa. O critério de escolha deve ser principalmente o desejo do indivíduo com deficiência, que deve ter oportunidade de exercer autonomia e independência.</p>
<p>Na moradia independente, a pessoa com deficiência mora sozinha ou com alguém de sua escolha e recebe apoio pontual, por algumas horas, pré-agendados. O apoio não é terapêutico; é para questões cotidianas. O apoio terapêutico, se necessário ou desejado, acontecerá de forma independente. Já na residência assistida, a pessoa com deficiência mora com um grupo de pessoas e o apoio é permanente.</p>
<p>Flavia Poppe enfatizou que toda pessoa com deficiência pode morar sozinha, sem sua família. O que pode variar é o modelo de moradia que escolhe e o tipo de apoio que irá receber.</p>
<p>Ainda falamos que a vida adulta pressupõe, basicamente, de três fatores: trabalho, vida amorosa/sexual e moradia independente. É que, também no caso da pessoa com deficiência, é preciso pensar estas questões desde cedo.</p>

		</div> 
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		<title>Apertem os cintos: inclusão em pleno voo!</title>
		<link>https://www.paratodos.net.br/apertem-os-cintos-inclusao-em-pleno-voo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2019 17:47:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o Prof. David Rodrigues a inclusão não pode estar personificada em uma determinada pessoa, qualquer que seja a sua função na escola. Não pode, ainda, se limitar a uma deficiência ou questão específica. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/apertem-os-cintos-inclusao-em-pleno-voo/">Continuar lendo<span> Apertem os cintos: inclusão em pleno voo!</span></a></p>
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			<h3>“Inclusão é responsabilidade da professora Fátima? Ou a inclusão acontece na sala 12?”</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estas foram algumas das questões levantadas pelo educador português David Rodrigues* na palestra proferida na USP semana passada. Uma plateia lotada e ainda quatro outras universidades transmitindo ao vivo em seus auditórios.</p>
<p>O Prof. David Rodrigues ressaltou que a inclusão não pode estar personificada em uma determinada pessoa, qualquer que seja a sua função na escola. Não pode, ainda, se limitar a uma deficiência ou questão específica. Nada disso! A inclusão é, antes de tudo, uma questão transversal, que perpassa todo o sistema educacional. Na realidade, trata-se de um direito humano e, como tal, incondicional. Não se pode pensar em cidadania sem inclusão. Assim, como ele diz, a questão da inclusão deveria ser “de infusão”, isto é, deveria estar presente em todos os cursos, em todos os lugares, em toda a sociedade.</p>
<p>Segundo o educador, a questão da inclusão está diretamente relacionada aos sistemas educativos de qualidade, uma vez que uma boa escola é aquela que não deixa nenhum aluno para trás. Qualidade pressupõe necessariamente a conjunção de dois elementos: excelência e inclusão (grifo no “E”, por favor!). De acordo com a Declaração de Incheon, da UNESCO, de 2015, nenhuma meta de educação é cumprida a menos que tenha sido atingida por todos. E mais: todo aprendiz importa e importa da mesma forma, nos termos do Guia para assegurar a inclusão e a equidade na educação elaborado pela UNESCO em 2017 (“<a href="https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000248254" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guide for ensuring inclusion and equity in education</a>”).</p>
<p>Mas, inclusão não é algo dado, não é algo perfeito; é um processo. Estamos construindo a inclusão com o avião no ar. Não podemos perder tempo, nem ficar à espera; precisamos ser ousados e nos unirmos! David Rodrigues falou ainda sobre a possibilidade da mudança vindo de “protagonistas improváveis”. E citou Gandhi “seja você a mudança que quer ver no mundo”.</p>

		</div> 
	</div> <div class="separator  normal   " style="margin-top: 22px;margin-bottom: 22px;background-color: #d1d1d1;height: 2px;"></div>

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			<h6>Por Ciça Melo e Flavia Parente</h6>

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			<h6>*David Rodrigues é professor titular da Universidade de Lisboa, presidente da ONG Pró-Inclusão, conselheiro Nacional de Educação, diretor da Vindas Educação Internacional e autor do fantástico TED <a href="https://www.youtube.com/watch?reload=9&amp;v=0kDL5kxDg_A&amp;app=desktop" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Pensar utopicamente a educação</a></h6>

		</div> 
	</div> </div></div></div></div></div><div      class="vc_row wpb_row section vc_row-fluid " style=' padding-top:64px; text-align:left;'><div class=" full_section_inner clearfix"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Que tal embarcar conosco em novembro? Paratodos e Vindas estarão juntos com o Prof. David Rodrigues e Luzia Lima-Rodrigues para conferir ao vivo e à cores como funciona o sistema educacional inclusivo em Portugal.</p>

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			<a href="mailto:kyria@darsaclisturismo.com.br" target="_blank"><div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img width="800" height="800" src="https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2019/08/CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="convite Educação inclusiva em Portugal" loading="lazy" title="CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2" srcset="https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2019/08/CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2.jpg 800w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2019/08/CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2-150x150.jpg 150w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2019/08/CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2-300x300.jpg 300w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2019/08/CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2-768x768.jpg 768w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2019/08/CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2-570x570.jpg 570w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2019/08/CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2-500x500.jpg 500w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2019/08/CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2-700x700.jpg 700w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" longdesc="https://www.paratodos.net.br?longdesc=44234&amp;referrer=44218" id="longdesc-return-44234" /></div></a>
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		<title>Comunicação alternativa</title>
		<link>https://www.paratodos.net.br/comunicacao-alternativa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 May 2018 00:54:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Paratodos reuniu no sábado, 5 de maio, profissionais interessados em conhecer uma metodologia de comunicação alternativa voltada para pessoas com dificuldade de comunicação. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/comunicacao-alternativa/">Continuar lendo<span> Comunicação alternativa</span></a></p>
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			<p>O Paratodos reuniu no sábado, 5 de maio, profissionais interessados em conhecer uma metodologia de comunicação alternativa voltada para pessoas com dificuldade de comunicação. Entre os profissionais havia fonoaudiólogos, psicólogos, médicos e educadores. Sim, temos visto cada vez mais professores envolvidos no processo de inclusão. No grupo também havia vários familiares.</p>
<p>“Levar a possibilidade de se comunicar para uma pessoa é algo maravilhoso.”, disse Flavia Parente, do Movimento Paratodos.</p>

		</div> 
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			<p>A metodologia apresentada se chama PODD (Pragmatic Organization Dynamic Display), tradução oficial Pranchas Dinâmicas com Organização Pragmática, e foi desenvolvida nos anos 1990 por Gayle Porter, uma fonoaudióloga australiana. Tem sido aplicada pelo mundo todo com resultados fantásticos.<br />
Alessandra Buosi é de São Paulo e é uma das poucas fonoaudiólogas que representa o método no Brasil.<br />
“Este método é adequado para todos que têm necessidade complexa de comunicação. Embora eu tenha iniciado o uso com crianças com paralisia cerebral, hoje tenho ficado encantada com resultados com crianças com autismo&#8221; &#8211; disse a especialista.</p>

		</div> 
	</div> 
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		<title>Autismo em pauta</title>
		<link>https://www.paratodos.net.br/autismo-em-pauta/</link>
					<comments>https://www.paratodos.net.br/autismo-em-pauta/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2018 13:50:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paratodos.net.br/2018/03/15/autismo-em-pauta/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Profissionais de cerca de 15 escolas do Rio estiverem presentes no Grupo de Discussão do Paratodos na noite do dia 14 de março. Além de educadores, também participaram psicólogos, fonoaudiólogos, auxiliares e estagiários de escolas, estudantes e familiares de pessoas com deficiência.  <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/autismo-em-pauta/">Continuar lendo<span> Autismo em pauta</span></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.paratodos.net.br/autismo-em-pauta/">Autismo em pauta</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.paratodos.net.br">Paratodos</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Audima Widget Injection -->
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<p>Profissionais de cerca de 15 escolas do Rio estiverem presentes no Grupo de Discussão do Paratodos na noite do dia 14 de março. Além de educadores, também participaram psicólogos, fonoaudiólogos, auxiliares e estagiários de escolas, estudantes e familiares de pessoas com deficiência. Conduzido por Flavia Parente, do Paratodos, cerca de 50 pessoas discutiram, a partir da série &#8220;Eu sou assim&#8221;, sobre autismo. Uma vez por mês, o Paratodos promove esta troca na Espaço Envolvimento de Ipanema, sempre às 19h30. Na próxima reunião do grupo, 11 de abril, entram para o debate questões ligadas à Síndrome de Down. As <a href="https://paratodos.net.br/inscricoes-2/">inscrições</a> já estão abertas.</p>
<p>&#8211; No ano passado, esse grupo era formado especialmente por familiares. Agora, vimos aqui poucos pais e cerca de 40 profissionais que estão entendendo que a inclusão é um assunto que precisa sair de debaixo do tapete. É uma turma que busca ferramentas para ser um professor melhor, um educador melhor, uma escola melhor. Hoje, a inclusão é uma demanda do mercado de educação, um caminho sem volta, que traz benefícios para todos. Não dá mais pra dizer que falta preparo ou não se aceita mais aluno com deficiência. Nem a lei permite isso. nem as famílias permitem isso também &#8211; disse Flavia Parente.</p>
<blockquote><p><strong><a href="https://paratodos.net.br/inscricoes-2/">PRÓXIMO ENCONTRO.</a></strong></p></blockquote>
<blockquote><p><strong><a href="https://paratodos.net.br/inscricoes-2/">11 de abril &#8211; Grupo de Discussão do Paratodos sobre &#8220;Eu sou assim&#8221;</a></strong></p></blockquote>
<blockquote><p><strong><a href="https://paratodos.net.br/inscricoes-2/">Episódio a ser discutido: &#8220;Síndrome de down&#8221;</a></strong></p></blockquote>
<blockquote><p><strong><a href="https://paratodos.net.br/inscricoes-2/">Das 19h30 às 21h</a></strong></p></blockquote>
<blockquote><p><strong><a href="https://paratodos.net.br/inscricoes-2/">Não haverá exibição do episódio no dia, mas ter assistido anteriormente não é imprescindível para participar.</a></strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>SOBRE A SÉRIE.<br />
A série traz depoimentos, conta histórias e dá voz a pessoas com deficiência e familiares e amigos, mostrando os desafios, limitações, sentimentos, os preconceitos vivenciados e a força do afeto na história de cada um. Sem tratar com olhar, muitas vezes associado ao universo da deficiência, de vítima, compaixão ou heroísmo, a série mostra como a inclusão é importante para o desenvolvimento de todos.<br />
Cada episódio tem dois personagens, uma criança e um adulto., o que é uma maneira de mostrar que no início as dúvidas, angústias sobrevoam a maternidade e a paternidade, A vida adulta já traz um horizonte com mais possibilidades. Em tudo, um olhar real.<br />
A série tem 13 episódios, de quase 25 minutos, cada e aqui vamos tratar de oito deles. Passou na GNT, num canal que tem um público diversificado, até pela proposta do canal. Uma oportunidade para falar para muita gente que não tem deficiência &#8211; ou que não tem familiar com deficiência &#8211; sobre esse universo. Talvez esse seja o grande mérito: contar histórias, sem melodramas, para todos.</p>
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		<title>Show de inclusão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ciça Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2017 13:10:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um show! Mais de 200 crianças. Criança com autismo, criança com baixa visão, criança com pinta na barriga, criança com olhos verdes. Simplesmente crianças! Todos juntas! Num mesmo palco. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/show-de-inclusao/">Continuar lendo<span> Show de inclusão</span></a></p>
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<p>Um show! Mais de 200 crianças. Criança com autismo, criança com baixa visão, criança com pinta na barriga, criança com olhos verdes. Simplesmente crianças! Todos juntas! Num mesmo palco.<br />
Haviam ensaiado apenas naquele dia, brincadeira de hotel. Lá estavam radiantes com suas fantasias improvisadas. Ou sem fantasias mesmo &#8211; afinal, sempre há aqueles que, por algum motivo, não querem se vestir, mas podem participar.<br />
Havia também os que desistiram minutos antes. Não curtiram a fantasia. Outros emburraram no palco. Queriam muito entrar para o show, porém, na hora H, travaram. Faz parte.<br />
Até os pais tiveram espaço. Sonho de nove entre dez meninas, as pequenas tiveram uma música para dançar com seu príncipe encantado &#8211; o pai. Aplausos de pé. Plateia encantada.<br />
Ah! E os que não quiseram participar? Seriam os chatos do hotel? Seria mesmo isso? Claro que não. Um pode ter muita aptidão para o desenho. Outra pode ser uma grande estrela na ginástica olímpica. E o palco? Nao é a praia deles. Ficaram muito bem no papel de&#8230; espectadores. Torcedores de irmãos e novos amigos.<br />
Cada um do seu jeito. Fazendo aquilo que curtem fazer! Cada um na sua, mas todos juntos. Se estavam seguindo ou não a coreografia? Se estavam sob o mesmo compasso? Só sei dizer que pareciam um grupo da Broadway. Ah, estavam felizes. E essa felicidade, esse gostinho de que o esforço deles deu certo, tudo isso fez os hóspedes se emocionarem diante de tamanho empenho e entusiasmo.<br />
&#8220;Livro dos Sonhos&#8221; era o nome do show. Mas não era um sonho: foi realidade.</p>
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		<title>Um menino vadio </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ciça Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2017 13:42:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Henrique tem hoje 16 anos, ainda tem dificuldade de socializar e de se comunicar. Algumas vezes pode ser agressivo, principalmente contra si mesmo. Continua gostando de desenho animado.  <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/um-menino-vadio/">Continuar lendo<span> Um menino vadio </span></a></p>
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<p>Henrique tem hoje 16 anos, ainda tem dificuldade de socializar e de se comunicar. Algumas vezes pode ser agressivo, principalmente contra si mesmo. Continua gostando de desenho animado. É o que nos conta seu pai &#8211; o jornalista Luiz Fernando Vianna &#8211; ao longo das quase 200 páginas do seu &#8220;Meu menino vadio: Histórias de um garoto autista e seu pai estranho&#8221;.</p>
<p>Lançado em janeiro deste ano, o livro nos traz a verdade nua e crua de que &#8220;apenas amor incondicional e cuidados intensivos não bastam&#8221;. Com muita coragem, Vianna não adoça, conta abertamente como tem sido sua vida. Alguns chegam a largar o livro ou ficam até mesmo com raiva do autor. Prá mim, a honestidade me trouxe alívio. Foi isto que me permitiu pensar também nos meus sentimentos. Nem sempre tão nobres.<br />
Logo no início, Vianna conta sobre a alegria de escutar Henrique repetir dezenas de vezes &#8220;Papai chegou&#8221; quando ele entrava em casa vindo do trabalho. E ainda tem quem duvide sobre a possibilidade de uma pessoa com autismo ter ou expressar seus sentimentos&#8230; Mas nem tudo são flores, como sabemos. E é sobre o dia a dia que Vianna nos conta, sem dourar a pílula, fala dos momentos mais difíceis.<br />
Então, ler sobre o dia em que disse &#8220;não vou aguentar&#8221; ajuda a tantos familiares que já estiveram nesta situação. E ver no parágrafo seguinte que ele aguentou, reforça a ideia de que todos aguentaremos. Mesmo que o autor nos diga que não havia alternativa, o livro nos mostra claramente o que o impulsiona: o amor.<br />
Entre os muitos livros citados, &#8220;O Cérebro Autista&#8221; de Temple Grandin é um deles. Vianna traz as duras críticas que a autora faz aos rótulos estabelecidos às pessoas. Ela vai mais longe e pede que pais e professores não permitam que uma criança seja definida por uma classificação do DSM ou CID (sistemas classificatórios de diagnósticos). O autor afirma ainda que é apenas uma palavra &#8211; que &#8220;não ajuda em nada na lida do dia a dia&#8221;.<br />
Vianna assume todas as suas culpas &#8211; sem tapar o sol com a peneira. Mas também nos leva a refletir sobre qual o papel da escola, dos terapeutas, da família ampliada e até da sociedade como um todo. Ao relatar um dia no shopping quando ele diz a uma senhora &#8220;desculpe, mas ele é doente&#8221;. É quase como se esta senhora representasse todos nós. E se temos que nos desculpar, é por que temos a quem culpar. Mas de quem é a culpa? Por que não conseguimos conviver com as diferenças?<br />
Entretanto, apesar do próprio autor se declarar um pessimista, já no meio do livro, ele diz &#8220;pode ser que as gerações futuras encontrem um cenário mais propício à inclusão na sociedade e à aceitação das particularidades das pessoas com autismo&#8221;. Por falar em pessimismo, Luiz Fernando Vianna se apresenta como pessimista, covarde, depressivo, alcoólatra e bipolar. Eu o vejo como realista, honesto, verdadeiro e acima de tudo, corajoso. Venha decidir por você mesmo. Amanhã Luiz Fernando Vianna e eu estaremos na livraria Blooks às 19h conversando sobre seu livro e muito mais.</p>
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		<title>Extraordinariamente extraordinário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2017 15:24:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Extraordinário” – livro de R.J. Palacio, que será o pano de fundo do bate-papo conduzido pela jornalista Ciça Melo, do Paratodos, na livraria Blooks amanhã a partir das 19h30 – é extraordinário. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/extraordinariamente-extraordinario/">Continuar lendo<span> Extraordinariamente extraordinário</span></a></p>
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<p>“Extraordinário” – livro de R.J. Palacio, que será o pano de fundo do bate-papo conduzido pela jornalista Ciça Melo, do Paratodos, na livraria Blooks amanhã a partir das 19h30 – é extraordinário. O livro narra as aventuras e desventuras de August, um menino de 10 anos que, em decorrência de uma síndrome, tem uma severa deformidade facial. Tendo passado por complicações médicas e várias cirurgias ao longo da vida, Auggie, como é carinhosamente chamado, até então nunca tinha frequentado uma escola. Tudo muda quando sua família decide que chegou a hora de o menino sair do casulo e entrar para um colégio particular de Nova York.<br />
As histórias são contadas a partir das perspectivas dos personagens, o que nos dá diferentes interpretações sobre um mesmo episódio. Assim, além da visão do protagonista, traz as vozes da irmã de Auggie e de seus amigos. O que é ótimo, especialmente, quando se pensa que o livro é voltado para adolescentes e pré-adolescentes. De alguma forma, logo dá para se identificar com algum dos personagens ou com situações em que colocam os nossos valores à prova.</p>
<p>Ao longo de 318 páginas, rimos com Auggie; choramos com Auggie; e principalmente, aprendemos com Auggie. E percebemos que o caminho da gentileza, de se colocar no lugar do outro, de respeitar aquilo que nos é estranho nem sempre é uma decisão simples ou óbvia. Especialmente quando se está na escola e a opinião dos demais é muito importante para crianças e adolescentes. E, bom lembrar, escolhas sempre trazem consequências, mesmo que a opção seja a mais correta e coerente. Há sempre um preço a se pagar.<br />
“Extraordinário” é desses livros que pais e mães deveriam ler na mesma época em que seus filhos. Ou, digo mais, poderiam tirar um tempo para ler para seus filhos, mesmo que eles já tenham idade para ler sozinhos. É um livro que abre para o debate, para as conversas, e que, no meio desse momento, pode-se descobrir o que seu filho anda pensando, fazendo ou simplesmente vivenciando na escola. É um convite para longas conversas. Se estiver disposto, abra o livro.</p>
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		<title>​Paratodos conversa com Denise Aragão </title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2017 14:55:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Paratodos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inclusão, preconceito, família. Esses foram alguns dos temas discutidos ontem, na Blooks, em Botafogo, no bate papo entre a jornalista Ciça Melo, do Paratodos, e a escritora Denise Aragão.  <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/%e2%80%8bparatodos-conversa-com-denise-aragao/">Continuar lendo<span> ​Paratodos conversa com Denise Aragão </span></a></p>
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<p><span style="font-size: 16px;">Inclusão, preconceito, família. Esses foram alguns dos temas discutidos ontem, na Blooks, em Botafogo, no bate papo entre a jornalista Ciça Melo, do Paratodos, e a escritora Denise Aragão. Denise, que lançou no fim do ano passado seu livro &#8220;Eu, meu filho e o autismo &#8211; uma jornada inesperada&#8221;, é mãe de dois meninos, sendo um deles o João Pedro, de 13 anos, que tem austimo.&nbsp;</span><br />
&#8211; Esse livro é algo que quero deixar pra que as pessoas saibam que o autismo nao minimiza o meu filho. Esse livro é um grito desesperado e libertador para uma mãe &#8211; disse Denise.<br />
Denise comentou da importância da inclusao escolar, do desconhecimento das pessoas sobre o autismo que leva a atitudes baseadas em preconceitos ou estereótipos. E ressalta que uma das partes mais difíceis da maternidade recai justamente na vida social, quando ele precisa lidar com comentários inadequados, mesmo de crianças, &nbsp;ou olhares de reprovação.<br />
&#8211; O autismo do meu filho revelou uma outra Denise. Eu me reinventei e hoje nao sinto saudades de quem eu fui um dia.<br />
O &#8220;Paratodos conversa&#8221; é um evento que acontece nas segundas terças-feiras do mês na livraria Blooks. No proximo mês, esta prevista a discussão do livro &#8220;Extraordinário&#8221; com a participação de Vitoria Griner e seus irmãos à frente do debate.&nbsp;<span style="font-size: 16px;">Em abril, será a vez de Luiz Fernando Vianna falar sobre seu &#8220;Meu menino vadio&#8221;.</span></p>
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		<title>E essa roda está ficando apertada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Oct 2016 01:11:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Professor, diretor de escola, mediador, universitário, terapeuta e família. Esse era o retrato das cerca de 50 pessoas que estavam na última quinta-feira, na ABBR*, no Jardim Botânico, na Roda de Conversa sobre inclusão organizada pelo Paratodos e pelo EMI <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/e-essa-roda-esta-ficando-apertada/">Continuar lendo<span> E essa roda está ficando apertada</span></a></p>
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<div></div>
<div>Professor, diretor de escola, mediador, universitário, terapeuta e família. Esse era o retrato das cerca de 50 pessoas que estavam na última quinta-feira, na ABBR*, no Jardim Botânico, na Roda de Conversa sobre inclusão organizada pelo Paratodos e pelo EMI. E, certamente, o que pode-se dizer é que, com o crescente interesse no tema, essa roda está ficando apertada. Especialmente quando se observa que uma parte desse público, por menor que seja, representa famílias sem filhos em situação de inclusão.</div>
<div>
<div></div>
<div>Ao longo de duas horas, foram discutidas as mudanças que a nova legislação, que entrou em vigor a partir de 2016, provocou nas escolas. Os temas mais abordados entre os participantes foram: mediação, adaptação de material e curricular, relação família e escola, negação de matrícula, concentração de alunos em poucas escolas, entre outros tantos assuntos. O grupo compartilhou experiências exitosas, dificuldades e caminhos para colaborar na inclusão escolar. De lá, ninguém saiu com manual, ideias inusitadas, formulas mágicas ou uma roda nova. Mas todos saíram com inquietações &#8211; pulgas que nos fazem andar para frente.</div>
<div></div>
<div>Porém, não se engane. Essa troca somente trará mudanças na realidade de nossas crianças se olharmos para o lado e entendermos que o problema de aprendizado de um aluno da turma é problema de todos. E, por causa de um, seja lá como ele for, tímido ou cego, loiro ou amputado, autista ou extrovertido, vale repensar toda a forma de se ensinar. Exercício complicadinho.</div>
<div></div>
<div>Também ficou bastante claro que, ainda que toda uma cadeia de profissionais e parentes seja fundamental para a roda da inclusão girar, são as famílias &#8211; em situação de inclusão ou não &#8211; que vão dar o ritmo das mudanças nas escolas. Como? Unindo forças. Montando grupos de apoio. Conversando, em tom de parceria, com a escola. Provocando mudanças efetivas. E, principalmente, demandando da escola um comprometimento genuíno com todos os seus alunos. Todos.</div>
<div></div>
<div>Então, levante-se da cadeira educadamente, mas com a firmeza que se tem quando se sabe para onde se vai &#8211; mesmo que não se saiba. E, principalmente, pare de esperar que a solução para o aprendizado de seu aluno ou de seu filho caia no colo. Pois, não vai cair. Mexa-se, que essa roda está ficando apertada. Ainda bem.</div>
<div></div>
<div></div>
<h6>*&nbsp;O Paratodos agradece o apoio da ABBR que cedeu espaço para a realização do evento.</h6>
</div>
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		<title>Diálogo</title>
		<link>https://www.paratodos.net.br/dialogo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ciça Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2016 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[diálogo no escuro]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[museu histórico nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Paratodos esteve na mostra&#160;Diálogo no Escuro &#8211; Rio. Durante 45 minutos ficamos sem enxergar absolutamente nada. Iniciamos o percurso. Éramos em oito e a experiência provocou diferentes reações. Uns queriam acelerar o passo e descobrir logo o que estava pela frente. Outros pensaram em&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/dialogo/">Continuar lendo<span> Diálogo</span></a></p>
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<p>O <strong>Paratodos</strong> esteve na mostra&nbsp;<strong>Diálogo no Escuro &#8211; Rio</strong>. Durante 45 minutos ficamos sem enxergar absolutamente nada. Iniciamos o percurso. Éramos em oito e a experiência provocou diferentes reações. Uns queriam acelerar o passo e descobrir logo o que estava pela frente. Outros pensaram em voltar prá trás em busca da luz. Afinal, não estamos acostumados a não enxergar. E isto nos provoca medo e insegurança. Levando-nos a um lugar onde nunca estivemos.<br />
É justamente este o objetivo do projeto <a href="https://www.ingressorapido.com.br/compras/?id=46495&amp;gclid=CKGClou-tssCFQ6BkQodhNIAPQ#!/">&#8220;Diálogo no Escuro&#8221;</a>. Após 140 cidades de 40 países, chega finalmente ao Rio de Janeiro. A experiência multi-sensorial leva um grupo de visitantes munidos de bengalas a descobrir o que está no caminho. Sempre orientados por um guia cego que vai através da voz comandando o grupo todo. São quatro cenários em três ambientes que simulam a cidade.<br />
No trajeto, muitos tropeços e vários esbarrões acontecem. No nosso grupo são muitas crianças, mas difícil ainda. Somos obrigados a usar nossos outros sentidos, audição, tato e o olfato. Somos impelidos a pensar no outro, a pensar como as pessoas cegas fazem no seu dia a dia. Se colocar no lugar do outro nos faz repensar o nosso próprio lugar.<br />
Ao final, ainda no escuro, sentamos para conversar. Nesta hora, por incrível que pareça, foi o momento que mais senti falta da claridade. Preferi andar no escuro a falar no breu. Não ver o rosto do outro enquanto falamos, me afligiu muito mais. Pudemos perguntar sobre o projeto e sobre a vida da nossa guia.<br />
Lucas, onze anos, perguntou como ela usava o dinheiro. A guia rapidamente respondeu: &#8220;uso o dinheiro como todo mundo, para comprar o que eu preciso&#8221;. E sem perder o fôlego, continuou: &#8221; mas acho que você quer saber como faço para diferenciar as notas, correto?&#8221;. Assim que ele confirmou, ela prosseguiu dizendo que em casa com alguém separava as notas em diferentes locais na carteira. E que depois, na rua, precisava confiar nas pessoas ao receber o troco.<br />
Fomos pra casa refletindo. Pensando no outro, pensando nesta questão da confiança. E como diziam no release &#8220;o passeio pode durar pouco menos de uma hora, mas os efeitos dele, podem durar a vida toda&#8221;. Não deixem de ir!<br />
<strong>DIÁLOGO NO ESCURO</strong><br />
<strong>local:</strong> Museu Histórico Nacional. Praça Marechal Âncora, s/nº &#8211; Centro (3299-0324)<br />
quando: Ter a sex, das 10h às 17:30m. Sáb e dom, das 14h às 18h.<br />
<b>Meia Entrada:</b> Estudantes, Pessoa com deficiência e um acompanhante, Idosos (pessoas com mais de 60 anos), jovens pertencentes a famílias de baixa renda, com idades de 15 a 29 anos, Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes estadual e municipais, Professores da rede pública estadual e das redes municipais de ensino.<br />
Ingressos <a href="https://www.ingressorapido.com.br/compras/?id=46495&amp;gclid=CKGClou-tssCFQ6BkQodhNIAPQ#!/">aqui</a>.<br />
Para maiores informações, visite o&nbsp;<a href="http://www.dialogonoescuro.com.br/">website</a> ou <a href="https://www.facebook.com/dialogonoescuro/">Facebook</a>.<br />
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