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	<title>Arquivos preconceito - Paratodos</title>
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	<description>Por um mundo que ninguém fica para trás</description>
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		<title>É hoje o dia!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 01:09:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carla Codeço]]></category>
		<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[educação inclusiva]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome de Down]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, 21 de março, é o dia Internacional da Síndrome de Down. A síndrome de Down faz parte da vida de muitas famílias. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/e-hoje-o-dia/">Continuar lendo<span> É hoje o dia!</span></a></p>
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<p>Hoje, 21 de março, é o dia Internacional da Síndrome de Down.<br />
A síndrome de Down faz parte da vida de muitas famílias. De uma maneira tão inteira e tão natural que este ano nós pensamos em não escrever nada nesta data. Porém, quando soubemos hoje que um menino de sete anos com síndrome de Down foi trancado no banheiro por seu colega. Pensamos que ainda é preciso celebrar uma data como essa. Até que a sociedade tenha informação o bastante para não ser preconceituosa. Para enxergar a pessoa em primeiro lugar e não a síndrome.<br />
Temos que celebrar sim porque para muitas pessoas a síndrome de Down ainda é um bicho de sete cabeças. Para muitas pessoas a síndrome de Down ainda é um presente especial para alguns escolhidos. Para muitas pessoas a SD é um selo de pureza, amor e abraços infindáveis. Para muitas pessoas as pessoas com Down são dignas de pena. São anjos na terra, são pessoas sem maldade.<br />
Escrevemos para registrar que as pessoas com Down são apenas pessoas. Com muito mais características herdadas de suas famílias do que do cromossomo extra. Cada um com seus encantos, cada uma com suas dificuldades. Porque ter Down faz parte da vida!<br />
E ser covarde ainda é a realidade de muitos na nossa sociedade! Que possamos um dia não ter que escrever neste dia. Ou que este dia possa não existir. Entretanto, para isto, precisamos que atitudes covardes, como esta e tantas outras, não aconteçam mais.</p>
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		<title>Sorria, você está sendo filmado!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Codeço]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2015 16:53:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carla Codeço]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[FACHA]]></category>
		<category><![CDATA[intolerância]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nós do Paratodos ficamos perplexos ao ler a nota publicada no O Globo sobre um acontecimento lamentável. Uma professora, isso mesmo, PROFESSORA da Faculdade Hélio Alonso &#8211;  FACHA, expressou seus pensamentos de forma leviana frente a uma turma repleta de alunos. Seria, e foi, muita&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/sorria-voce-esta-sendo-filmado/">Continuar lendo<span> Sorria, você está sendo filmado!</span></a></p>
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<p>Nós do Paratodos ficamos perplexos ao ler a nota publicada no O Globo sobre um acontecimento lamentável. Uma professora, isso mesmo, PROFESSORA da Faculdade Hélio Alonso &#8211;  FACHA, expressou seus pensamentos de forma leviana frente a uma turma repleta de alunos.<br />
Seria, e foi, muita ingenuidade da professora, acreditar que seu comentário preconceituoso e impensado ficaria restrito às quatro paredes de uma sala de aula de JORNALISMO. Os alunos estão lá para aprender a discutir e difundir informação. Encontrar assuntos que interessem ao público. Claro, vazou. E agradecemos à tal professora, a oportunidade de usá-la como um conveniente bode expiatório para o exército de preconceituosos que anda por aí.<br />
“Não me venha com um documentário sobre gente com Down, porque podem até achar bonitinho, mas aquilo é horrível, não adianta, odeio ver! Agora, vem aí dez semanas de dr, Dráuzio Varella (no “Fantástico”) com este tema, um saco. Quem quer ver isso?!”<br />
Não contente de fazer um comentário criminoso, (Sim, discriminação é crime!)* ainda o faz frente a uma turma repleta de alunos. Logo ela que deveria estar formando pessoas está contribuindo para multiplicar seu olhar preconceituoso.<br />
Mas o que a incomoda tanto? O que a faz achar tão horrível olhar para outras pessoas com uma condição genética diferente da dela? Muito provavelmente está desprovida de humanidade.<br />
Felizmente um dos alunos teve a firmeza de levantar a voz e discordar da mestra. E a professora, não contente, ainda completa com mais uma frase preconceituosa e de profunda intolerância, dizendo:<br />
“Ah, então você quer um filho com síndrome de Down??”<br />
Como se escolhêssemos nossos filhos na prateleira de um supermercado. Como se escolhêssemos se terá olhos claros, pele morena ou seu tipo de cabelo. Filho é filho e a síndrome de Down faz parte de ser humano. É apenas mais um aspecto possível, que compõe as múltiplas características de uma pessoa.<br />
Penso também nos pais destes alunos. Sim porque certamente haverá inúmeros pais que realmente educam seus filhos de forma correta. Educam seus filhos para a vida em sociedade, esclarecendo sobre inclusão, racismo ou homofobia. Ensinando respeitar as pessoas pelo que são. Independente de suas opiniões, afetos ou capacidades. E esta senhora vem prestar um serviço de deseducação desta forma. Se isto é o que ela fala em público, tenho medo de imaginar que tipo de pensamento ela guarda apenas para si.<br />
Faço um convite a esta professora que ouça ao aluno que discordou dela. Ouça e se deixe educar por ele. Já que, ao menos em relação à humanidade ela não tem nada a ensinar. Quem sabe ela consegue aprender que quem tem síndrome de Down continua sendo gente. Gente bonita, feliz, às vezes rico, às vezes pobre, às vezes negro, às vezes branco, às vezes hétero, às vezes homossexual. Mas é preciso que sejam respeitados SEMPRE.<br />
*Art. 88. Praticar, induzir ou incitar discriminação de pessoa em razão de sua deficiência: Pena &#8211; reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.<br />
Resposta da FACHA, <a href="https://www.facebook.com/FaculdadeFACHA/posts/1022362344481829">publicada </a>no Facebook:</p>
<div class="_5pbx userContent">&#8220;À Comunidade Acadêmica da FACHA,<br />
Quero expressar o meu mais profundo repúdio ao fato ocorrido em sala de aula, no dia de ontem, e envergonhado, com o comportamento, postura e conduta adotados por determinado professor, pedir desculpas a todos que, como eu, se sentiram ofendidos com pensamento tão preconceituoso e totalmente fora dos princípios éticos e morais que regem nossas ações há 44 anos.<br />
Ao longo de sua história de quase cinco décadas, a Facha tem pautado o seu trabalho acadêmico, baseado no respeito aos valores éticos e morais, jamais permitindo qualquer tipo de discriminação, seja ela qual for. O que ocorreu é absolutamente lamentável. Inacreditável.<br />
Lamento profundamente esse mais do que triste episódio e informo que o docente será chamado a se explicar, se é que existem explicações para fato tão repugnante.<br />
Quero, contudo, deixar claro que o pensamento do docente não reflete obviamente o pensamento dos dirigentes da Facha e que cada um responde por seu atos.<br />
Professor Paulo Alonso<br />
Diretor-Geral<br />
FACHA&#8221;</div>
<div></div>
<hr />
<h6>Por Carla Codeço e Carlos Figueiredo</h6>
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		<title>Sem palavras, com esperança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ciça Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2015 17:24:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciça Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[O Globo]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[Silvia Pilz]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome de Down]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho que dizer a vocês que determinadas colocações estão me deixando sem palavras. No ano passado, eu havia lido um texto de uma colega que já havia me deixado desconcertada. Agora esta mesma jornalista, volta a agredir pessoas com síndrome de Down. Li o texto&#8230; <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/sem-palavras-com-esperanca/">Continuar lendo<span> Sem palavras, com esperança</span></a></p>
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<div>Tenho que dizer a vocês que determinadas colocações estão me deixando sem palavras. No ano passado, eu havia lido um texto de uma colega que já havia me deixado desconcertada. Agora esta mesma jornalista, volta a agredir pessoas com síndrome de Down. Li o texto e novamente fiquei atônita.<br />
Confesso a vocês que simplesmente não consigo entender. Leio, releio e penso &#8220;O que teria levado ela a escrever isto?&#8221; No primeiro texto, ela expressava uma opinião, no segundo, a agressão chega a ser sem nexo.<span class="im"><br />
Meu filho de dez anos percebeu que algo estava me incomodando. Perguntou o que era. Passei o celular para que ele mesmo pudesse ler os textos.<br />
</span>Minutos depois, ele fala: &#8220;Que horror!&#8221;. E em seguida faz uma proposta. &#8220;Mãe, você deveria ir conversar com ela. Talvez ela não saiba, não entenda, não conheça. Você poderia explicar.&#8221;<br />
Nova pausa. E mais um comentário: &#8220;Mãe, mas tome cuidado, pessoas assim podem ficar exaltadas. Entretanto, com calma ela poderia entender.&#8221;.<br />
Fica aqui então, o meu convite à jornalista Silvia Pilz do O Globo, para um café, uma conversa. Sem pretensão de mudar sua opinião instantaneamente, mas com muita esperança. Uma esperança quase infantil, minha e do meu filho!</div>
</div>
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