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	<title>Arquivos Mariana Rosa - Paratodos</title>
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	<description>Por um mundo que ninguém fica para trás</description>
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		<title>Pensando fora da caixinha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2014 12:48:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Convidado]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[médico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há momentos em que precisamos rasgar a teoria e até mesmo a segurança de nossa farta experiência -- seja ela adquirida na maternidade, em sala de aula ou no consultório. <a class="continue" href="https://www.paratodos.net.br/pensando-fora-da-caixinha/">Continuar lendo<span> Pensando fora da caixinha</span></a></p>
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<div>Há momentos em que precisamos rasgar a teoria e até mesmo a segurança de nossa farta experiência &#8212; seja ela adquirida na maternidade, em sala de aula ou no consultório.</div>
<div>A seguir, um relato, de Mariana Rosa, nossa leitora e autora do blog &#8220;Diário da mãe da Alice&#8221;, que nos leva a refletir sobre a importância de rever nossas certezas e pensar fora da caixa.</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>&#8220;Ela se comunica?&#8221;</strong></div>
<div><em>Por Mariana Rosa </em></div>
<div></div>
<div>A cena se passou no consultório de um gastropediatra, que atendera Alice para avaliar se um refluxo poderia ser a causa da sua pneumonia de repetição.</div>
<div></div>
<div>O médico nos atendeu pontualmente. Tinha cabelos brancos, rugas no rosto e uma fala ligeiramente trêmula, o que parecia confirmar sua larga experiência &#8212; motivo de nos ter sido indicado. Começou a tomar nota das informações de minha filha desde a gestação até hoje. Num instante, a folha estava preenchida frente e verso, o que sugeria que Alice, em sua pouca idade, também possui grande experiência de vida. Ciente de seu quadro neurológico, ele procedeu uma série de perguntas com a finalidade de identificar os sintomas que pudessem denunciar um refluxo.</div>
<div></div>
<div>&#8211; Ela se comunica? – perguntou o médico.</div>
<div>&#8211; Sim!</div>
<div>&#8211; Ela fala alguma coisa? – continua, enquanto examina Alice.</div>
<div>&#8211; Não, não fala nada.</div>
<div>&#8211; Ela sorri?</div>
<div>&#8211; Também não, doutor.</div>
<div></div>
<div>Então, ele se volta para mim, incrédulo e atônito, e retruca enfaticamente:</div>
<div>&#8211; Ué, então, como ela se comunica?</div>
<div></div>
<div>Eu sorrio e respondo:</div>
<div>&#8211; Com o corpo todo, doutor.</div>
<div>&#8211; Ah&#8230;</div>
<div></div>
<div>Para explicar melhor, lembrei que, dias atrás, eu tentei dar iogurte natural batido com morango para a pequena e ela fez careta, cuspiu e, por fim, travou a boca, dando por encerrada a tentativa. Recordei-me também da sua alegria, batendo pernas e movimentando os braços, quando reconhece um objeto que chama a sua atenção. Falei ainda do choro, a plenos pulmões, quando precisou ser submetida a uma gasometria. Eu teria um sem número de situações para narrar ao experiente médico sobre como se dá a comunicação de minha filha. Mas, no terceiro ou quarto exemplos, ele já se deu por satisfeito e, arrisco, surpreendido.</div>
<div></div>
<p><a href="http://www.paratodos.site/CLONE2/wp-content/uploads/2014/12/pensando-fora-da-caixinha2.jpg"><img class=" wp-image-43101 alignleft" src="http://www.paratodos.site/CLONE2/wp-content/uploads/2014/12/pensando-fora-da-caixinha2.jpg" alt="" width="357" height="336" /></a></p>
<div></div>
<div></div>
<div>Saí tranquila e duplamente feliz do consultório: minha filha se beneficiou do conhecimento do médico, acumulado em anos de estudo e prática, e o médico arejou e renovou seus conceitos pela vitalidade do primeiro ano de vida de minha filha.</div>
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