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	<title>Arquivos Ciça Melo - Paratodos</title>
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	<description>Por um mundo que ninguém fica para trás</description>
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		<title>O Paratodos tem um convite para você em 2020!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Dec 2019 13:50:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Flavia Parente]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mas, antes do convite, vale relembrarmos o nosso ano, que foi intenso! Janeiro foi tempo de planejamento. Em fevereiro, estreamos com um debate na PUC-Rio, reunindo mais de 150 pessoas, sobre “Inclusão da pessoa com deficiência: um caminho a percorrer”. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/o-paratodos-tem-um-convite-para-voce-em-2020/">Continuar lendo<span> O Paratodos tem um convite para você em 2020!</span></a></p>
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<p>Mas, antes do convite, vale relembrarmos o nosso ano, que foi intenso! Janeiro foi tempo de planejamento. Em fevereiro, estreamos com um debate na PUC-Rio, reunindo mais de 150 pessoas, sobre “Inclusão da pessoa com deficiência: um caminho a percorrer”. De lá pra cá, avançamos muito: organizamos e participamos de vários eventos, aulas, workshops, mostras e grupos de estudos; escrevemos artigos; demos entrevistas; e lançamos prêmio, que conta com o apoio de importantes instituições na área da inclusão e da educação, como os Institutos ABCD, Alana, Mara Gabrilli, Rodrigo Mendes, além do Amplifica e da Turma do Jiló.</p>
<p>Este ano marcou, também, a ampliação dos horizontes do nosso movimento – tivemos nossa primeira experiência internacional. Junto com o Vindas – Educação Internacional, organizamos uma imersão no universo da educação inclusiva em Portugal. Visitamos escolas, conhecemos projetos, discutimos trabalhos, tiramos dúvidas, perguntamos, investigamos e mostramos um pouco do que temos feito por aqui.</p>
<p>Ao longo de todo ano, estudamos mais sobre o desenvolvimento da criança, especialmente, a que apresenta desenvolvimento atípico, e sua relação com seu entorno: família e escola. Propusemos, ainda, a reflexão sobre a vida adulta da pessoa com deficiência, com um grupo de estudos na PUC-Rio. Lá discutimos questões como empregabilidade, preconceito, sexualidade, autonomia, independência e moradia. Durante o ano, só nestes encontros, contamos com a participação de mais de 120 pessoas. Além disso, tivemos convidados especiais, como Ana Beatriz Reis, Ana Catarina Furtado Tobelem, Daniel Gonçalves, Daniela Marçal, Debora Feldman de Mascarenhas, Eduardo Vaisman, Fernanda Gomes, Fernanda Shcolnik, Flávia Poppe, Mariana de Miranda Seize e Miriam Calheiros de Sá.</p>
<p>Em 2019, colocamos, mais uma vez, a “mão na massa”, construindo, com educadores e outros profissionais, estratégias, instrumentos de mediação e planos de desenvolvimento individual – os famosos PDIs, que constituem um direito fundamental de todo aluno em situação de inclusão.</p>
<p>Além disso, muitas parcerias foram fortalecidas, como, por exemplo, com o MPRJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro), com quem trabalhamos no projeto MP Inclusivo, voltado para a contratação de estagiários com deficiência. Foi, inclusive, uma imensa alegria para a gente conduzir o evento de apresentação dos resultados finais deste projeto! Outro exemplo, foi a parceria com o Instituto João e Maria Backheuser e a Secretaria de Educação do Município de Casimiro de Abreu, com quem desenvolvemos projeto de mapeamento de todos os alunos com deficiência e juntos propusemos alternativas que permitiram sua inclusão, de fato, na sociedade: alguns foram realocados em salas de aula regulares, outros transferidos para EJA (Educação para jovens adultos) e alguns, hoje, estão inseridos no mercado de trabalho.</p>
<p>Estivemos no “chão da escola” em observações e formações com educadores de escolas particulares e públicas e, ainda, como facilitadores do aprendizado, sempre com o objetivo de ampliar o olhar das pessoas para o universo inclusivo. Aliás, o trabalho desenvolvido com a Parceiros da Educação nos permitiu aplicar a Formação Paratodos completa para os educadores de duas escolas públicas de sua rede!</p>
<p>Foi uma longa caminhada, acumulamos quilometragem, aprendizados e experiências! Mas, há, ainda, muito o que fazer e o Paratodos não para!</p>
<p>Já temos dois grandes projetos planejados em 2020. Em abril, estaremos, novamente, em Portugal para mais uma imersão. E, no mês seguinte, começam as aulas do curso de pós-graduação “Inclusão da Pessoa com deficiência”, que estamos coordenando na PUC-Rio.</p>
<p>Nós, certa vez, assistimos, encantadas, a um TED do educador David Rodrigues sobre educação em que ele destacava a importância de termos um objetivo a alcançar, pois estes são como faróis, que nos indicam o caminho e nos dão uma direção.</p>
<p>O farol está lá, nos apontando para onde queremos chegar. Fica aqui o convite para que vocês embarquem com a gente nestas duas viagens para que possamos, juntos, atracar em portos cada vez mais inclusivos. E, se não tiver porto, a gente vai lá e constrói! Juntos!</p>
<p>Abraços inclusivos,</p>
<p>Flávia Parente, Ciça Melo e equipe do Movimento Paratodos.</p>
<p>Para conhecer mais esses dois projetos, visite nosso site ou o acesse os links:</p>
<p><a href="http://www.cce.puc-rio.br/sitecce/website/website.dll/folder?nCurso=inclusao-da-pessoa-com-deficiencia:-aspectos-psicossociais&amp;nInst=neep" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CURSO CCE-PUC</a></p>
<p><a href="https://www.vindas.pt/educacao-inclusiva/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">VINDAS &#8211; Educação Inclusiva</a></p>
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		<title>Apertem os cintos: inclusão em pleno voo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2019 17:47:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o Prof. David Rodrigues a inclusão não pode estar personificada em uma determinada pessoa, qualquer que seja a sua função na escola. Não pode, ainda, se limitar a uma deficiência ou questão específica. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/apertem-os-cintos-inclusao-em-pleno-voo/">Continuar lendo<span> Apertem os cintos: inclusão em pleno voo!</span></a></p>
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			<h3>“Inclusão é responsabilidade da professora Fátima? Ou a inclusão acontece na sala 12?”</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estas foram algumas das questões levantadas pelo educador português David Rodrigues* na palestra proferida na USP semana passada. Uma plateia lotada e ainda quatro outras universidades transmitindo ao vivo em seus auditórios.</p>
<p>O Prof. David Rodrigues ressaltou que a inclusão não pode estar personificada em uma determinada pessoa, qualquer que seja a sua função na escola. Não pode, ainda, se limitar a uma deficiência ou questão específica. Nada disso! A inclusão é, antes de tudo, uma questão transversal, que perpassa todo o sistema educacional. Na realidade, trata-se de um direito humano e, como tal, incondicional. Não se pode pensar em cidadania sem inclusão. Assim, como ele diz, a questão da inclusão deveria ser “de infusão”, isto é, deveria estar presente em todos os cursos, em todos os lugares, em toda a sociedade.</p>
<p>Segundo o educador, a questão da inclusão está diretamente relacionada aos sistemas educativos de qualidade, uma vez que uma boa escola é aquela que não deixa nenhum aluno para trás. Qualidade pressupõe necessariamente a conjunção de dois elementos: excelência e inclusão (grifo no “E”, por favor!). De acordo com a Declaração de Incheon, da UNESCO, de 2015, nenhuma meta de educação é cumprida a menos que tenha sido atingida por todos. E mais: todo aprendiz importa e importa da mesma forma, nos termos do Guia para assegurar a inclusão e a equidade na educação elaborado pela UNESCO em 2017 (“<a href="https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000248254" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guide for ensuring inclusion and equity in education</a>”).</p>
<p>Mas, inclusão não é algo dado, não é algo perfeito; é um processo. Estamos construindo a inclusão com o avião no ar. Não podemos perder tempo, nem ficar à espera; precisamos ser ousados e nos unirmos! David Rodrigues falou ainda sobre a possibilidade da mudança vindo de “protagonistas improváveis”. E citou Gandhi “seja você a mudança que quer ver no mundo”.</p>

		</div> 
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			<h6>Por Ciça Melo e Flavia Parente</h6>

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			<h6>*David Rodrigues é professor titular da Universidade de Lisboa, presidente da ONG Pró-Inclusão, conselheiro Nacional de Educação, diretor da Vindas Educação Internacional e autor do fantástico TED <a href="https://www.youtube.com/watch?reload=9&amp;v=0kDL5kxDg_A&amp;app=desktop" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Pensar utopicamente a educação</a></h6>

		</div> 
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			<p>Que tal embarcar conosco em novembro? Paratodos e Vindas estarão juntos com o Prof. David Rodrigues e Luzia Lima-Rodrigues para conferir ao vivo e à cores como funciona o sistema educacional inclusivo em Portugal.</p>

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			<a href="mailto:kyria@darsaclisturismo.com.br" target="_blank"><div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img width="800" height="800" src="https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2019/08/CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="convite Educação inclusiva em Portugal" loading="lazy" title="CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2" srcset="https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2019/08/CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2.jpg 800w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2019/08/CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2-150x150.jpg 150w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2019/08/CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2-300x300.jpg 300w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2019/08/CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2-768x768.jpg 768w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2019/08/CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2-570x570.jpg 570w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2019/08/CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2-500x500.jpg 500w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2019/08/CONVITE-PARATODOS-PORTUGAL_v2-700x700.jpg 700w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" longdesc="https://www.paratodos.net.br?longdesc=44234&amp;referrer=44218" id="longdesc-return-44234" /></div></a>
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		<title>Reflexão: Sobre metáforas e a incompreensão da vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ciça Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2018 13:28:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Leiam o cartão de instruções de segurança localizado no bolsão à sua frente”- disse a aeromoça naquele discurso inicial antes de levantar voo. Naquela fala automatizada que nem ela lembra mais o que está dizendo e ninguém efetivamente escuta. Ninguém? Um menino não só escutou, como, mesmo sem saber ler, resolveu pegar o encarte: obedeceu o comando. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/reflexao-sobre-metaforas-e-a-incompreensao-da-vida/">Continuar lendo<span> Reflexão: Sobre metáforas e a incompreensão da vida</span></a></p>
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			<p> “Leiam o cartão de instruções de segurança localizado no bolsão à sua frente”- disse a aeromoça naquele discurso inicial antes de levantar voo. Naquela fala automatizada que nem ela lembra mais o que está dizendo e ninguém efetivamente escuta. Ninguém? Um menino não só escutou, como, mesmo sem saber ler, resolveu pegar o encarte: obedeceu o comando. Olhou bem as figuras e percebeu que ninguém mais agia como ele. Não teve dúvida. Foi até a aeromoça para avisá-la disto. Eu, curiosa, fiquei de olho para ver o que poderia acontecer. <a href="https://revistacrescer.globo.com/Curiosidades/noticia/2018/01/bilhete-de-mae-explicando-gesto-aleatorio-de-gentileza-emociona-internet.html">Será que ela seria grosseira com o garoto</a>, que devia ter uns 8 anos? Será que ela mandaria o menino se sentar? Ou, ao contrário, explicaria algo para ele? De longe, eu notei que ela demorou a entender a preocupação do menino. Quando entendeu, riu. Achou graça. Só ela, porque o menino ficou sem resposta. E, desolado, voltou para o seu lugar, próximo do meu assento, com um grande ponto de interrogação sobre a cabeça.<br />
&#8220;Difícil entender este mundo, não?&#8221;, pensei eu, olhando o menino que custou a entender que aquilo não era uma ordem. Só foi mesmo compreender quando a mãe lhe explicou a situação. Sorte a dele.<br />
A história acima me fez refletir sobre as metáforas que usamos no dia a dia e que deixam o mundo incompreensível para tantas pessoas. Veja abaixo algumas delas:<br />
&#8211; &#8220;Faça a sua cama&#8221;.<br />
&#8211; &#8220;Está chovendo canivetes&#8221;<br />
&#8211; &#8220;O bicho tá pegando&#8230;&#8221;<br />
&#8211; &#8220;Você parece que está ligado na tomada!&#8221;<br />
&#8211; &#8220;Ele fala pelos cotovelos&#8221;.<br />
&#8211; &#8220;Eu estou latindo com o cachorro do vizinho&#8221;.<br />
&#8211; &#8220;Ela é magra de ruim!&#8221;<br />
Não percebemos o quanto usamos expressões que são um verdadeiro desafio para um grupo de <a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Marcos-Mion-Pai-Nivel-Hard/noticia/2018/05/autismo-nao-e-o-fim-do-mundo.html">crianças que vive no concreto ou que leva tudo ao pé da letra </a>(ops). E, muitas vezes, essa incompreensão conduz a uma irritação &#8211; que, por sua vez, pode gerar agressividade. E, então, o mesmo ponto de interrogação vai sair da cabeça do menino e parar sobre os adultos: &#8220;Do nada ele bateu”. Do nada? Mesmo?<br />
Sei que mudar toda uma linguagem é impossível, mas podemos estar mais atentos? Sim, podemos. Mas podemos também ensinar a nossos filhos que alguns têm mais dificuldades do que outros. Não podemos jamais deixar alguém sem resposta.</p>
<hr />
<h6>* Texto originalmente publicado na coluna Incluir para Crescer, do site da Revista Crescer, em 14/05/2018</h6>

		</div> 
	</div> </div></div></div></div></div>
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		<item>
		<title>Macarrão ou carne?</title>
		<link>https://www.paratodos.net.br/macarrao-ou-carne/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ciça Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Apr 2018 12:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aeromoça se aproximou e perguntou:<br />
- De que você gostaria: macarrão ou carne?<br />
-  O que tem com macarrão? - perguntei.<br />
- Carne - respondeu ela que, diante de minha expressão confusa, acrescentou: - Macarrão com carne ou arroz com carne?”<br />
Aquilo me incomodou.  <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/macarrao-ou-carne/">Continuar lendo<span> Macarrão ou carne?</span></a></p>
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<p>A aeromoça se aproximou e perguntou:<br />
&#8211; De que você gostaria: macarrão ou carne?<br />
&#8211;  O que tem com macarrão? &#8211; perguntei.<br />
&#8211; Carne &#8211; respondeu ela que, diante de minha expressão confusa, acrescentou: &#8211; Macarrão com carne ou arroz com carne?”<br />
Aquilo me incomodou. Mas não me levem a mal. Onde está a opção para quem não come carne? A essa pergunta, alguém poderia me responder: &#8220;essa pessoa pode avisar antes e ter uma comida especial no caso de ser vegetariana&#8221;. Outro poderia falar: “mas tinha a saladinha e o pãozinho”. Ou ainda: “a pessoa poderia ter comido antes ou levar a sua preferencia de casa”. Sim, tudo isto pode acontecer. E várias outras soluções podem ser pensadas.<br />
Entretanto, não me refiro aos vegetarianos, nem aos veganos. Falo, simplesmente, de pensar no outro. Pensarmos em diferentes necessidades. Não falo de preferências. O molho da salada que veio era o italiano, eu prefiro o de queijo. No entanto, comi a salada sem molho algum.<br />
As empresas tomam suas decisões algumas vezes baseadas em pesquisas sobre preferências dos seus clientes. Outras vezes a escolha é feito com base em custo. Este é o molho mais barato, vamos oferecer este. Pronto.<br />
Porém, em algumas vezes, percebemos que empresas ou pessoas tomam as decisões baseadas nos seus gostos ou nas suas ideias do que os outros preferem. E muitas vezes mesmo quando podemos oferecer duas ou mais opções, não pensamos em ampliar as possibilidades.<br />
Será que era tão mais caro ou complicado uma massa com frango e o arroz com a carne? Não sei. Só sei que pensar no outro é um exercício diário, não restrito aos movimentos de ação afirmativa para minorias. É pensar no outro. E ponto. (Ciça Melo)</p>
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		<title>Pequenas Mensagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ciça Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Mar 2018 12:32:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia a dia, pequenas mensagens que nos ajudam a construir nossos pensamentos sobre determinados assuntos. Ditas ou não ditas, diretas ou dando voltas no planeta, objetivas ou nas entrelinhas, as pequenas mensagens cumpre bem seu papel de nos lembrar, como bem disse uma professora numa palestra, que o diabo mora nos detalhes. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/pequenas-mensagens/">Continuar lendo<span> Pequenas Mensagens</span></a></p>
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<p>No dia a dia, pequenas mensagens que nos ajudam a construir nossos pensamentos sobre determinados assuntos. Ditas ou não ditas, diretas ou dando voltas no planeta, objetivas ou nas entrelinhas, as pequenas mensagens cumpre bem seu papel de nos lembrar, como bem disse uma professora numa palestra, que o diabo mora nos detalhes.<br />
Todos emitimos pequenas mensagens. É o xampu para cabelos normais, é o condicionador para cabelos rebeldes. São os termos, como &#8220;denegrir&#8221; ou &#8220;judiar&#8221;, usados sem maiores pretensões. São palavras usadas como xingamentos, a exemplo de &#8220;retardardo&#8221; ou &#8220;viado&#8221;. E por aí vai. Nós fazemos isso. Mas há também a mídia &#8211; seja ela tradicional ou supermoderna &#8211; que também passa seus recados.</p>
<p>Dia desses, uma jornalista nos mostrava como aconteceria o processo de sucessão dos tronos na Europa. A reportagem trazia quatro crianças e uma adolescente, todos na linha de sucessão de países como: Reino Unido, Mônaco, Países Baixos, Espanha e Noruega. Alguns destes países ainda possui leis que privilegiam o filho homem na linha de sucessão. Mesmo que a filha seja primogênita.</p>
<p>Então, diante da reportagem, me pergunto: que mensagem este país traz? O que as demais meninas deste país vão pensar? Como elas podem achar que meninos e meninas devem ter direitos iguais na escola, se na “vida real” (com trocadilho), isto não acontece? Ao mesmo tempo, a princesa Catarina Amalia (hoje com 14 anos) é a primeira na linha de sucessão ao trono holandês. Leonor de Borbón na Espanha também é herdeira imediata do trono.  E a princesa Ingrid Alexandra (foto) é sucessora direta depois do seu pai &#8211; após modificações na constituição norueguesa de 1990.</p>
<p>Não é conto de fadas: estas princesas deverão de fato ser rainhas e poderão dar esperanças às milhares de meninas em seus países. Que, com certeza, entenderão esta pequena mensagem como algo que lhes diga que elas são tão capazes quantos seus irmãos e primos.</p>
<p>Em outra reportagem, o jornalista falava sobre Francisco Arbulú, um peruano que divide seu tempo entre suas três paixões: sua família, o surf profissional e a formação de pilotos da Avianca. Esta matéria veio na revista de vôo da própria companhia aérea. Que contava sobre a vida de um dos seus funcionários, dois na verdade. Pois a esposa de Francisco é chefe de cabine.</p>
<p>O mais interessante foi ler que Francisco era piloto, mas teve que deixar este cargo depois de um acidente de carro onde a mobilidade das suas pernas e dos seus braços foi afetada. A sua paixão pela profissão era tanta que logo se tornou instrutor de voo em terra.<br />
A pequena mensagem que esta reportagem nos traz é de que a pessoa com deficiência não é incapaz. Todos somos capazes de algo. Temos que descobrir nossas paixões e vocações, adaptá-las por vezes, mas agarrá-las sempre!</p>
<p>Nós, jornalistas, somos muito responsáveis por estas “pequenas mensagens”. Na escolha de uma palavra ao tom que damos num artigo, podemos fazer a diferença. É preciso escrever ou produzir uma matéria diante de um dado e não apenas reproduzi-las, mas, principalmente, dar um tom crítico e reflexivo da nossa realidade.<br />
Mas não são apenas os jornalistas a passar mensagens. Com as redes sociais, esta possibilidade é de todos: todos viramos &#8211; ou nos sentimos como &#8211; jornalistas. Que tal sermos todos cautelosos com nossas mensagens? Que tal sermos mais críticos e atentos com as mensagens que vamos passar adiante?</p>
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		<title>Aos iguais, o nosso amor?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ciça Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2018 12:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Amar aqueles que te amam.” Foi a frase que vi tatuada no braço da moça no ônibus. E, de repente, aquilo “grudou” na minha cabeça. Como diz uma amiga, tem coisas que não são suas, mas “grudam” em você. Foi assim com essa frase. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/aos-iguais-o-nosso-amor/">Continuar lendo<span> Aos iguais, o nosso amor?</span></a></p>
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<p>“Amar aqueles que te amam.” Foi a frase que vi tatuada no braço da moça no ônibus. E, de repente, aquilo “grudou” na minha cabeça. Como diz uma amiga, tem coisas que não são suas, mas “grudam” em você. Foi assim com essa frase.</p>
<p>Por quê? Não sei. Acho que me fez pensar como queremos aquilo que nos é mais fácil. Foi quase como se eu pudesse ler: “amar aqueles que são iguais a nós” ou “amar aqueles que são como queremos que sejam”.</p>
<p>Afinal, o mundo será bem mais agradável, se todos pensarem como eu penso, se todos forem como eu quero e se todos me amarem. Na impossibilidade disto no mundo real, faço isto acontecer no meu mundo. Tiro do meu Facebook os que não se encaixam, não aceito no Instagram e muito menos tenho no zap. Simplesmente elimino do meu mundo virtual com a expectativa de que não venham a existir no mundo real também.</p>
<p>Mas o quanto desta intolerância levo para o meu dia a dia? O quanto disso passamos para nossos filhos? Muitas vezes, a intransigência começa com um olhar, passa por uma frase e até pode terminar numa agressão física. Quando não chega a provocar morte. Exagero? Talvez. Mas acho que vale a reflexão.</p>
<p>Esta não aceitação da sociedade leva a uma maior dificuldade dos pais de aceitarem seus filhos. Outro dia soube de uma mãe de uma criança com Síndrome de Down que perguntou a uma outra cuja filha também tem a síndrome. “A minha filha tem quatro anos, vi que a sua tem 12, é possível ama-la um dia?” Triste.<br />
Aceitar e amar são quase sinônimos. Que possamos aceitar mais e assim, amar mais ainda!</p>
<hr />
<h6>* Texto originalmente publicado, em 27/02/2018, na coluna Incluir para crescer, do site da revista Crescer.</h6>
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		<title>Receita para criar filhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ciça Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2017 15:49:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>João tem 23 anos e é formado em gastronomia. Sempre estudou em escola regular. Atualmente, trabalha na sua área de formação e ganha seu dinheiro. Ele tem Síndrome de Down e é um orgulho para seus pais. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/receita-para-criar-filhos/">Continuar lendo<span> Receita para criar filhos</span></a></p>
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			<p>João tem 23 anos e é formado em gastronomia. Sempre estudou em escola regular. Atualmente, trabalha na sua área de formação e ganha seu dinheiro. Ele tem Síndrome de Down e é um orgulho para seus pais.</p>
<p>Pedro tem a mesma idade que João. Estudaram juntos, aliás. Pedro já começou três faculdades, sem terminar nenhuma delas. Ainda não trabalha, prefere terminar a graduação antes de procurar emprego.</p>
<p>Dois exemplos que me fazem pensar. Não é uma síndrome que determina quem você vai ser ou o que você vai fazer da sua vida. Seriam, então, os exemplos de casa? Bem, avancemos mais um pouco nas reflexões.</p>
<p>Maria, 25 anos, fez uma boa faculdade, mas ainda não está trabalhando. Seus pais sempre trabalharam, aliás, mesmo depois de aposentados continuam trabalhando.<br />
Bia é mais nova do que Maria. Ela não terminou a faculdade, mas já está trabalhando. Preferiu começar cedo. O pai de Bia já se aposentou, não trabalha mais. A mãe, por sua vez, nunca trabalhou muito tempo num lugar e, até por isso, passava mais tempo desempregada do que empregada.</p>
<p>Nem Maria, nem Bia seguiram os passos dos pais. Então, qual a receita de sucesso dos filhos?</p>
<p>O fato é que encontramos muitos personagens por aí. Ouço sempre falas como “Fulano estudou nos melhores colégios e sua carreira nunca deslanchou”. Ou: “Ciclano não parava em escola alguma, não terminou a faculdade. Hoje é diretor de multinacional.” E ainda: &#8220;Beltrano era um dos piores alunos e se deu bem na vida&#8221;. Ops&#8230; não é a educação, então, uma garantia de sucesso?</p>
<p>Nem educação, nem genética, nem exemplo. O que é então? Uma mistura de tudo um pouco. É o jeito como valores como educação e trabalho são passados pela família. É a forma como o filho é criado (superproteção ou negligência?) e como a família participa da vida dos rebentos. É como a escola te encara: com respeito ou com descaso? É a maneira como o próprio sujeito se encara e também como lida com as adversidades que surgem no caminho. Lista sem fim.</p>
<p>Seria mais fácil pensar em sorte ou azar. Ou acreditar no destino. Sei não&#8230;</p>
<p>Eu vou misturando tudo na mesma panela e vendo no que vai dar. E, nessa receita, vou incluindo a educação que acredito. Passo os valores que me são caros. Oriento. Brigo. Contrario. E, claro, sempre e todos os dias, aprendo.</p>
<hr />
<h6>* Texto originalmente publicado, em 18/11/2017, na coluna Incluir para Crescer, do site da revista Crescer</h6>

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		<title>Nos bastidores da feira literária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ciça Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 16:04:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A semana tinha sido tensa. A escola preparava a sua maior festa do ano: a Feira Literária. Fazia parte do grande evento o chamado Projeto Memória - em que cada um dos alunos do terceiro ano "escreve" um livro sobre a sua vida. Um projeto que requer muito trabalho, afinal cada aluno precisa “escrever” um livro sobre a sua vida, buscando lembranças e recordações. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/nos-bastidores-da-feira-literaria/">Continuar lendo<span> Nos bastidores da feira literária</span></a></p>
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<div>A semana tinha sido tensa. A escola preparava a sua maior festa do ano: a Feira Literária. Fazia parte do grande evento o chamado Projeto Memória &#8211; em que cada um dos alunos do terceiro ano &#8220;escreve&#8221; um livro sobre a sua vida. Um projeto que requer muito trabalho, afinal cada aluno precisa “escrever” um livro sobre a sua vida, buscando lembranças e recordações.</div>
<div></div>
<div>Pedro* estava atrasado na produção de seus “capítulos”. Afinal, concentração não era o seu forte. Entretanto, o prazo final o fez focar na semana derradeira. E isto demandou uma atenção maior da sua professora e de seus auxiliares. A orientadora pedagógica falou com a família mais de uma vez naquela semana. Todos trabalhavam juntos para que Pedro conseguisse completar o seu objetivo.</div>
<div></div>
<div>
<p>Sexta-feira, ele era só alegria. Tinha conseguido finalizar a sua obra! Estava orgulhoso. Porém, percebeu que tinha perdido todos os ensaios da apresentação de música &#8211; outro grande projeto da feira em que os alunos tocam flauta. Travou! Ficou triste. E se sentiu incompetente de novo. Ia falhar.</p>
</div>
<div></div>
<div>Sábado pela manhã. Um frio na barriga. Ele mostrou seu livro com muito orgulho. Por outro lado, dizia que não entraria na quadra com os colegas já que ele não tinha ensaiado. A mãe, sem saber mais o que propor, sugeriu que ele cantasse. Pedro retrucou que não sabia a letra. Nessa hora, a professora se aproximou. E a mãe deu um jeito de transparecer o que acontecia. A professora foi rápida: pegou na mão de Pedro com a firmeza necessária e o levou até a quadra. Lá ela se sentou ao lado do aluno. Abriu a letra da música no seu celular e junto com ele cantou a música.</div>
<div></div>
<div>Que técnica a professora usou com Pedro? Seria uma estratégia padrão para meninos que não sabem a letra da música da apresentação de fim de ano da escola?  Nada disso. A saída da professora não está nos livros de pedagogia, nem nos de psicologia. Pode até ser despertada em cursos de formação, mas a solução perpassa em olhar o aluno e ser sensível a ele.</div>
<div></div>
<div>Não sei de onde ela tirou a mágica do dia. Só sei que Pedro saiu da escola naquele dia que não cabia em si. O choro da tensão da semana se transformou em choro de alegria.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<hr />
<h6>* O nome da criança foi trocado.</h6>
</div>
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		<title>Quem deve estar no mundo?</title>
		<link>https://www.paratodos.net.br/quem-deve-estar-no-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ciça Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2017 11:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Paratodos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faltavam alguns minutos para a reunião começar. O consultor que chegaria de Brasília para conduzir a reunião estava atrasado. Alguém perguntou por que ele não tinha vindo na noite anterior já que a reunião era cedo. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/quem-deve-estar-no-mundo/">Continuar lendo<span> Quem deve estar no mundo?</span></a></p>
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<p>Faltavam alguns minutos para a reunião começar. O consultor que chegaria de Brasília para conduzir a reunião estava atrasado. Alguém perguntou por que ele não tinha vindo na noite anterior já que a reunião era cedo. Rapidamente, a coordenadora do grupo explicou que a filha dele de apenas 4 meses estava no hospital. Em seguida, ela disse que a menina tinha Síndrome de Down e que havia sido submetida a uma cirurgia de coração.</p>
<p>A próxima pergunta do grupo foi se eles haviam descoberto a condição genética da filha antes do nascimento. Ao que ela respondeu que sim. E, em seguida, veio o comentário: “Pena que aqui não se pode fazer nada com esta informação. Em muitos países, o aborto é permitido nestas situações”. Fiquei em silêncio, mas muito abalada.</p>
<p>E é apenas disto que quero falar. Deste sentimento. Não quis e não quero discutir sobre a legalização do aborto. Tema que implica muitas análises. Mas quero falar do que este comentário me trouxe.</p>
<p>Ficou claro pra mim, naquela fala, que a pessoa com deficiência não deveria estar no mundo. Ficou claro pra mim que a pessoa com deficiência não tem nada a acrescentar. Ficou claro pra mim o conceito de menos valia. Ficou muito claro para mim a certeza de que as pessoas tem de quem pode ou não pode ser alguém no mundo. Ficou claro para mim que existe uma pergunta rodando na cabeça de muita gente por aí: quem deveria estar no mundo?</p>
<p>Isto eu acho triste. Talvez se eu pudesse decidir quem deveria ou não estar aqui no mundo, eu talvez decidisse que a pessoa que fez este comentário não deveria. Mas eu não posso. Tenho que aprender a conviver com os diversos pontos de vista. Mesmo que sejam diferentes do meu. Mesmo que me machuquem. E mais. Preciso aprender e reaprender a expor os meus pontos de vida e tomar cuidado para não agredir os que pensam diferente de mim. E, mais ainda, respeitar os que são “diferentes” ou aqueles que têm filhos “diferentes”. É preciso aprender.</p>
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		<title>Educar para o mundo</title>
		<link>https://www.paratodos.net.br/educar-para-o-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ciça Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2017 14:05:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana rolou no face e nos grupos de Whatsaap um texto sobre uma mãe que pediu a retirada do pipoqueiro porque seu filho não pode comer pipoca todo dia. Vários posts vieram em seguida. A maioria criticando este pedido esdrúxulo e recomendando que esta mãe simplesmente deveria educar o seu filho. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/educar-para-o-mundo/">Continuar lendo<span> Educar para o mundo</span></a></p>
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<p>Esta semana rolou no face e nos grupos de Whatsaap um texto sobre uma mãe que pediu a retirada do pipoqueiro porque seu filho não pode comer pipoca todo dia. Vários posts vieram em seguida. A maioria criticando este pedido esdrúxulo e recomendando que esta mãe simplesmente deveria educar o seu filho.<br />
A pergunta é: mais fácil eliminar as tentações do mundo do que educar um filho? Mais fácil pedir ao mundo que se adapte aos desejos de uma criança do que de todos? E isto pode parecer uma grande controvérsia. Não estou dizendo que não devemos olhar para o indivíduo. Mas, sim, que o desejo de um indivíduo não pode sobrepor ao da comunidade. Alguém pode querer pipoca, e aí?<br />
Me lembrei de uma reunião na escola dos meus filhos onde a professora falava sobre o início do processo do dever de casa. E que, a partir daquele mês, toda terça-feira, os alunos levariam uma tarefa para casa. A mãe ao meu lado logo levantou o dedo e perguntou: &#8220;podemos trocar para quinta? terça não é um bom dia para mim.&#8221;<br />
Eliminar o pipoqueiro, trocar o dia do dever são apenas alguns pequenos exemplos de solicitações que pedem que o mundo se curve ao indivíduo. Mas e quando este indivíduo tem alguma necessidade específica?<br />
Ainda assim, vivemos em uma sociedade.  Não é porque temos uma criança com alergia à leite na sala que todos os outros não poderão tomar leite. Façamos o lanche do colega com suas restrições. Se uma criança precisa ficar em pé durante a aula, não preciso pensar em retirar todas as cadeiras, tampouco ela vai precisar ficar em pé na frente de todos. Olhar para o indivíduo, estar atento as suas necessidades especificas não significam ignorar o contexto em que ele está inserido. Podemos olhar o individual sem perder o universal. E esse é desafio para todas as famílias &#8211; com filho com ou sem deficiência.</p>
<p>Então, vai uma pipoca, aí?</p>
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*Texto originalmente publicado na coluna INCLUIR PARA CRESCER, do site da revista Crescer.</h6>
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