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	<title>Arquivos Paratodos - Paratodos</title>
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	<description>Por um mundo que ninguém fica para trás</description>
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		<title>Convivendo se aprende!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Parente]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Sep 2018 22:23:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Flavia Parente]]></category>
		<category><![CDATA[Paratodos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estava outro dia no metrô lotado, quando percebi a entrada no vagão de uma mãe com dois filhos adolescentes. Algo familiar em seu olhar me chamou atenção - era de preocupação. Paro, então, o que estava fazendo para observar aquela família. O olhar preocupado de uma mãe sempre me mobiliza. Quantas e quantas vezes esse olhar foi o meu? <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/convivendo-se-aprende/">Continuar lendo<span> Convivendo se aprende!</span></a></p>
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			<p>Estava outro dia no metrô lotado, quando percebi a entrada no vagão de uma mãe com dois filhos adolescentes. Algo familiar em seu olhar me chamou atenção &#8211; era de preocupação. Paro, então, o que estava fazendo para observar aquela família. O olhar preocupado de uma mãe sempre me mobiliza. Quantas e quantas vezes esse olhar foi o meu?<br />
Vagou um assento. Ela se vira para o filho mais velho e diz: “senta”. Não foi uma ordem ríspida; foi uma fala carregada de apreensão.<br />
Percebi que o menino estava bastante pálido e suava muito. Olhei pra ele e disse, aos risos, “conheço este tom de voz&#8230; é melhor não discutir com a sua mãe e se sentar”. Ele, meio a contragosto, acaba se rendendo. O vagão estava cheio &#8211; havia tantas outras pessoas para sentar, por que ele um rapaz supostamente forte e no auge do seu vigor físico deveria ocupar aquele lugar?<br />
A mãe me olha, agradece a intervenção, e pergunta ao filho se ele estava bem.<br />
Uma luz amarela acendeu na minha cabeça &#8211; já tinha visto muitas cenas como esta antes. Era hipoglicemia, com certeza!<br />
O rapaz procura algo na mochila. Eu abro a minha também. Ele retira seu kit para aferir o índice glicêmico ao mesmo tempo em que eu saco da bolsa o meu chocolate. Eles todos me olham surpresos e eu só digo: meu pai é diabético &#8211; eu sei o que é isso.<br />
Ele tira da mochila o seu próprio chocolate e me diz:”tenho sempre um SOS”. Saltam na estação seguinte e eu sigo viagem.<br />
Fico então pensando no quanto a convivência com alguém “diferente” me ensinou. Sabia o que era hipoglicemia, sabia como se sentia um diabético, estava ali pronta pra ajudar&#8230;<br />
A inclusão faz parte de mim &#8211; fico pensando em como a vida seria mais fácil se todos tivéssemos a oportunidade de conviver com pessoas diferentes de nós mesmos. Saber que um colega com TDAH, às vezes, não consegue ficar 50 minutos sentado; saber que outro dentro do espectro autista, às vezes, precisa fazer movimentos repetitivos para se auto-regular; ou outro com Síndrome de Down vai aprender fração com chocolate; ou outro com baixa visão terá uma prova com fonte ampliada ou outro com dislexia tem direito a um ledor &#8230;<br />
Se não tivesse um pai com diabetes, provavelmente não saberia reconhecer uma hipoglicemia, nem saberia o que fazer numa situação destas.<br />
Fico pensando em como a convivência com a diversidade nos ensina todos os dias e como a escola é um ambiente perfeito para isso. Conhecer alguém diferente da gente, saber a sua história, compartilhar experiências no dia-a-dia acaba tornando todas as diferenças muito familiares. Com isso, não há a sensação de estranhamento, mas de compartilhamento da vida cotidiana.<br />
A convivência com o diferente, portanto, nos ensina todos os dias, não apenas o que está nos currículos e livros, mas o que nos torna todos simplesmente humanos, capazes de sentir ou imaginar o que o outro sente.</p>

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		<title>Ninguém conhece a sua dor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Aug 2018 14:06:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paratodos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ninguém conhece a sua dor. Ela preferia um braço quebrado, um dente cariado, uma pedra no rim. Mas a dor que ela sente é lancinante. É angústia, impotência, tristeza - tudo junto num embrulho na alma. É dor de filho. Conhece? É a pior dor do mundo. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/ninguem-conhece-a-sua-dor/">Continuar lendo<span> Ninguém conhece a sua dor</span></a></p>
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			<p>Ninguém conhece a sua dor. Ela preferia um braço quebrado, um dente cariado, uma pedra no rim. Mas a dor que ela sente é lancinante. É angústia, impotência, tristeza &#8211; tudo junto num embrulho na alma. É dor de filho. Conhece? É a pior dor do mundo.</p>
<p>Viver é ter de lidar com essa dor de vez em quando. Uns mais; outros menos. Mas ela está no clube dos mais. É difícil ser diferente quando o mundo exige que você seja igual, que você seja mais um. Ele, seu menino, não consegue ser mais um, ainda que se esforce todos os dias. Ele não é mais um.<br />
Então, ela cria planos mirabolantes para ele e escolhe as suas batalhas. Inventa estratégias pra que que ninguém mande seu filho para universos paralelos. De todos os universos paralelos, é o da escola que lhe dá mais arrepios. Podem ser assustadoras as decisões de gabinete.</p>
<p>Todos os dias, ele promete que será diferente. Tem dias que consegue. Noutros, não. E ela é a Samu da escola. Que quando liga, ela o leva em sua ambulância. E, no caminho pra casa, engole a tristeza de que, por mais um dia, ele não deu conta. Ou que não deram conta dele. Nunca se sabe.</p>
<p>Chega a noite e ela chora. Chora de raiva. Chora de medo. Chora de solidão. Chora escondido dele. Não há abraços que a consolem, nem palavras que a confortem. Chora só, porque só está. Está só com ele.</p>
<p>Sozinha, ela fica com ele. É nele que está a sua força. É nela que está a força dele. Porque o mundo, bem, o mundo pode ser um lugar inóspito pra muita gente, mesmo você sendo apenas um menino.</p>
<p>E ela volta aos planos, aos médicos, aos milagres. Pra poder ter esperança de que amanhã será melhor do que hoje. E, em geral, é. Vai seguindo, com nós na garganta e olhos inchados. Mas vai seguindo. Ela não desiste, pra que ele não desista.<br />
Não, não mesmo. Ninguém conhece a sua dor.</p>

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		<title>Alfabetização do olhar </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Parente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Aug 2018 15:27:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paratodos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois que nos alfabetizamos, nunca mais passamos os olhos pelas palavras sem tentar ler. Depois que o olhar é alfabetizado para a inclusão das diversidades e, especialmente, das pessoas com deficiência, nunca mais subimos as escadas de um prédio sem procurar rampas; entramos num banheiro público, sem procurar um adaptado para pessoa com deficiência... <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/alfabetizacao-do-olhar/">Continuar lendo<span> Alfabetização do olhar </span></a></p>
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			<p>Depois que nos alfabetizamos, nunca mais passamos os olhos pelas palavras sem tentar ler. Depois que o olhar é alfabetizado para a inclusão das diversidades e, especialmente, das pessoas com deficiência, nunca mais subimos as escadas de um prédio sem procurar rampas; entramos num banheiro público, sem procurar um adaptado para pessoa com deficiência; passamos pelo corredor de um restaurante, sem nos perguntar se é largo o bastante para a circulação de uma cadeira de rodas; ou entramos no elevador sem notar que não há braile indicando os números dos andares&#8230; É como se enxergássemos o mundo sob novas lentes&#8230; é como se deixássemos de ser míopes&#8230;</p>
<p>Por outro lado, ao nos alfabetizarmos sob a ótica da diversidade, também valorizamos as conquistas: ao viajarmos de avião, percebemos que uma companhia aérea trocou suas escadas por rampas. E isso não é bom pra todo mundo? É lógico que é! Eu não uso cadeira de rodas, mas me deu um baita alívio não precisar fechar o puxador da minha mala de mão e carregar seu peso escada acima, lutando contra as leis da gravidade. Ao invés disso, continuei deslizando suas rodinhas com tranquilidade e conforto até a entrada na aeronave!</p>
<p>Uma outra preocupação é com oferecimento de diferentes opções de entretenimento durante a viagem de avião! Num determinado momento, sem conseguir dormir, olhei em volta e vi de tudo: gente assistindo a filme clássico; outros, ao último blockbuster; outros, aos antigos da década de 80; outros, aos &#8220;alternativos&#8221; argentinos, franceses, húngaros, tailandeses; outros estavam jogando ou vendo uma partida de basquete ou ouvindo música. Não há mais a imposição de vermos todos Titanic ou escolhermos entre os canais de música erudita, mpb, rock ou pop.  Assim somos nós: tão diversos em nossos gostos e formas de estarmos no mundo&#8230;</p>
<p>Outra surpresa que nos deixou felizes foi chegarmos no Museu Belvedere em Viena, e percebermos que o famoso &#8220;Beijo&#8221;, de Klint, pode ser apreciado por pessoas com deficiência visual. Não lhes é negado o acesso a este prazer! O Beijo está lá em todo seu esplendor em relevo para que cada detalhe seja sentido e percebido! E isso não é maravilhoso? Fiquei sorrindo sozinha, apreciando este cuidado com o outro!<br />
Uma vez alfabetizados no universo da deficiência, nunca mais enxergamos o mundo da mesma forma: conseguimos ver o despreparo para o acolhimento das diversidades, mas também a beleza de saber que cada vez mais pensa-se em inclusão!</p>

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		<title>Inclusão lá e cá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ciça Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2018 16:19:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paratodos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bons ventos me trouxeram prá Portugal. E aqui estando não pude deixar de ter contato com a inclusão. Fosse através de um olhar atento a tudo que o país oferece em termos de turismo inclusivo. Aulas de surf para todos, entrada para aqueles com mobilidade reduzida, réplica tátil de uma obra.  <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/inclusao-la-e-ca/">Continuar lendo<span> Inclusão lá e cá</span></a></p>
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<p>Bons ventos me trouxeram prá Portugal. E aqui estando não pude deixar de ter contato com a inclusão. Fosse através de um olhar atento a tudo que o país oferece em termos de turismo inclusivo. Aulas de surf para todos, entrada para aqueles com mobilidade reduzida, réplica tátil de uma obra. Ou ainda através de conversa com pais e crianças que vieram do Brasil para morar nas bandas de cá.<br />
Temos muito o que aprender e trocar com aqueles que certa vez esbarraram em nossas terras. Aproveito assim para convida-los para o 1o Simpósio Luso Brasileiro sobre educação inclusiva, que acontecerá no dia 21/07, na Escola Nova na Gávea. Em sua primeira edição, o evento já conta com a participação de diversos profissionais qualificados do Brasil e de Portugal.<br />
O encontro busca promover um diálogo entre as práticas de inclusão utilizadas nos dois países e refletir com profissionais de diferentes áreas e atuações os avanços e obstáculos que temos encontrado ao longo do processo de implementação da Educação Inclusiva no âmbito das Políticas Públicas de Educação do Brasil.<br />
Através de várias oficinas e debates, a Conferência abre espaço para que os participantes entrem em contato com algumas práticas educativas inclusivas que propõem diferentes abordagens e olhares sobre a Educação e a Inclusão. Flavia Parente, do Movimento Paratodos, estará presente na mesa das 16:30 debatendo o tema “A escola é para todos?”.<br />
Confira a programação e faça a sua inscrição clicando no link: <a href="https://www.sympla.com.br/1-simposio-luso-brasileiro-de-educacao-inclusiva__285776">https://www.sympla.com.br/1-simposio-luso-brasileiro-de-educacao-inclusiva__285776</a>.</p>
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		<title>Tadinho do moço, mãe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jun 2018 17:04:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paratodos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num desses domingos de futebol, o Botafogo ganhou do Vasco. Meu caçula estava feliz com essa vitória, que tinha um gosto especial: afinal, ele e o pai puderam festejar juntos a conquista do time. Exultante, logo cedo na manhã do dia seguinte, Vitor vestiu a camisa alvinegra e desfilou sua felicidade pelas ruas de Copacabana no caminho até o parquinho. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/tadinho-do-moco-mae/">Continuar lendo<span> Tadinho do moço, mãe</span></a></p>
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<p>Num desses domingos de futebol, o Botafogo ganhou do Vasco. <a href="https://revistacrescer.globo.com/Familia/Rotina/noticia/2014/09/12-passos-para-felicidade-do-seu-filho.html">Meu caçula estava feliz </a>com essa vitória, que tinha um gosto especial: afinal, ele e o pai puderam festejar juntos a conquista do time. Exultante, logo cedo na manhã do dia seguinte, Vitor vestiu a camisa alvinegra e desfilou sua felicidade pelas ruas de Copacabana no caminho até o <a href="https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Seguranca/noticia/2018/04/10-dicas-para-brincar-com-seguranca-em-parquinhos.html">parquinho</a>.</p>
<p>Imaginem um torcedor orgulhoso. Esse era o Vítor naquela manhã de segunda-feira. As pessoas que o viam lhe davam parabéns, tapinhas nas costas, sorrisos de cumplicidade. Todos menos um senhor que, vendo o menino de longe, resolveu dar aquela provocada no meu filho. Sem poder chegar muito perto, de sua cadeira de rodas quase encostada na grade de um prédio, ele faz alguma piada para o Vítor, que em retribuição lhe responde com outra brincadeira. Tipica provocação pós-jogo.<br />
As brincadeiras duraram segundos. E, findo o dialogo, Vitor se vira para mim e diz:<br />
&#8211; Tadinho do moço, mãe.<br />
Meu coração gelou. Só pensava: &#8220;onde errei? Onde errei para esse menino sentir pena de uma pessoa estar numa cadeira de rodas?&#8221;. Fiquei desolada. Todo meu discurso &#8211; e minha prática &#8211; no lixo. Tadinho? Tadinho é ainda pior do que coitado. Fiquei lívida.<br />
Por sorte, eu me segurei e, com muita naturalidade, apenas questionei o meu menino:<br />
&#8211; Por quê?<br />
&#8211; Porque ele é Vasco e o time dele perdeu ontem. Você não entendeu que ele é Vasco, mamãe?<br />
&#8211; Lógico – pensei.<br />
E, seguimos para o parquinho, felizes da vida pelo Botafogo.</p>
<hr />
<h6>* O texto foi originalmente publicado na coluna Incluir para Crescer, do site da Revista Crescer, em 23/05/2018.</h6>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Prêmio Paratodos de Inclusão 2017 – RESULTADO</title>
		<link>https://www.paratodos.net.br/premio-paratodos-de-inclusao-2017-resultado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 May 2018 23:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paratodos]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiu o resultado do Prêmio Paratodos de Inclusão Escolar. Com inscrições vindas de todo o Brasil, os trabalhos evidenciam o esforço de muitos professores em fazer da inclusão uma realidade nas salas de aula do país. Não se pode deixar de destacar também que as escolas públicas, mais uma vez, concentraram a maior parte dos trabalhos. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/premio-paratodos-de-inclusao-2017-resultado/">Continuar lendo<span> Prêmio Paratodos de Inclusão 2017 – RESULTADO</span></a></p>
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<div      class="vc_row wpb_row section vc_row-fluid " style=' text-align:left;'><div class=" full_section_inner clearfix"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<div>Saiu o resultado do Prêmio Paratodos de Inclusão Escolar. Com inscrições vindas de todo o Brasil, os trabalhos evidenciam o esforço de muitos professores em fazer da inclusão uma realidade nas salas de aula do país. Não se pode deixar de destacar também que as escolas públicas, mais uma vez, concentraram a maior parte dos trabalhos.</div>
<div></div>
<div>Confira, a seguir, os três primeiros colocados:</div>

		</div> 
	</div> 	<div class="vc_empty_space"  style="height: 32px" ><span
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		</span></div>


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			<div><b>1º lugar </b></div>
<div><b>Professora: Mileide Terres de Oliveira</b></p>
<div>
<div>Título do trabalho: Libras e educação inclusiva: reflexões sobre o sujeito surdo</div>
<div>Instituição de ensino: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT) &#8211; Campus Juína</div>
<div>Segmento da educação: Curso técnico em Meio Ambiente Integrado ao Ensino Médio</div>
<div>Cidade/estado: Juína &#8211; MT</div>
<div>Resumo do relato: O relato mostra a inclusão de uma aluna com surdez numa turma de nível médio. Foram realizadas atividades como formação básica em libras para os alunos (a própria aluna com deficiência auditiva atuava como intérprete), interpretação de músicas em libras, pesquisa sobre libras e o uso da língua portuguesa para a pessoa com surdez. Como resultado, a aluna pôde participar efetivamente da Jornada Científica do IFMT e os alunos apresentaram desenhos que expressavam a cultura surda. Além disso, ao término deste trabalho houve o 1o Encontro de Cultura Surda e Libras do IFMT, com a participação de aproximadamente 250 pessoas ouvintes e surdas. O trabalho permitiu a socialização da aluna em situação de inclusão com os demais, bem como possibilitou o uso e a difusão das libras no ambiente educacional do instituto.</div>
</div>
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			<div><b>2º lugar </b></div>
<div>
<div><b>Professor: Itair Pedro Santos de Medeiros</b></div>
<div>
<div>Título do trabalho: Mini Tênis e sustentabilidade nas aulas de Educação Física.</div>
<div>Instituição de ensino:  Escola Municipal de Ensino Infantil e Educação Fundamental Professora Terezinha Souza.</div>
<div>Turmas: ciclo básico I 3º ano e ciclo básico II 2º ano/ 5º ano.</div>
<div>Cidade/Estado: Belém/Pará</div>
<div>Resumo do relato: Giz, pneus usados de carros, garrafas pets, tubos de PVC, fita adesiva, papelão. Foi usando esses materiais que a escola de Belém driblou os altos custos associados à prática do tênis e garantiu que estudantes com e sem deficiência vivenciassem juntos o esporte da escola. Houve trabalho colaborativo entre os professores das salas de aula regulares, do atendimento educacional especializado, da biblioteca e da sala de informática, além da parceria do projeto de reciclagem OIKOS. Foram feitas mini-quadras e foi desenvolvida uma metodologia que permitisse a participação dos alunos com deficiência. As perguntas estimuladoras eram as seguintes: &#8220;Como incluir crianças com deficiência nas aulas de Educação Física utilizando como conteúdo o mini tênis de forma que todos da turma pudessem participar ao mesmo tempo da aula? Como trabalhar o mini tênis se os materiais utilizados para sua prática são de alto custo e os recursos financeiros da escola escassos?&#8221;</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element ">
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			<div><b>3º lugar</b></div>
<div>
<div>
<div><b>Professora: </b><b>Danusa da Silva de Moura</b></div>
<div>
<div>Título do trabalho: Com Libras se reescreve Brasil &#8211; Minha experiência com Libras na educação infantil</div>
<div>Instituição de ensino: Escola de Educação Infantil Upiá</div>
<div>Segmento da educação: Educação infantil (crianças de 2/3 anos)</div>
<div>Cidade/estado: Pelotas/Rio Grande do Sul</div>
</div>
<div>Resumo do relato: O relato conta a experiência pedagógica vivenciada por uma turma que passa a ter contato com a cultura surda a partir de uma nova aluna com deficiência auditiva. A professora fez um curso básico de formação em libras e conseguiu tornar o aprendizado agradável e acessível a todos. Seu grande êxito foi envolver os alunos no processo de aprendizado e incluir as famílias nessa jornada.</div>
<div></div>
<div>Parabéns a todos!</div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img width="835" height="120" src="https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2018/05/premio_1.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="Logomarcas de empresas patrocinadoras e de apoio." loading="lazy" title="premio_1" srcset="https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2018/05/premio_1.jpg 835w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2018/05/premio_1-300x43.jpg 300w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2018/05/premio_1-768x110.jpg 768w, https://www.paratodos.net.br/wp-content/uploads/2018/05/premio_1-700x101.jpg 700w" sizes="(max-width: 835px) 100vw, 835px" longdesc="https://www.paratodos.net.br?longdesc=41764&amp;referrer=41164" id="longdesc-return-41764" /></div>
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		<title>Por que dividem as brincadeiras entre menino e menina?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 May 2018 10:17:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paratodos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num desses feriados, minha família foi curtir os dias de descanso num hotel na praia. No paraíso privado, havia sombra, água de coco e recreadores. E, pela primeira vez, meus filhos (de 9 e 11 anos) se deixaram levar de verdade pelos chamados dos tios animados. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/por-que-dividem-as-brincadeiras-entre-menino-e-menina/">Continuar lendo<span> Por que dividem as brincadeiras entre menino e menina?</span></a></p>
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<p>Num desses feriados, minha família foi curtir os dias de descanso num hotel na <a href="https://revistacrescer.globo.com/Familia/Viagem-e-Ferias/noticia/2017/12/brincadeiras-para-fazer-na-praia.html">praia</a>. No paraíso privado, havia sombra, água de coco e recreadores. E, pela primeira vez, meus filhos (de 9 e 11 anos) se deixaram levar de verdade pelos chamados dos tios animados.<br />
O dia tinha sido super divertido para todos. Eu precisei me controlar para não <a href="https://revistacrescer.globo.com/VOCE-E-A-MELHOR-MAE/noticia/2016/05/tire-suas-duvidas-sobre-hidratacao-do-bebe.html">levar água</a> para as crianças no meio das gincanas (do protetor eles não se livraram) e tive que me conter para achar natural meu mais velho solto pelo hotel. Um esforço, sem dúvida. Mas as crianças estavam felizes e contentes de terem se saído muito bem “por conta própria”.<br />
No fim do primeiro dia, meu mais velho era só alegria. Novos amigos, novas <a href="https://revistacrescer.globo.com/Diversao/Brincadeiras/noticia/2017/10/todo-dia-uma-brincadeira-brincar-de-massinha.html">brincadeiras</a>, novos desafios. E, também, novos questionamentos:<br />
&#8211; Mãe, por que dividem as brincadeiras sempre entre menino e menina?<br />
&#8211; É o jeito mais fácil, eu acho.<br />
&#8211; Ah, poderiam simplesmente dividir. É tão mais legal quando está todo mundo junto.<br />
E juntos tivemos várias ideias. Misturar pessoas que correm muito com aqueles que correm menos. Cada um ganha um número e depois chamamos os números e grupos de formam. Escolhas aleatórias simplesmente. Foi uma conversa interessante. E o ponto do meu filho era sempre o mesmo: &#8220;fica mais divertido com gente diferente&#8221;. Sem querer, ele estava falando de inclusão.<br />
Exemplos como esses acontecem aos montes não somente nas recreações de hotéis, como também nas escolas e nas festinhas do play. Já apareciam no já distante &#8220;Xou da Xuxa&#8221;, com seus berros de &#8220;quem vai ganhar? Menino ou menina?&#8221;. E até hoje é no que se baseiam as divisões mais corriqueiras dos grupos. Divisão por gênero. Ou melhor dizendo: divisão pela diferença, para tentar unir os iguais. Só que não. Afinal, somos mais do que meninos e meninas.<br />
Sem dúvida, separar por gênero é mais rápido e prático (até quando? também não saberia dizer). E muitas vezes necessário &#8211; quando, por exemplo, estamos falando de competições esportivas. Mas essa praticidade perde em diversidade. E um grupo mais plural tende a buscar saídas para problemas ou desafios de forma mais plural também. A diversidade &#8211; seja no pique esconde ou na montagem de um navio usando legos &#8211; traz novas perspectivas. Traz a diferença como complementariedade e não como entrave. Uma lição que as crianças entendem bem. Mas que correm o risco de desaprenderem à medida que crescem. Só que isso nós não podemos deixar.</p>
<hr />
<h6>
* TEXTO PUBLICADO ORIGINALMENTE EM 19 DE ABRIL DE 2018 NA COLUNA INCLUIR PARA CRESCER DO SITE DA REVISTA CRESCER</h6>
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		<title>Volta às aulas &#8211; com emoção!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2018 12:18:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paratodos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pronto! Começou novamente! Mais um ano de escola. Esta semana pensei quantas mães como eu adaptavam seus filhos em uma escola nova. Muitas, com certeza.<br />
Mudança não é fácil para ninguém! Para uma criança ou um adolescente então...</p>
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<p>Pronto! Começou novamente! Mais um ano de escola. Esta semana pensei quantas mães como eu adaptavam seus filhos em uma escola nova. Muitas, com certeza.<br />
Mudança não é fácil para ninguém! Para uma criança ou um adolescente então&#8230;</p>
<p>Imaginem agora quando é uma criança em situação de inclusão.</p>
<p>Por sorte, eu ainda estava impactada pelo filme Extraordinário (se você ainda não viu, veja! É imperdível). O exemplo de coragem trazido por aquele menino me deu muita força durante a primeira semana.</p>
<p>Apesar do coração apertado, estou confiante que meu filho dará conta (?) &#8211; acho q não quero afirmar isto. Tenho medo.</p>
<p>Me pergunto quantos professores começaram esta semana já dizendo que Maria e João precisarão de aula particular. Ou que Bernardo e Bianca são difíceis mesmo.<br />
Nós, pais e principalmente os professores, precisamos acreditar que eles são capazes. Sem isto, nem eles acreditarão.</p>
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		<title>Prêmio Paratodos: inscrições prorrogadas até 31 de janeiro</title>
		<link>https://www.paratodos.net.br/premio-paratodos-inscricoes-prorrogadas-ate-31-de-janeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 15:05:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paratodos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Paratodos, em parceria com os Institutos Lecca, Mara Gabrilli e Rodrigo Mendes, promove a segunda edição do Prêmio Paratodos de Inclusão Escolar, que visa a premiar experiências pedagógicas inclusivas que foram desenvolvidas por professores das instituições de ensino regulares do país.   <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/premio-paratodos-inscricoes-prorrogadas-ate-31-de-janeiro/">Continuar lendo<span> Prêmio Paratodos: inscrições prorrogadas até 31 de janeiro</span></a></p>
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<p>O Paratodos, em parceria com os Institutos Lecca, Mara Gabrilli e Rodrigo Mendes, promove a segunda edição do Prêmio Paratodos de Inclusão Escolar, que visa a premiar experiências pedagógicas inclusivas que foram desenvolvidas por professores das instituições de ensino regulares do país.  Desta vez, podem participar professores da rede pública e da rede particular da Educação Infantil ao Ensino Superior. No ano anterior, os trabalhos aceitos ficavam restritos da educação infantil ao ensino médio. O objetivo do prêmio é reconhecer, mas também estimular e disseminar, ações inclusivas em todos os segmentos da educação.</p>
<p>Até 31 de janeiro de 2018, professores de todo o Brasil podem inscrever sua experiência pedagógica referente aos anos letivos de 2016 e 2017.  O vencedor do Prêmio Paratodos de Inclusão Escolar receberá um <em>tablet; e os </em>melhores relatos serão divulgados no Diversa – plataforma, do Instituto Rodrigo Mendes, de troca de experiências e construção de conhecimento sobre educação inclusiva. As escolas nas quais foram desenvolvidas as experiências selecionadas como finalistas serão premiadas com placas comemorativas. A divulgação oficial do resultado, com data ainda a ser definida, acontecerá em maio de 2016.</p>
<blockquote>
<h4><strong><span style="color: #ff6600;"><a href="https://www.paratodos.net.br/2017/10/04/premio-paratodos-edital-no-ar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CONFIRA O EDITAL</a></span></strong></h4>
</blockquote>
<p>A seleção das experiências vai considerar objetividade do relato da experiência; consistência pedagógica e conceitual, sucesso escolar dos alunos envolvidos, contextualização da escola e potencial de aplicação da experiência em outras realidades educacionais. Também serão levados em conta esforço incomum, determinação, isenção, perseverança, ética e respeito à diversidade.</p>
<p>Ainda que a triagem dos trabalhos recebidos seja feita pelo Paratodos, cabe a um júri convidado avaliar as melhores experiências em inclusão. O júri é formado por especialistas em educação inclusiva:</p>
<p><strong>MARIA TERESA ÉGLER MANTOAN.</strong> Pedagoga, mestre e doutora em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas, professora assistente da Universidade Estadual de Campinas. Dedica-se, nas áreas de pesquisa, docência e extensão, ao direito incondicional de todos os alunos à educação escolar de nível básico e superior de ensino. Oficial da Ordem Nacional do Mérito Educacional no Grau de Cavaleiro – Reconhecimento a contribuição à Educação no Brasil.</p>
<p><strong>MARÍLIA COSTA DIAS.</strong> Pedagoga pela UFRGS, mestre e doutoranda em Educação pela FEUSP. Foi Coordenadora dos Programas de Pós-graduação e Educação Continuada no Instituto Singularidades e coordenadora e professora da especialização em Educação Inclusiva no Instituto Vera Cruz. Assumiu cargos de gestão na APAE de São Paulo e na Fundação Projeto Travessia. Realizou consultoria para MEC, Secretarias de Educação municipal, escolas particulares, ONGs e editoras. É coordenadora pedagógica na Comunidade Educativa CEDAC e professora no curso de Pedagogia do Instituto Vera Cruz.</p>
<p><strong>MARTA ALMEIDA GIL.</strong> Consultora na área de Inclusão, Coordenadora do Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas (www.amankay.org.br), responsável pela  elaboração da Metodologia SESI SENAI de Gestão da Inclusão,  pesquisadora; conteudista de EAD e vídeos; e colunista da Revista Reação. Autora do livro “Caminhos da Inclusão – a trajetória da formação profissional de pessoas com deficiência no SENAI-SP” e organizadora do livro “Educação Inclusiva: o que o professor tem a ver com isso ?”.</p>
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		<title>Dar o exemplo&#8230;</title>
		<link>https://www.paratodos.net.br/dar-o-exemplo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ciça Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2017 17:02:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paratodos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Como cortesia ao próximo passageiro, sugerimos que use sua toalha para secar o lavatório”... mas será que precisamos ser lembrados de que devemos pensar no outro? <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/dar-o-exemplo/">Continuar lendo<span> Dar o exemplo&#8230;</span></a></p>
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<div class="materia-titulo">
<h2>&#8230;é a melhor maneira de ensinar os filhos e quem sabe até inspirar outras pessoas</h2>
</div>
<p>“Como cortesia ao próximo passageiro, sugerimos que use sua toalha para secar o lavatório”. Frase comumente encontrada em vários idiomas nos banheiros dos aviões. Me fez pensar&#8230; Poderíamos ter outras versões desse texto.<br />
“Em cortesia ao próximo cliente na Praça de Alimentação, leve sua bandeja até o local apropriado”.  “Em cortesia ao próximo aluno, arrume a sua sala”. E por aí vai &#8230; mas será que precisamos ser lembrados de que devemos pensar no outro?<br />
Dia desses, no aeroporto, um senhor se aproximou do balcão e fazia perguntas sobre o seu voo. A atendente, apesar de tentar, não conseguia que ele a ouvisse. Claramente, o senhor tinha uma deficiência auditiva. Então, eu me aproximei e repeti para ele as respostas dadas pela atendente. Ele entendeu, agradeceu e foi embora. Simples assim.<br />
Muitas vezes, estar atento à necessidade específica de alguém ao nosso lado não é complicado. Requer apenas atenção e boa vontade. E como ensinar isto aos nossos filhos? Fazendo. Está mais do que comprovado que a melhor forma de ensinar é através do exemplo.<br />
Bora dar estes exemplos? Quem sabe inspiramos outros, além das nossas crianças? E, quem sabe assim, como cortesia, construímos um mundo melhor de fato?</p>
<h6>*Texto originalmente publicado, em 20/10/2017, na coluna Incluir para crescer, do site da Revista Crescer</h6>
<p>&nbsp;</p>
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